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Marina Silva, a queridinha do mundo fashion

20/08/2014



Não há figurino melhor para esta eleição presidencial do que o de Marina Silva.
A própria Marina Silva sabe o quanto não está preparada para ser Presidente do Brasil. Ela tem experiência eleitoral, já cumpriu mandatos em Casas Legislativas e foi Ministra. 

Mas qual foi mesmo o grande feito político dela? Ela tem mais experiência que Dilma Rousseff ?  Qual mesmo é a equipe de profissionais, em todos os sentidos possíveis, que ela teria a seu dispôr? Qual é a estrutura do PSB para governar um País das dimensões do Brasil?

Por sua total inofensividade Marina Silva é vista com grande condescendência pelos jornalistas que cobrem as eleições. Além de não morder, de não ter chances e de ser inviável, Marina Silva é o ponto de fuga ideal para o jornalista posar de "nem-nem": Nem petista nem tucano, nem Dilma Rousseff, nem Aécio Neves.

Marina Silva, que não é boba, goza plenamente de sua condição privilegiada. Ela tem uma amenidade óbvia para dizer sobre qualquer assunto. Virou a política das propostas genéricas, ou melhor, uma especialista em generalidades, com a vantagem de ganhar pontos e elogios para cada nova. A favor ou contra o Bolsa Família? Nem uma coisa nem a outra, ela tem uma resposta equilibrada, ainda que nenhuma proposta ou solução. É contra os tucanos? Nem sim nem não, muito pelo contrário! E contra o PT? Nem não nem sim, "a vida não é assim preto no branco gente".

As únicas vezes em que Marina Silva é questionada de fato ou contestada é quando toma opiniões que não são nada genéricas, e que surpreendem por fugir do roteiro "progressista" que os jornalistas gostariam que ela seguisse. É nessas horas que Marina se manifesta contra o Aborto e contra o Casamento Gay, esfarelando de imediato o óbvio que professa.

Assim, as questões sobre o seu passado político, sobre suas opções e opiniões em fatos marcantes da política nacional não são dignas nem de rodapé.


Ela não precisa responder e as pessoas não precisam saber, ela é apenas e simplesmente a Marina
 que é, novamente, a "queridinha" da grande mídia e de boa parte da classe média dita "descolada" e, por mais paradoxal que possa aparentar, também benquista por uma boa fatia de parte da classe média mais conservadora. Seduz, portanto, a gregos e troianos – mais, notadamente, cariocas e paulistas e demais eleitores de regiões metropolitanas.
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Papa Francisco diz que lhe restam apenas 2 ou 3 anos de vida

19/08/2014


De maneira inédita, o Papa Francisco conversou com jornalistas sobre sua saúde e perspectiva de vida. Durante coletiva de imprensa que aconteceu no voo de retorno ao Vaticano da viagem à Coreia do Sul, nesta segunda-feira, ele disse que tenta observar seus erros e pecados para não ser orgulhoso, já que lhe restam apenas “dois ou três anos de vida”.  As informações são do Daily Mail.
Francisco tem 77 anos e, apesar da idade avançada, é um dos mais ativos que já passaram pelo cargo. Na entrevista, ele considerou a possibilidade de se aposentar, caso suas condições de saúde física e mental lhe sirvam como obstáculo para concluir suas ações. No ano passado, o Papa Bento XVI renunciou ao cargo, sendo o primeiro em mais de 600 anos a tomar tal atitude (o último que havia abdicado foi Celestino V, em 1294, por causas políticas). Francisco disse que “há 60 anos, era praticamente impossível um bispo católico se aposentar, mas hoje em dia é comum”.
O Papa argentino teve de retirar um de seus pulmões durante a adolescência por causa de uma infecção grave. Porém, ele contou aos jornalistas nesta segunda-feira, que sofre por doenças de nervos e que, de vez em quando, precisa tratá-los com mate (o chá bastante tomado em seu país de origem). “Uma dessas minhas neuroses é ser muito caseiro”, brincou já que suas últimas férias fora da Argentina foram em 1975, quando visitou uma comunidade jesuíta.
Ainda nesta viagem, ele afirmou que pretende se aproximar dos católicos na China, que, desde a instauração do comunismo, não obedecem à autoridade máxima de sua Igreja e, sim, à supervisão da Administração Estatal para Assuntos Religiosos.
Terra
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Agredida pelo "Jornal Nacional ", a presidente Dilma se defende


Com posturas até então desconhecidas do grande público, os apresentadores William Bonner e Patrícia Poeta deixaram a elegância de lado e partiram para o ataque sobre a presidente Dilma Rousseff, na entrevista ao Jornal Nacional concedida no Palácio da Alvorada, em Brasília, nesta segunda-feira 18. Ambos estavam vestidos de preto, indicando luto pela morte do ex-governador Eduardo Campos, cujo último compromisso eleitoral foi a entrevista da quarta-feira 13. Eles não dirigiram nenhuma pergunta sobre o fato à presidente.

Bonner parecia o mais irritado, mas Patrícia não quis ficar atrás. Ela chegou a apontar, em riste, o dedo para a face próxima da presidente, insistindo que o governo dela e do ex-presidente Lula não fizeram "nada" na área da saúde. A presidente conseguiu dizer, entre interrupções da entrevistadora, que hoje, ao contrário do passado, o atendimento de saúde pública atinge 50 milhões de brasileiros.
No início da entrevista, Bonner perguntou, por mais de um minuto, sobre "corrupção e mal feitos", citando uma série de ministérios e também a Petrobras.
- Qual a dificuldade de formar uma equipe de governo com gente honesta?, questionou ele, mais ao estilo botequim de esquina do que o que emprega normalmente, todos os dias, à exceção dos domingos, na bancada do JN. O jogo de apertar a presidente ficou claro desde o primeiro momento.
A própria Dilma percebeu e não se intimidou com a postura da dupla. Procurou responder a todas as perguntas e manter a calma, mas não dando as respostas que Bonner e Patrícia esperavam. Dillma tinha argumentos na ponta da lingua.
- Fomos o governo que  mais estruturou o combate à corrupção e aos mal feitos, respondeu Dilma. "
- Nenhum procurador geral da República foi chamado no meu governo de engavetador geral da República", acrescentou, numa referência nada sutil a Geraldo Brindeiro, dos tempos do governo Fernando Henrique.
BONNER NUNCA FIZERA PERGUNTAS TÃO LONGAS E EM TOM TÃO DURO

O âncora do Jornal Nacional insistiu no tema da corrupção, usando cada vez mais ênfase sobre a presidente:
- Um grupo de elite do seu partido foi condenado por corrupção, são corruptos, posso dizer por que a Justiça já julgou, mas o seu partido protegeu essas pessoas. O que a sra. acha dessa postura do seu partido?
Dilma não respondeu diretamente, optando por lembrar sua posição institucional:
- Enquanto eu for presidente da República, não externarei opinião pessoal sobre decisões do Supremo Tribunal Federal. Eu tenho a minha opinião, mas não vou externá-la.
- Mas o que a senhora diz sobre a postura do seu partido? A senhora não diz nada?
- Olha, Bonner, eu não vou entrar nisso de me manifestar contra a decisão de um poder constitucional. Isso é muito delicado, merece o meu maior respeito.
PATRÍCIA APONTOU O DEDO EM RISTE PERTO DO ROSTO DA PRESIDENTE

Patrícia, que até então estava calada, perguntou sobre saúde, afirmando que "nada fora feito" nos governo Dilma e Lula, e que "as filas se multiplicam nos hospitais e postos de saúde". Dilma, outra vez, procurou responder sem aceitar a indagação como provocação.
Patrícia, que de poeta não tem nada,  não gostou do que ouviu, e lá veio outra vez  Bonner a atacar de novo:
- A senhora considera justo culpar ora a crise econômica internacional, ora os pessimistas pelo baixíssimo crescimento da economia brasileira, pela inflação alta?
- A inflação cai desde abril, Bonner, agora mesmo saiu um dado oficial mostrando que houve zero por cento de aumento de preços em julho. Por outro lado, todos os dados antecedentes ao segundo semestre, aqueles que anunciam o que vai acontecer na economia, mostram que haverá crescimento em relação ao primeiro semestre.
Bonner não pareceu satisfeito com a resposta, mas em razão do tamanho das perguntas que havia feito antes, percebeu que o tempo de 15 minutos estava estourando. Foram, de fato, questionamentos quilométricos os que ele fez.
- Eu vou garantir um minuto para a senhora encerrar, disse ele, visivelmente insatisfeito e desrespeitoso com a presidente Dilma Rousseff.
- Obrigado, Bonner, eu quero dizer que acredito no Brasil, reiterou Dilma, que ainda foi mais duas vezes interrompida para que fosse cumprido o tempo estabelecido.
- Eu compreendo, vou suspender a minha fala, encerrou Dilma, com classe, diante dos entrevistadores neurastênicos que se mostraram em pleno ataque de nervos.
Fonte: Brasil 247


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Em impacto emocional Marina ultrapassa Aécio na última pesquisa do DataFolha

18/08/2014


 


Articuladores políticos das campanhas de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) reconhecem que, neste primeiro momento, qualquer análise estará embaçada pelo impacto dos acontecimentos dos últimos dias. Todos apostam que as primeiras pesquisas de intenção de voto tendem a apontar um crescimento de Marina, podendo, até mesmo, arrancar pontos percentuais das candidaturas melhor colocadas.

Mas a grande aposta é que, de fato, Marina cresça na faixa dos eleitores ainda indecisos, beneficiada pela superexposição da chapa do PSB. Dois fatores tornam ainda mais imprevisíveis os próximos dias. O primeiro é que, tradicionalmente, 30% dos eleitores são anti-PT, o que dificulta o discurso de Dilma. E nestas eleições, diferentemente de outras, é maior o número de pessoas indecisas.

Em disputas anteriores, em meados de agosto, a quantidade de eleitores indecisos era de 12%. Atualmente, esse percentual é quase o dobro: 20%. Estamos no campo da imponderabilidade.  a campanha estava praticamente cristalizada, com Dilma liderando com percentuais entre 38% e 41%, Aécio entre 19% e 21% e Campos com 7% a 11%.

A dúvida é o quanto Marina elevará esse percentual de votos ao PSB. Em 2010, ela obteve 19% dos votos válidos no fim do primeiro turno. “Mas Dilma não era conhecida e José Serra fazia uma campanha ‘suja’ que afasta o eleitorado”, disse um petista. “Hoje, Aécio é um candidato simpático ao eleitorado e Dilma é a presidente, o que pode derrubar a margem de crescimento de Marina”. Na campanha tucana, a aposta é que a entrada de Marina Silva no lugar de Eduardo, especialmente embalada pelo componente emocional, reforça a possibilidade de segundo turno.

 
Fonte: Agências de notícias
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Dilma Rousseff será entrevistada nesta segunda-feira no "Jornal Nacional "


Será hoje, segunda (18), a esperada entrevista que a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, concederá à equipe do Jornal Nacional. O encontro estava previso para a última quarta (13), mas diante da morte do candidato Eduardo Campos (PSB) acabou sendo adiado.
A entrevista da presidente acontece um dia antes do início do horário eleitoral gratuito nos meios eletrônicos. Na terça (19) será a vez do candidato Pastor Everaldo (PSC) dividir a bancada com os apresentadores do JN. 
A tragédia envolvendo Campos também levou a TVBandeirantes a adiar o seu primeiro debate com os candidatos ao Palácio do Planalto. Antes marcado para a próxima quinta (21), o evento agora acontecerá na terça-feira 26. Segundo a emissora, a mudança na data foi acertada com as campanhas.

Dilma  lidera nas pesquisas

Pesquisa feita pelo Datafolha para o jornal "Folha de S.Paulo" divulgada na edição desta segunda-feira (18) mostra Dilma Rousseff (PT) com 36% das intenções de voto para presidente, seguida de Marina Silva (PSB), com 21%, e Aécio Neves (PSDB), com 20%. É a primeira pesquisa que inclui um cenário em que a ex-senadora Marina Silva é o nome do PSB no lugar do ex-governador Eduardo Campos.


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SALVADOR: Estudantes ficam sem fazer concurso do TJ-BA por falta de salas; 'desorganização total'



A prova do concurso para estágio no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que estavam previstas para começar neste domingo (17), às 14h, estão atrasadas por falta de salas para os candidatos. De acordo com o estudante de Direito, Caio Alfano, 26, a empresa encarregada de realizar o concurso, Metrópole Soluções, mudou o local de prova, um dia antes, para a Escola de Engenharia Eletromecânica, no bairro de Nazaré mas, chegando lá, as salas não eram suficientes para receber todos os candidatos.
"Mais de 20 salas não existiam. Eu cheguei com meu cartão de prova, indicando que o local era na Escola de Engenharia Eletromecânica, mas as salas não existiam. Começaram a alocar o pessoal no pátio, dizendo que era para esperar, que iam conseguir sala. Deu 12h, nenhuma solução foi dada à gente", contou Caio.
O estudante disse, ainda, que os candidatos que já estavam dentro das salas começaram a fazer a prova, enquanto mais de 200 ficaram do lado de fora esperando uma posição da empresa organizadora. Não havia nenhum representante do TJ-BA nem da organização do concurso no local.

                        Estudantes esperam solução.
"Deixaram a gente esperando, o colégio não tinha estrutura, o pessoal acabou sem fazer a prova. Foi o maior descaso com o estudante, desorganização total. Mais de 200 pessoas ficaram sem fazer a prova, enquanto quem estava dentro já estava fazendo. Começaram a gritar pro pessoal parar de fazer a prova".
Alguns estudantes, revoltados, invadiram as salas e rasgaram as provas. O concurso foi cancelado na escola de engenharia, porém nos outros locais, como na Faculdade Estácio FIB e Instituto Federal da Bahia (Ifba), os candidatos fizeram as provas normalmente.


        Salas não eram suficientes para receber todos os estudantes. 
Ainda segundo Caio, ele fez o pagamento do concurso no último dia do prazo de inscrição (1º de agosto). Ele foi informado que o Banco do Brasil teve problemas em reconhecer pagamentos feitos nos dois últimos dias de inscrição, mas que não haveria problema na hora de fazer a prova. Ele recebeu o cartão de inscrição, um dia antes, indicando que faria a prova na escola de engenharia.
Os candidatos de ensino médio, que fariam prova no Ifba, e alguns candidatos de nível superior foram realocados, sem aviso prévio, para a Escola de Engenharia Eletromecânica, o que gerou a confusão.
O TJ-BA afirmou que vai investigar o caso, pois não estava a par da situação.

Fonte: Correio da Bahia
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Rio São Francisco: 2,8 mil quilômetros de esperança e histórias

17/08/2014


 "Riacho do Navio corre pro Pajeú, o rio Pajeú vai despejar no São Francisco, o rio São Francisco vai bater no 'mei' do mar, o rio São Francisco vai bater no 'mei' do mar...". Os versos da canção de Luiz Gonzaga são conhecidos e relatam um dos meandros percorridos pelo "rio da integração nacional", cuja descoberta é atribuída ao navegador genovês Américo Vespúcio. O São Francisco segue resistente, levando vida a todos aqueles que se recostam às suas margens.


O berço do São Francisco fica na Serra da Canastra, no município de São Roque de Minas (MG). Da nascente, ele percorre cerca de 2.800 quilômetros até desaguar no Oceano Atlântico, passando por cinco estados; além de Minas Gerais, o rio banha as terras de Alagoas, Bahia, Pernambuco e Sergipe. Todo o vale são-franciscano ocupa uma área aproximada de 620 mil quilômetros quadrados, incluindo 505 municípios, com uma população de cerca de 18,2 milhões de pessoas.

Com a sabedoria de quem muito já se aventurou nessas águas, o pescador Erenilton de Souza, o Leleco, com 53 anos, dos quais mais de 40 foram dedicados à pesca, não tem outro sentimento a demonstrar que não seja gratidão. "Ave Maria, pra mim, é tudo na vida! Porque água é vida e salva a gente!".

Verdadeiro pai


"Seu" Toinho Pescador, natural de Penedo (AL), tem a história de sua vida bastante ligada ao rio São Francisco. Aos 81 anos, ele se emociona ao falar daquele que considera um "pai": "Posso dizer que criei meus filhos pescando. Nós não tínhamos ajuda. Quem me deu todo o sustento foi o rio. Quem foi o verdadeiro pai foi o São Francisco".

Ao longo de décadas, o pescador acompanhou de perto a trajetória do Velho Chico e lamenta as "torturas" sofridas pelo rio, resultantes de ações como o desmatamento das margens, a poluição e a pesca predatória.

"Tenho criado poesia, música e participado de diversos eventos, sempre com essa esperança de que a gente vai melhorar um pouco. Vamos lutar pela revitalização, o rio merece", reforça.

Heranças culturais

As lendas são uma das principais heranças culturais do rio. São personagens que, de tão peculiares, dão asas à imaginação daqueles que ouvem os relatos. Há quem garanta que não se trata apenas de história de pescador... Quem mora na região, provavelmente, já escutou falar da Mãe D'água, mulher de cabelos longos e verdes, com cauda de peixe, sempre vista em cima das pedras das cachoeiras. Sua voz melodiosa, assim dizem, costuma encantar pescadores, que, em troca, lhe oferecem presentes.

Outra lenda conhecida é a da Serpente D'Água, que, segundo os mais antigos, está presa a três fios de cabelo de Nossa Senhora das Grotas. No dia em que ela se libertar, vai inundar as cidades-irmãs Petrolina e Juazeiro.

"As lendas, ainda hoje, estão vivas no imaginário do povo ribeirinho. Enquanto eu tiver vida, eu continuarei divulgando essa riqueza cultural", garante a historiadora juazeirense Maria Izabel Muniz Figueiredo. Bebela, como é conhecida, é autora, entre outros, do livro "Lendas e mitos do rio São Francisco". Nas salas de aula da região, as histórias são propagadas para as novas gerações, uma forma de preservar esse patrimônio.

Carrancas do São Francisco

As carrancas também compõem o leque de manifestações culturais do Velho Chico. Antigamente, elas eram colocadas na proa das barcas para dar sorte e afugentar os maus espíritos, o que ocorreu até meados da década de 1950. Hoje, as peças são fabricadas e comercializadas em mercados locais de artesanato.

É o caso do Centro de Artes Ana das Carrancas, em Petrolina (PE), que faz alusão à memória da "dama do barro", uma das artesãs de carrancas mais conhecidas no Brasil e no mundo, falecida em 2008.

Segundo Maria da Cruz Santos, filha de Ana das Carrancas, o centro também promove capacitações. "Sempre que tem oportunidade, a gente busca repassar esse conhecimento. Ana colocava muito amor naquilo que fazia, e eu penso que essa arte precisa ser difundida", explica.

Fonte: Codevasf
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Corpo de Eduardo Campos chega ao Recife

Corpo de Eduardo Campos chega à Base Aérea de Pernambuco  Fernando Frazão/Agência Brasil

Chegaram há pouco, ao Recife, os restos mortais do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto na última quarta-feira (13) em um acidente aéreo em Santos, litoral de São Paulo. O corpo foi recebido pela esposa, Renata Campos, os cinco filhos do casal, a candidata a vice na chapa do PSB na disputa à Presidência da República, Marina Silva, e o governador pernambucano, João Lyra.

O corpo de Campos será levado em carro aberto do Corpo de Bombeiros pelas principais ruas da capital pernambucana até chegar ao Palácio do Campo das Princesas, sede do governo do estado, onde será velado. Os corpos do jornalista Carlos Percol, do fotógrafo Alexandre Severo e do cineasta Marcelo Lyra serão levados em carros fúnebres.

Centenas de pessoas já aguardam o corpo do ex-governador no Palácio do Campo das Princesas. A prefeitura do Recife montou um esquema especial no trânsito, com a interdição de algumas vias próximas à Praça da República, para facilitar a chegada de admiradores de Campos à sede do governo estadual.

Além de mais de 500 autoridades, a expectativa é que mais de 100 mil pessoas, durante toda a madrugada deste domingo (17) e até o fim do dia, acompanhem o adeus ao político pernambucano. O corpo de Eduardo Campos será sepultado às 17h, no mausoléu da família, no cemitério Santo Amaro, no mesmo local onde está enterrado o avô Miguel Arraes.

Agência Brasil
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A direita, representada por Aécio Neves, quer que Marina seja a sua tábua de salvação

16/08/2014



A campanha eleitoral transcorria modorrenta, com resignação por parte da oposição. Tinha esgotado os graus de manipulação dos resultados de pesquisa, conseguindo, no máximo, passar a ideia de que os escândalos não tinham feito baixar o apoio ao Aécio.

As acusações ao governo já chegavam ao nível patético do caso da Wikipedia, não sobrava muito, nem para as perguntas à Dilma no JN. Tinham conseguido subir o máximo possível ao pastor. Aécio e Eduardo Campos ficavam nos seus patamares consolidados, as entrevistas dos dois no JN não entusiasmavam a ninguém.

Quando de repente veio o trágico acidente e a morte de Eduardo Campos. Os restos nem haviam chegado a Recife a os ventríloquos da direita já se assanhavam com a possibilidade de Marina ser a candidata no lugar dele.

Especulações e esperanças, aqui e lá fora, já projetavam uma reviravolta no quadro sucessório. O segundo turno estaria garantido, os riscos todos iam pra cima da Dilma. Marina partiria com  os tais 20 milhões de votos - que  parece que ela teria o poder de ter guardado na bolsa, intactos -  para disputar com Dilma. Os institutos de pesquisa corriam para formular suas desinteressadas perguntas, tipo: Você estaria disposto a mudar seu voto para Marina, se ela for candidata a presidente? Quem você prefere: Dilma ou Marina?

Mas de repente começam a surgir as dúvidas: Não é possível que a Marina não se aproveite dessa oportunidade de ouro de tirar o PT do governo? Será que o PSB vai querer lançar um candidato do próprio partido? Onde está a consciência cívica da oposição, que pode perder a possibilidade que o destino lhe deu de ganhar as eleições? De derrotar o PT?

Plenamente dispostos a enterrar definitivamente o debilitado Aécio, as vozes da direita se excitam, entre frenesi e angustia de perder essa oportunidade. Não importa se Marina não é uma pessoa confiável. Que pode assustar os empresários do agronegócio. Que tenha suas manias ecológicas. O que importa é tirar o PT do governo. Depois a gente vê. Se ela  chegar a ganhar, vai precisar do apoio parlamentar e dos governadores tucanos, vai precisar da mídia. Dá-se uns apertões e ela vai ceder, até porque não tem apoio próprio.



O corifeus da  direita quer que Marina os tire do aperto em que se meteram, com dois candidatos que, no máximo, poderiam levar a disputa para o segundo turno. Quer que Marina seja a sua tábua de salvação para derrotar o PT. Livrar-se da reeleição da Dilma e, quem sabe, até de um retorno do Lula!

Numa hora boa, quando tinham esgotado seu arsenal de futricas, quando o horário eleitoral vai começar e as condições da Dilma ganhar no primeiro turno aumentariam, acontece o acidente e recoloca a possibilidade da Marina mobilizar os votos dos desinteressados nos candidatos apresentados. Justo quando a direita se preocupava em mobilizar os do voto nulo, do voto em branco, da abstenção, dos indecisos, mas não conseguia entusiasmá-los com Aécio e Eduardo Campos, aparece quem pode servir para resgatá-los.

Já vão aparecer pesquisas, que correm para aproveitar o clima de consternação, para não perder esse clima e pressionar a Marina e o PSB com intenções de voto mirabolantes a favor dela e decepcionantes para qualquer outro candidato do PSB. A cena está montada. É ela, tem que ser ela, senão, ao contrário, a Dilma ganha e no primeiro turno.

Todos menos a Dilma – essa a candidatura da oposição, que agora olha para a Marina como sua bala de prata. 

Por Emir Sader-Carta Capital


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Vítima de injúria no WhatsApp pede a prisão do autor do crime

15/08/2014

Há 12 dias, a comerciária Juliana das Virgens, 28 anos, teve uma foto sua colocada no aplicativo de mensagens de celular WhatsApp com um texto dizendo falsamente que ela tem Aids e que estaria com uma agulha furando as pessoas pela rua. Para piorar, ainda divulgaram seus dois telefones na mesma mensagem e informaram o bairro onde ela mora.
Juliana teme, inclusive, sofrer eventuais agressões na rua (Foto A Tarde)

Depois disso, Juliana já recebeu mais de 200 ligações. Inclusive  durante esta entrevista uma pessoa desconhecida ligou para ela. Juliana já cancelou o número do WhatsApp porque estava recebendo centenas de mensagens.

Medo

Fora o transtorno e o crime contra a sua honra, Juliana vive com medo de andar pelas ruas e sofrer um  eventual atentado por parte de pessoas que acreditem na mensagem falsa. "Fico com medo de sair. Volto do trabalho às 10h da noite e estou assustada", declara inconformada com a situação.

Um dia após descobrir as falsas informações, Juliana foi até a 10ª Delegacia Territorial (no bairro de Pau da Lima em Salvador) para comunicar o fato à polícia. Mas foi orientada pelos policiais de plantão a procurar uma unidade especializada.

Nesta sexta-feira, 15, ela irá até o Grupo Especializado de Repressão a Crimes por Meios Eletrônicos (GME), localizado na  Polinter, no bairro dos Barris, para registrar um boletim de ocorrência (BO) contra o crime.

Orientação

O coordenador do Grupo Especializado de Repressão a Crimes por Meios Eletrônicos, delegado Charles Leão, explica que Juliana das Virgens foi vítima de um crime de injúria. Ele orienta que pessoas vítimas desses crimes por meio da internet ou por outros meios eletrônicos devem coletar algum indício que comprove o delito.

Se for em computador ou celular, a vítima deve fazer um print screen (foto) da tela. "A partir daí, a delegacia vai contatar o WhatsApp, Facebook ou o site que seja, para saber quem está propagando a mensagem", explica Charles Leão.

O delegado complementa informando que o novo Marco Civil da Internet obriga os sites, mesmo sediados fora do país, a fornecerem informações de registro de conexão para fins de investigação, sob pena de serem retirados do ar.

Cogitações

A vítima acredita que o autor do crime a conhece, pois foi usada a foto do perfil dela do WhatsApp e divulgados os números de seus telefones. "As pessoas com quem me relacionei são sérias. Não tenho um suspeito em especial, mas deve ser algum ex-namorado ou a namorada de um ex",  arrisca.

Ela tem dois filhos, que também estão sofrendo. "Um vizinho perguntou ao meu filho de 12 anos se eu estava com Aids. Aí, ele teve que explicar toda a história para a pessoa", disse.

Em maio passado, uma dona de casa foi linchada em São Paulo ao ser confundida com uma mulher que realizava rituais de 'magia negra' com crianças. Um retrato falado da suspeita foi publicado no Facebook.

A Tarde


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Presidente do TSE nega pedido de adiamento da propaganda eleitoral gratuita




O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, (foto)  rejeitou na quinta-feira (14) pedido do candidato à Presidência da República Eduardo Jorge (PV) para a adiar o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão, prevista para começar na terça-feira (19).

Na decisão, Toffoli afirmou que não é possível adiar o início da propaganda com base em um pedido individual de um candidato ou coligação. "Em que pese a relevância das razões apresentadas, não há como postergar o início da propaganda gratuita, pois a matéria é estabelecida pela legislação eleitoral e não por ato de vontade da Justiça Eleitoral”, decidiu.

Mais cedo, em entrevista coletiva, o presidente do TSE já tinha adiantado que o pedido não prosperaria e que o adiamento depende de consenso entre as coligações que disputam a Presidência da República.

No pedido, protocolado no início da noite, Eduardo Jorge alegou que o adiamento é necessário para permitir que a coligação de Eduardo Campos possa adaptar os programas que seriam veiculados. Campos morreu ontem (13) em acidente aéreo no litoral paulista.  “Essa medida significa respeito ao luto das famílias atingidas pela tragédia e ao pesar do povo brasileiro. Podemos ter, assim, um intervalo necessário para se dar início ao debate político tão essencial à nossa democracia”, defendeu o candidato.

Agência Brasil


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Traumas que abalaram o Brasil

14/08/2014

História do Brasil é marcada por episódios marcantes, como as mortes de Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek,  Tancredo Neves e, recentemente, Eduardo Campos.

Tragédias que resultaram em mortes de políticos ainda estão na memória de muitos brasileiros. E, depois do acidente com Eduardo Campos, pelo menos quatro personagens da História recente do país voltam à lembrança, inevitavelmente. Dois deles também morreram no mês de agosto: Getúlio Vargas (1954) e Juscelino Kubitschek (1976). 
Um destes episódios — que alterou os rumos do Brasil — completa 60 anos no próximo dia 24. Naquela madrugada, o país parou com a morte do presidente que saiu “da vida para entrar na História”. Vargas encerrou quase duas décadas como presidente (1930-1945 e 1951-1954) com um tiro no peito, no Palácio da Catete. “O primeiro episódio significativo para a História, envolvendo morte inesperada de presidente, foi com Vargas. E desencadeou na eleição de Juscelino Kubitschek”, afirma o professor de Ciência Política da Unicamp Valeriano Costa. 

Os últimos dias no poder foram marcados por pressão política e insatisfação popular. Um dos casos que agravou a crise foi o atentado fracassado contra o jornalista Carlos Lacerda, forte opositor do governo. O responsável pelo crime foi Gregório Fortunato, guarda-costas do então presidente. 

Sobre a morte de JK, em um acidente de carro em 22 de agosto de 1976, o professor ressalta que ainda não foi confirmado se tratou-se de fatalidade ou atentado motivado por questões políticas. “Juscelino seria um candidato à presidência em caso de abertura do regime militar. Ele seria uma liderança na democratização, mas morreu antes”. 

Outra morte que mudou a política do Brasil, segundo Valeriano, foi a de Tancredo Neves. Primeiro presidente após a ditadura militar, eleito em janeiro de 1985, ele não chegou a assumir, já que faleceu em abril, no Instituto do Coração, em São Paulo, após 38 dias internado. A causa oficial da morte foi diverticulite. Quem assumiu a presidência foi José Sarney. “Tancredo seria o elo que unia o PMDB com o PFL do Sarney, mas com a morte essa coalizão foi prejudicada”. 

Já Ulysses Guimarães estava em helicóptero que caiu em Angra dos Reis, em 12 de outubro de 1992. Presidente da Assembleia Nacional Constituinte que promulgou a Constituição de 1988, na época do acidente ele já não tinha o mesmo protagonismo político. “Era muito respeitado, mas não teria papel central na política, a não ser nos bastidores”.

Infarto matou uma das lideranças do PFL





Uma das perdas significativas de lideranças políticas foi a morte de Luís Eduardo Magalhães, então líder do extinto PFL na Câmara dos Deputados. Aos 43 anos, foi vítima de infarto, depois de uma caminhada, em 21 de abril de 1998. 

Filho do então presidente do Senado, Antonio Carlos Magalhães, que morreu em 2007, Luís Eduardo era pré-candidato favorito ao governo da Bahia e ainda era apontado dentro do PFL como o principal concorrente do partido à Presidência da República na eleição de 2002. Ele tinha sido presidente da Câmara entre 1995 e 1997. “A morte do Eduardo Magalhães teve um grande impacto dentro PFL. Ele era uma liderança muito importante”, aponta Valeriano.

Desastres aéreos



Nereu Ramos: presidente interino do país por três meses (1955-1956), morreu na queda de avião no Paraná, dia 16 de junho de 1958.

Roberto Silveira: o então governador do Rio de Janeiro morreu em 28 de fevereiro de 1961, oito dias após ter sofrido acidente de helicóptero em Petrópolis. Era pai do ex-prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira.



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Cinco perguntas sobre o impacto da morte de Campos na corrida eleitoral


Acidente com Cessna do candidato gerou choque e injetou incertezas na corrida eleitoral

A morte do ex-governador pernambucano Eduardo Campos gera uma série de incertezas para a corrida eleitoral deste ano - talvez as mais relevantes delas, neste momento, se a ex-senadora e presidenciável Marina Silva, vice na dobradinha, continuará na disputa e passará à cabeça da chapa para disputar o pleito.

Marina, que terminou as eleições de 2010 com 19% dos votos, é creditada por aportar uma parte importante do apoio dos eleitores à candidatura do PSB. Campos ocupava o terceiro lugar na disputa, atrás da presidente Dilma Rousseff (PT) e do senador Aécio Neves (PSDB).

Por outro lado, analistas ouvidos pela BBC Brasil apontam que ela não circula com a mesma desenvoltura por círculos ideológicos diferentes, incluindo setores influentes do ponto de vista do financiamento de campanha.
A ex-senadora ainda não indicou o que pretende fazer.

Para explorar os diferentes cenários, elaboramos cinco perguntas sobre os possíveis impactos da morte de Campos para a disputa eleitoral.

Quem pode assumir o lugar de Campos na chapa?

Segundo a legislação eleitoral, o partido de Campos poderá escolher outro candidato em até dez dias. A candidatura terá de ser respaldada pelas direções dos partidos que se coligaram com o PSB na disputa à Presidência: PHS, PRP, PPS, PPL e PSL.

O candidato poderá ser do PSB ou de qualquer um desses partidos, desde que todos estejam de acordo. Entre os nomes mais cotados está o da ex-senadora Marina Silva, atual vice da chapa. Marina se filiou ao PSB após a Justiça Eleitoral rejeitar a criação de seu partido, a Rede Sustentabilidade.
 
Cabia a Campos harmonizar posições divergentes entre a vice e o PSB

No entanto, a relação entre Marina e dirigentes do PSB é delicada. Cabia a Campos harmonizar posições divergentes entre a vice e o PSB.

Se por um lado a morte de Campos a torna a candidata natural do PSB para a disputa, por outro, unificar o partido – e as demais siglas da coalizão – em torno de seu nome será um grande desafio.
Marina pode, ainda, abrir mão da disputa. A ex-senadora ainda não disse qual será sua posição.

 

Para onde vão os eleitores dele?


Na última pesquisa do Ibope, divulgada na semana passada, Campos aparecia com 9% das intenções de voto. Segundo analistas, seus votos não têm um herdeiro óbvio – nem mesmo se Marina Silva assumir a cabeça da candidatura.

Apesar da aliança com Marina, muitos dos seguidores de Campos expressam reserva com a vice.

"Campos circula melhor que a Marina entre os eleitores, porque não tem um discurso associado a dois perfis de eleitor muitos distintos: o evangélico e o ambientalista", diz Silvana Krause, professora de Ciência Política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Por outro lado, caso se candidate, Marina poderia recuperar votos de eleitores que a apoiaram em 2010, mas planejavam votar em Dilma ou Aécio em 2014. A ex-senadora terminou em terceiro lugar naquela eleição, com 19% dos votos.

Para Krause, os eleitores de Campos que não aderirem a uma eventual candidatura de Marina deverão se dividir entre Dilma e Aécio pelos seguintes critérios: a petista deve herdar os votos de eleitores de centro-esquerda, preocupados com políticas sociais, enquanto o tucano ficará com os votos dos eleitores antipetistas, com perfil mais conservador.

Qual será a posição dos doadores da candidatura do PSB?


Marina é vista com reserva pelos empresários do agronegócio

Bem relacionado com empresários, Campos havia recebido até agora R$ 8,2 milhões em doações para a disputa de 2014, segundo a primeira parcial divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Dilma recebeu R$ 10,1 milhões, e Aécio, R$ 11 milhões.
A morte dele lança dúvidas sobre a capacidade do PSB de manter o fluxo de doações.

As três empresas que até agora mais doaram para Campos são do ramo do agronegócio: a Atasuco, fabricante de sucos e aromas, doou R$ 1,5 milhão, a JBS, maior produtora de carnes do mundo, doou R$ 1 milhão, e o mesmo valor foi doado pela Cosan, gigante do setor de açúcar e biocombustíveis.

Caso Marina assuma a cabeça da chapa, é improvável que empresários do agronegócio mantenham o nível de doações, já que a candidata é vista pelo setor com reserva.
Com menos doações, uma eventual campanha de Marina teria de ser mais modesta.

 

De que forma a morte afeta as coligações do PSB nos Estados?


Segundo a cientista política Silvana Krause, da UFRGS, as alianças costuradas por Campos para eleições estaduais não deverão ser alteradas, mesmo que Marina assuma a cabeça da chapa.

Em busca de nacionalizar sua campanha, Campos aliou-se a candidatos de outros partidos em disputas para governos estaduais. As negociações geraram atritos com Marina, que rejeitava alianças com partidos não alinhados ideologicamente com a candidatura.

Em nota divulgada em junho, a Rede Sustentabilidade, grupo político de Marina incorporado pelo PSB nesta eleição, anunciou que a ex-senadora só participaria de atividades de candidatos a governos estaduais apoiados pela Rede.

A Rede ainda não disse se a morte de Campos altera esse quadro.

Para Krause, a tendência é que, caso assuma a candidatura do PSB, Marina só busque o apoio de candidatos cujas alianças ajudou a negociar.

Fonte: BBC
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