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Essas viagens rotineiras me cansam

25 de mai de 2015

Em razão do meu trabalho tenho que viajar, compulsoriamente,  para garantir o iogurte e o queijo coalho das minhas crianças.  Nestas condições laborativas, o escritório onde estou a  queimar o que ainda me resta de massa cinzenta, faz com que eu, imperativamente, viaje de avião, porque os meus superiores hierárquicos afirmam  ser questão de economia, de tempo e dinheiro, apesar de contra-argumentar, sem obter sucesso, que as minhas fobias aéreas necessitam, primacialmente, de análises  profundas, segundo a psicóloga da qual sou um fugaz paciente.

Para que vocês compreendam, estou a  escrever, ou melhor, a digitar  esta matéria no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, enquanto espero um voo para São Paulo. Por isso peço desculpas aos insignes leitores do A Voz pela pressa que me conduz nesta escrita digitada. 
 
Vim ao Rio para participar de duas audiências no Juizado Especial Cível, na histórica praça XV de Novembro, no  Centro,  e daqui sigo para São Paulo para labuta semelhante.

Asseguro-lhes que estou a  digitar esta postagem para o A Voz,  sentado nas cadeirinhas azuis do aeroporto, pregadas umas às outras, para dizer que a titulo de café da manhã, tive de  fazer um lanche aqui no Santos Dumont  e senti, no meu bolso raso, os  preços decolarem tais quais o avião da Avianca no qual  daqui a pouco irei embarcar. Os preços das lanchonetes deste aeroporto chegam a custar o triplo do que é cobrado em shoppings e lanchonetes do Rio de Janeiro. 

Disseram-me, aqui mesmo no aeroporto, que a elevação dos preços nas lanchonetes se deu para  contestar os petistas e em face da chegada das classes C e D ao saguão de embarque dos aeroportos brasileiros e, por isso, até forçaram  que a Infraero  agisse para que os novos passageiros não pudessem pagar 15 reais por um misto quente com um refrigerante.  Cobram caro e  ainda batem o pezão para não diminuir os preços. 

Um pão de queijo grande, no Santos Dumont, custa R$ 7, mas é vendido por R$ 2,70 em uma franquia da mesma rede no centro do Rio. Os preços altos obrigam quem trabalha neste aeroporto a trazer comida de casa, conforme me disse uma garçonete que é baiana e reside na comunidade pavão-pavãozinho em Copacabana...

Infelizmente tenho que me interromper e parar por aqui. Estão chamando o meu nome, com aquela voz estereotipada de aeroporto, para o  embarque imediato.  Quase perdi o voo  pois a  fiação do meu  notebook enganchou na tomada. Estou correndo até o portão de embarque. Prometo, ao voltar para Salvador, que vou sugerir ao pessoal do escritório que me despachem  de ônibus ou de jatinho fretado.  Bye, bye.

Nilson Machado de Azevedo




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CUBA VENCEU

23 de mai de 2015


Os Estados Unidos já se envolveram em inúmeras guerras ao redor do mundo. A sua maior vitória, talvez, não foi nem militar, mas ideológica, com a queda da União Soviética e o fim da Guerra Fria. Mesmo assim, também há várias derrotas em seu currículo. No quesito militar, talvez a mais vergonhosa foi contra o pequeno e pobre Vietnã. E, ontem, encerrou-se uma longa guerra militar e ideológica contra mais um pequeno e pobre país, desta vez no Caribe. Com o anúncio da retomada das relações diplomáticas com Cuba, o presidente dos EUA, Barack Obama, admite o óbvio: apesar de todos os esforços e da tentativa de isolamento do regime dos irmãos Castro, nada funcionou, e Cuba prevaleceu. O pequeno David venceu, mais uma vez, o gigante Golias.
 

 
Talvez não fique claro de imediato porque isso simboliza uma derrota americana. Mas um passeio rápido pela história explica. Apesar do que se pode acreditar, a Revolução Cubana começou nacionalista, e não socialista. Tornou-se socialista, uma vez no poder, por conveniência. Contrariando os interesses americanos na ilha ao retirar do poder Fulgencio Batista, aliado dos EUA, restou a Fidel Castro a opção de se alinhar ao bloco socialista para, entre outras razões, obter certa ajuda e proteção da União Soviética. A partir de então, foram inúmeras as tentativas americanas de derrubar o regime castrista, desde a fracassada invasão militar na Baía dos Porcos, até as repetidas tentativas de assassinato de Fidel, por envenenamento, explosão, etc. Se um gato tem 7 vidas, Fidel Castro tem 700.

A iniciativa mais duradoura, no entanto, visando a derrubada do regime cubano, foi o embargo econômico à ilha. Se não era possível derrotá-la militar nem politicamente, restava então sufocar a economia do país até que ele entrasse em colapso por si só. O governo americano acreditou que, submetendo o país a um isolamento que impedisse seu desenvolvimento econômico, a população cubana iria, eventualmente, se revoltar contra o regime e derrubar os irmãos Castro do poder. Entretanto, não foi o que ocorreu.

Diferentemente do que uma direita raivosa pode acreditar (e sem querer apoiar aqui o regime castrista), a repressão em Cuba foi muito menor e diferente do que no totalitarismo stalinista. Enquanto a União Soviética existia, o país ainda viveu uma certa prosperidade, embora dependente do regime soviético. Com a queda do bloco socialista na Europa, a ilha caribenha amargou o isolamento e sérias dificuldades econômicas. Ainda assim, ostentando índices sociais surpreendentes, apesar dos problemas econômicos, o regime cubano sobreviveu sem tantos percalços políticos, mesmo com a saída de Fidel para a entrada de seu irmão, Raul Castro, no poder.

O mais relevante da história toda, contudo, é a inexistência de ameaça que Cuba apresentava aos EUA ou à região depois do fim da Guerra Fria. Enquanto aliado da União Soviética, ainda se podia dizer que o país representava um perigo, como na Crise dos Mísseis de 1962, quando o mundo chegou mais perto de uma guerra nuclear do que se imagina. Porém, após a queda do bloco socialista, o único interesse de Cuba era sobreviver e prosperar. Sendo assim, o embargo econômico imposto pelos EUA servia apenas para insistir na derrota do velho inimigo, mesmo que por orgulho. Como esta derrota não veio, e já se passaram mais de 20 anos desde a queda da União Soviética, o embargo se tornou anacrônico, uma relíquia da Guerra Fria que se mantém apenas para não admitir o seu fracasso.

 É verdade que, mesmo com o gesto inicial de Obama, o embargo não foi encerrado. Isso ainda precisa passar pelo conservador Congresso americano, que não vai engolir a ideia tão facilmente. E o que será de Cuba? Há quem pense que será o início do fim do regime socialista na ilha. Afinal, era fácil culpar os problemas sociais e econômicos do país no embargo econômico. Com o seu fim, e sem ver melhoras em suas vidas, os cubanos podem começar a questionar a manutenção do regime. Todavia, é mais fácil supor que isso ocorra já com a morte dos irmãos Castro, e não com o fim do embargo econômico. É mais provável, então, que ocorra o outro cenário, também destacado por analistas, que é a formação de uma “China do Caribe”; ou seja, o mesmo capitalismo de Estado praticado pelo regime chinês, mantendo-se uma mão forte na economia e na vida social. Quem viver, verá.

De resto, palmas para o presidente Barack Obama, que teve a coragem de admitir que a situação não era mais sustentável do jeito que estava, e para o Papa Francisco, que se revelou um importante mediador entre os dois países, retomando um papel de protagonismo do Vaticano na política internacional. Ambos serão chamados de comunistas pelos comentaristas raivosos, é claro, mas não se pode exigir racionalidade a essa gente. E, no fim, o Brasil mostra que estava certo o tempo todo em financiar o porto cubano em Mariel, apesar das críticas. O pragmatismo da diplomacia brasileira mostrou-se, mais uma vez, à frente do seu tempo, muito além de questões ideológicas, como alguns, infelizmente, insistem em afirmar. Ganham todos; perde quem ainda acredita estar na Guerra Fria.
 

Com informações do GRAMMA


 

 
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Breve história de Belchior




 

"Belchior é um dos maiores compositores de todos os tempos da nossa música popular, as sutilezas poéticas de sua obra são encantadoras, emocionam e gozam de uma liberdade que, por vezes, podem ser comparadas às genialidades de Fernando Pessoa e Bob Dylan", diz o músico Khalil Gibran, em artigo especial. "Resta-nos saber quais versos Belchior ainda guarda para nós “sob as dobras do blusão”. Que discos tem ouvido? Com que pessoas tem conversado?"
Era agosto de 1971 quando a canção “Na Hora do Almoço” venceria o IV Festival Universitário de Música Brasileira, promovido pela TV Tupi do Rio de Janeiro. A música seria a primeira de muitas do cantor e compositor cearense Belchior, que ficariam conhecidas por gerações e gerações de brasileiros.

Nascido na cidade cearense  de Sobral, Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, ou simplesmente Belchior, teve uma infância simples, de menino do interior, como ele próprio gosta de descrever, porém, a Sobral da sua meninice era uma cidade repleta de sons, cores e poesia, que iluminariam seu imaginário por toda a sua trajetória. Alguns deles, dentro da sua própria família, como de seu pai, que tocava sax e flauta, e de sua mãe que, cantava no coro da igreja local.

Belchior conta que havia na cidade uma rádio que se espalhava por todos os cantos, através das então conhecidas radiadoras (alto-falantes cônicos que lembram um megafone e eram usados para propagar o som pela cidade). Além disso, Bel, como gosto de me referir ao poeta, adorava admirar as pinturas das igrejas (Sobral tem muitas) e correr atrás das bandas de música, tradicionais grupos musicais do Nordeste, compostos por sopros e percussão, que ainda resistem ao tempo nas cidades do interior.

Mudando-se para Fortaleza a fim de continuar seus estudos, o artista acabou por ingressar no Liceu do Ceará, de onde sairia para um Mosteiro, em Guaramiranga – CE, e de lá para a faculdade de Medicina, em Fortaleza. Somente por essa época, Belchior teria contato com o movimento artístico que efervescia na cidade e de onde sairiam nomes como Fausto Nilo, Fagner, Ednardo, Rodger, Cirino e outros tantos. E foi ali, com aquele grupo de novos amigos, que ele viu pela primeira vez a possibilidade de compartilhar sua arte com outros colegas.

Em meio à criativa boemia fortalezense do início dos anos 70, o jovem cantor resolveu largar a faculdade de Medicina e encarar a “vida de artista”, mudando-se para o Rio de Janeiro em 1971. Quando venceu o supracitado Festival Universitário, teve compactos lançados em 1971 e 1973, e em 1972, sua canção “Mucuripe”, em parceria com Fagner, foi lançada por Elis num compacto. Seu primeiro Long Play, Mote e Glosa, no entanto, só seria lançado em 1974.

Apesar das conquistas, o nome de Belchior só ganharia grande notoriedade com o lançamento de Falso Brilhante, em 1976, disco antológico de Elis Regina em que ela interpretava, de forma visceral, “Velha Roupa Colorida” e “Como Nossos Pais”. Esse foi o LP mais importante da carreira de Elis, um registro em estúdio de parte do repertório do seu espetáculo musical de maior repercussão.

Com o sucesso das composições de Belchior na voz de Elis Regina, a Polygran lançaria, em agosto de 1976, o disco que viria a ser um dos mais importantes de todos os tempos para a música brasileira, e após 39 anos, Alucinação, de Belchior, ainda ecoa várias canções por rádios, TVs, shows e regravações em todas as partes do Brasil. Canções como “A Palo Seco”, “Apenas Um Rapaz Latino Americano”, “Como Nossos Pais”, “Fotografia 3x4”, “Alucinação” e todo o restante do disco, se tornariam verdadeiros hinos, entoados nos shows de Belchior por toda sua carreira.

Sem sombra de dúvidas, Belchior é um dos maiores compositores de todos os tempos da nossa música popular, as sutilezas poéticas de sua obra são encantadoras, emocionam e gozam de uma liberdade que, por vezes, podem ser comparadas às genialidades de Fernando Pessoa e Bob Dylan. Se Bel queria mesmo que seus versos, feito faca, cortassem a nossa carne, ele conseguiu. Porque a juventude do nosso coração é perversa e nos faz sofrer, perceber que “ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”. Nesse mundo, é difícil não querer o a cabeça pensa, querer o que a alma deseja, e enxergar que “a vida inteira está naquela estrada, ali em frente”.

Resta-nos saber quais versos Belchior ainda guarda para nós “sob as dobras do blusão”. Que discos tem ouvido? Com que pessoas tem conversado?

Ele é “apenas um rapaz latino-americano, sem dinheiro no banco, sem parentes importantes e vindo do interior”, mas soube compreender e cantar, como poucos, a nossa solidão, o nosso som, a nossa fúria e a nossa “pressa de viver”.
Viva, Belchior!
Para quem quiser conhecer um pouco mais da história do artista, segue a entrevista realizada com Belchior.
 
Kalil Gibran

HYPERLINK "https://www.youtube.com/watch?v=LQnlczSXUAQ" https://www.youtube.com/watch?v=LQnlczSXUAQ
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Pequenas doses de cachaça fazem bem à saúde



 


Pesquisadores afirmam que a primeira poção alcoólica foi preparada na China, por volta do ano 8000 a.C.  Ou seja, a primeira “birita”, algo entre a  cerveja e o vinho, é tão antiga quanto o homem.  A verdade é que a evolução tecnológica também permitiu novos sabores etílicos. Sejam destilados ou fermentados, o homem é um grande consumidor de bebida alcoólica. E, assim como muitas coisas inventadas que já não existem mais pela inutilidade na vida moderna, a bebida alcoólica, ao contrário, não tem a mínima chance de ser afogada pela história.

A bebida, assim como tudo na vida, em doses comedidas pode fazer bem à saúde humana. Pesquisadores de todas as partes do mundo já fazem essa afirmação: em pequenas doses, o álcool não é prejudicial ao ser humano.

Quais são esses benefícios, afinal de contas?  As principais benesses de se beber álcool com moderação: quem consome quantidades moderadas apresenta níveis de HDL (“o colesterol protetor”) 10% a 20% mais altos do que os abstêmios; a presença de álcool na circulação interfere com os mecanismos de coagulação do sangue, aumentando o seu tempo. Com o sangue menos coagulável, haveria mais dificuldade para a formação de trombos nas artérias coronárias; e beber moderadamente pode reduzir a probabilidade de infarto indiretamente, ao diminuir o risco de desenvolver diabetes do tipo 2, aquele que costuma se instalar na vida adulta.

Bem, no caso da cachaça, qual seria a quantidade considerada moderada? Os especialistas divergem nesse ponto, e é difícil afirmar uma medida única para todas as pessoas. Entretanto, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), para o homem o limite diário seria de duas doses, ou seja, aproximadamente 25 gramas de cachaça. Já para as mulheres a dose deve ser limitada a 12 gramas. A ingestão de doses diárias acima desse padrão é considerada prejudicial e representa algum risco para a saúde dos indivíduos.

Atente-se para a questão da cachaça de qualidade. Quando se fala em dose moderada de bebida, a pessoa precisa ficar atenta. No caso, fala-se em um rótulo de qualidade, pois o teor alcoólico é diferente das cachaças que não são de classe. Mas a verdade é essa: com moderação tudo é possível na vida.  
 
Na condição de xiquexiquense "das antigas", gosto da cachaça catuzeira,  dos brejos do Icatu, especialmente quando sai quentinha do alambique. Costumo beber, também, as mineiras Januárias: Claudionor, Caribé, Nova Aquino etc.   As mais famosas delas  são do município de Salinas, destacando-se  a Anísio Santiago, antiga Havana (dizem que o governo cubano os obrigou a trocar o nome, não sei se é verídico). É envelhecida em dornas de bálsamo. Ela é muito famosa por ser considerada a melhor do mundo. Você pode encontrá-la por  R$ 300,00 aproximadamente. Mas é melhor do que o melhor uísque escocês.
 
Fonte: Rural Centro
 

     

 

 

     
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Aécio diz preparar nova estratégia para derrubar a presidente Dilma


 

Tachado de "arregão", por ter desistido de pedir o impeachment da presidente Dilma Rousseff, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que "não há recuo, mas estratégia" na decisão de não levar à frente, neste momento, o pedido contra ela. O tucano diz considerar importante que os movimentos vejam que "essas ações podem ser complementares" e que "nada está descartado" pela oposição.

"É importante que haja uma compreensão de que as nossas ações podem e devem ser complementares. O que estamos fazendo não vai na contramão do que eles pregam, ao contrário. Pode ser um insumo importante", afirmou o tucano.

Ao lado das outras siglas de oposição, o PSDB anunciou na quarta (20) que, com base em parecer elaborado pelo jurista Miguel Reale Júnior, optaria por pedir a abertura de uma ação penal contra a presidente, argumentando que ela cometeu crime comum ao usar recursos de bancos públicos para fechar as contas do governo, as chamadas "pedaladas" fiscais".

Havia, no entanto, mesmo entre deputados tucanos uma expectativa de que o parecer abrisse caminho para um pedido de impeachment. Logo após comunicar a decisão, Aécio passou a ser alvejado nas redes sociais por líderes de grupos anti-Dilma, como o MBL (Movimento Brasil Livre) e o Revoltados Online.

Aécio afirma que o pedido de abertura de uma ação penal, que será feito ao procurador-geral da República na terça (26), foi o caminho que "uniu as oposições por, hoje, representar com mais facilidade a possibilidade de investigar a presidente". "É natural que eles tenham a sua agenda, mas tenho certeza que saberão respeitar a nossa. Nada está descartado", afirmou. "O processo é dinâmico e todas as hipóteses são admitidas", encerrou.
 
Viomundo
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Obras em andamento do “Minha Casa Minha Vida” não sofrerão cortes de verbas

22 de mai de 2015




Principal programa de investimentos do governo federal, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sofreu corte de R$ 25,9 bilhões, respondendo por 37% do contingenciamento de R$ 69,9 bilhões no Orçamento de 2015. De acordo com o Ministério do Planejamento, o cronograma de investimentos preservará projetos estruturantes e em fase de conclusão.

Com o contingenciamento (bloqueio) de verbas, o orçamento do PAC em 2015 foi reduzido para R$ 40,5 bilhões. O governo poderá ainda empenhar (autorizar) gastos de R$ 39,3 bilhões, mas parte dessas autorizações pode ser executada somente em 2016, transformando-se em restos a pagar – verba de um ano gasta no exercício fiscal seguinte.

Segundo o Ministério do Planejamento, os investimentos prioritários do PAC serão poupados. A lista de investimentos fora do corte inclui o Programa Minha Casa, Minha Vida, obras em andamento de saneamento e de mobilidade urbana, projetos de combate à crise hídrica, construção de rodovias e ferrovias, obras nos principais portos, ampliação de aeroportos prioritários e o Plano Nacional de Banda Larga.

Segundo o ministro Nelson Barbosa, o PAC permanecerá com orçamento relevante, apesar dos cortes. "Ainda é um volume expressivo de recurso. Dá para dar andamento ao Minha Casa, Minha Vida e às obras com mais de 70% de conclusão. O investimento está sendo priorizado no que é possível. É suficiente para fazer muitas coisas. O governo tem de continuar com os programas prioritários para atender à demanda", acrescentou.

Em relação ao Minha Casa, Minha Vida, o ministro informou ser possível concluir a construção de 1,6 milhão de casas e lançar a terceira fase do programa habitacional no segundo semestre. “O valor previsto no PAC é suficiente para fazer muitas coisas e iniciar projetos novos, com responsabilidade financeira e mantendo responsabilidade social”.

 
Agência Brasil


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Salvador que não se salvou




Enquanto uns poucos iluminados "divergem" se deveria haver mais um aumento do IPTU em 2016, uma imensa parcela da população da periferia sobrevive em meio ao lixo acumulado nos passeios - quando existe - falta de remédios básicos nos postos de saúde, escolas abandonadas, etc. Dizer o quê?

Os mais exaltados e raivosos saem logo na ofensiva e alertam "votou neles, agora não reclama", como foi feito com a favelinha da avenida Magalhães Neto, ou agora mesmo quando as chuvas destes meses de abril/maio levaram as "obras" do corredor de tráfego Largo do Tanque-Calçada.  Outros, ainda mais incrédulos - talvez sejam nós os eleitores petistas - sentenciam: não viram ainda o que terão pela frente. É só esperar. 

Voltando ao lixo, a foto acima é da Rua da Mangueira, local perdido bem próximo da urbanizada área do Canal do Imbuí. Logo na entrada, e em frente às quadras poliesportivas, surge um majestoso prédio de 18 andares, complexo de luxo a incorporar residências com espaço comercial. Chique. 

Nesta rua, com saída para a Estação de Tratamento de Água da Bolandeira\Embasa, os moradores informaram que os caminhões da Limpurb tomaram "doril". Ninguém sabe, ninguém viu. Apesar de ter em casa panfleto dizendo que a coleta será feita três vezes na semana (segunda, quarta e sábado), faz tempo que o povo vê a passagem de nenhum caminhão. Enquanto isso, o lixo se acumula, moradores ameaçam levar o lixo para o Palácio Thomé de Souza, onde se localiza a prefeitura. As crianças correm, como sempre, o risco de contraírem doenças.
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A ERITROFOBIA PAULISTANA



Coxinha paulistano após a vitória de Dilma

Ah, o vermelho! Cor da paixão, da sensualidade... Em terras bandeirantes, porém, ela gera um fenômeno curioso: leva à loucura, ao fanatismo, ao ódio extremado gente que nasceu com o intestino no lugar do cérebro.

Há uma cidade no Sudeste do Brasil em que ocorre um fenômeno impressionante. Um bando de fanáticos endinheirados passou a ter ataques histéricos ao ver a cor. São como touros, que se enfurecem ao vê-la e investem, desembestados, contra a flâmula rubra.

Dizem que o vermelho é a primeira cor que os bebês enxergam. Não sei se é verdade, mas é a única cor diante da qual ninguém fica indiferente.

E não é estranho que os reacionários, carolas por natureza, tenham ódio ao vermelho? Afinal, a igreja católica usa a cor para simbolizar o sangue e a vida de Jesus. As batas dos sacerdotes católicos, o manto do altar das igrejas, tudo vermelho.

Não é curioso o vermelho gerar ódio nos descerebrados apesar de ser a cor do amor? Por isso os desenhos de corações são pintados de vermelho, por isso damos rosas vermelhas como símbolo de amor ao presenteado.

Na China, vermelho é a cor mais popular, significando alegria e fortuna. Restaurantes são decorados com vermelho, noivas se casam de vestido vermelho.

Na Índia, acreditam que o vermelho traz fortuna e prosperidade ao casamento. Vestir-se de vermelho ou pintar um símbolo vermelho na testa (bindi) sinaliza que uma mulher é casada.

Em todas as línguas existem nomes próprios que significam vermelho: Rufus, Roy, Robinson, Roger, Rudolf, Roberto, Scarlet, Ruby, Susana...

Aos supersticiosos, lembro que o vermelho é usado contra mau-olhado.

É, também, a cor do luxo – tapetes estendidos para celebridades e autoridades caminharem durante uma cerimônia são, invariavelmente, vermelhos.
 

Definitivamente, o vermelho é uma cor à qual ninguém fica indiferente. A fobia rubra dos fascistas de São Paulo tem até nome científico: "eritrofobia", aversão à cor vermelha.

E os lábios femininos, hein! Quão lindos e sensuais ficam quando pintados de vermelho.

E o vermelho também é portador de boas notícias – é a cor com que escrevem preços nas vitrines durante liquidações.

O vermelho é autêntico, é uma cor nascida de si mesma. É cor primária e básica na teoria das cores e não pode ser obtida da mistura de outras cores. O vermelho é puro, não contém partículas de amarelo nem de azul.

Aliás, se você fosse comprar uma Ferrari é óbvio que ela seria vermelha.

O vermelho deixa as mulheres mais bonitas. Seja nos lábios, nas unhas ou no rosto ruborizado de uma mocinha.

Inclusive, segundo reportagem recente da BBC uma pesquisa publicada na revista científica Biology Letters analisou os efeitos da cor da roupa sobre a percepção da personalidade de uma pessoa e concluiu que homens que se vestem de vermelho passam imagem de "dominância".

De onde vem, então, esse pavor dos paulistanos mais abastados ao vermelho, que os leva a fazer ponto na rua para agredirem moral e fisicamente qualquer pessoa que passe usando uma peça de roupa dessa cor?

O mais divertido em tudo isso é que os "vermelhofóbicos" de São Paulo estão condenados a uma ironia cruel: por mais que odeiem o vermelho ele corre em suas veias, ainda que pensem ter sangue azul.

 

Por Eduardo Guimarães

Blog da Cidadania

 

 
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Quem diria, nasci na Bahia (II)

21 de mai de 2015


Vista panorâmica da cidade de XiqueXique-BA


Famoso cancioneiro baiano nascido no litoral da Bahia de Todos os Santos e dos milagres, Dorival Caymmi veio a indagar aos seus ouvintes e correligionários, em tom poético e em especial a uma senhora afrodescendente, se eles já foram à Bahia.

Na remota possibilidade de alguém não conhecer a Bahia, Caymmi até  lançou a receita de culinária, convidando turistas americanos, afegãos, argentinos, jordanianos,  piauienses e sergipanos, com imposição: “Então vá, porque lá tem munguzá, carurú e vatapá”.

Quem verificar a letra desta composição do saudoso Dorival, entenderá que a Bahia a que ele se refere, é tão somente a Cidade do Salvador, a Soterópolis que pertence tanto aos santos católicos quanto aos orixás,  jamais ao Sertão.

A população baiana que vive longe, afastada do litoral, aquele povo do interior, notadamente do semiárido, nós xiquexiquenses, quase não comungamos com as identidades, com o estilo de vida do espaço metropolitano, da faixa litorânea, da capital e do recôncavo.

A culinária, os festejos religiosos, as manifestações de cultura, o sotaque ou a maneira de pronunciar as palavras, são diferentes. O Sertão, pensado por Euclides da Cunha, Guimarães Rosa e Patativa do Assaré, transmite e revela um contexto filosófico, uma maneira de ser, um longe bem perto como assim nos oferece a légua de beiço, ao abstrair simbolicamente a quilometragem que é  uma invenção dos neurastênicos do litoral com diria Euclides.

Houve um  tempo em que se ia à Bahia quando se viajava para a capital.  Salvador era  considerada toda a Bahia.   Até mesmo  Jorge Amado distingue  Salvador e seu recôncavo como o protótipo cultural da amabilidade, da sensualidade,  da valentia e da malemolência. Para tanto contou com o adjutório de  todo aparato midiático, artístico, literário e acadêmico  quando romantizou a Soterópolis, seus becos, mercados, rendez-vous,  lupanares e assemelhados,  enquanto  o sertão foi associado à pobreza, ao conflito, à ruralidade,  embora sob este ponto de vista  o escritor Wilson Lins, autor de "Remanso da Valentia" e dos "Cabras do Coronel", nascido nas barrancas do Velho Chico, em Pilão Arcado,  pensou  de forma antagônica e mítica ao historiar a faina, a intrepidez,  a bravura  do homem do sertão.

Num contraponto interessante a respeito do sertão e do litoral da Bahia, um dia, ainda estudante, questionei um eminente professor de direito e de  ciência política, quando ele, açodadamente,  dizia em alto e bom som: “A teratologia política  talvez tenha origem em XiqueXique.” referindo-se aos "Barulhos", às disputas políticas acirradas do começo do Século XX,  ocorridos na aprazível cidade barranqueira.

Pela constatação histórica,   presenteei o professor com um exemplar de Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, edição comentada.

Por esses pormenores, fui  denominado Riobaldo Tatarana  pelo estimado professor.

Aliás, sou velho companheiro desse personagem central de Grande Sertão: Veredas, livro  que revelou ao Brasil letrado o que o sertanejo tem a dizer e  talvez eu não  tenha dito.

Se o Brasil vai do Oiapoque ao Chuí, a Bahia vai desde o Rio São Francisco no município de Curaçá, à Barra do Riacho Doce no município de  Mucuri, no sentido Norte-Sul. Já Salvador, para se saber os seus limites, só pesquisando...ou viajando de metrô.

Nilson Machado de Azevedo



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Os cabos eleitorais na geografia do terror

20 de mai de 2015

Se você já perdeu tempo tentando debater política com reacionários,  verá que eles  assistem os jornais da Globo ou outras mídias de massa burguesóide e fascizante,  leem a Veja,  Estadão, Folha,  Época e acreditam que  com isso serão especialistas em política- do mesmo modo  acreditam que  jogo de futebol os faz técnicos  ou que assistir  missa os faz santos.  O único conhecimento político que apresentam é pura presepada, uma papagaiada sem base nenhuma.
Quando você os contrapõe, eles, sem argumentos, radicalizam ainda mais e dizem que todos os  filiados ou simpatizantes do Partido dos Trabalhadores são corruptos, ladrões, comunistas etc. Acham, nesta mesma  linha de raciocínio, que todo progressista, todo revolucionário  é um comunista que quer tirar seu dinheiro e entregar para pessoas que não merecem, a exemplo do Bolsa Família, embora  desconheçam a origem deste programa, a sua essência e o seu sucesso no resto do mundo.
Obviamente  esses “reaças”  não têm ideia do que estão falando. Geralmente repetem coisas ditas por espertos  do tipo Arnaldo Jabor,  Olavo Carvalho,  Merval Pereira e outros parasitas  da mesma laia.
Acreditam que os movimentos anticapitalistas querem roubar a sua liberdade,  bem assim, tirar tudo aquilo que o dinheiro compra,  mas não compreendem o conceito de capitalismo, nem reconhecem como esses movimentos foram cruciais para que eles mesmos tivessem os direitos que têm hoje.
Acham que o PT é comunista e bandido.  E se deles discordar vão dizer que você é leitor do A  Voz, que é  uma ovelha. Querem que o nosso leitor aceite tudo o  que eles dizem, cegamente,  sem questionar.  O que é não possível em se tratando da maioria dos leitores do A Voz.
Os reacionários, principalmente do tipo paulista, além de alienados  são violentos. Recomendamos que se você, for nordestino,  votou em Dilma e estiver em São Paulo, tenha cuidado e fique de olho nas mãos e nos gestos desses elementos.
Por falar em São Paulo, ontem peguei um taxi nas imediações da Avenida Paulista,  onde me hospedo,  para o Aeroporto de Congonhas,  visando  embarcar num avião de volta a  Salvador.
Costumo fazer esse trajeto sempre de taxi. Assim, posso afirmar que os taxistas de São Paulo é a categoria mais reacionária que há na rica e poluída Capital Bandeirante.
A maioria desses taxistas transporta passageiros engravatados dos Jardins para o aeroporto. Eles reproduzem o mesmo besteirol elitista da classe média, do antipetismo varejista que em São Paulo se transformou em paranoia coletiva. É aí que esses taxistas paulistas usam da mesma retórica tacanha do “Já votei no PT e estou decepcionado" ou “sou apartidário”,  quando tentam convencer os passageiros sem gravatas, aqueles que não são os  dos Jardins, de que qualquer candidato é bom desde que não seja petista.  Convenhamos. Isso é de uma extrema burrice e uma exacerbada sem-vergonhice imitativa  que, aliás,  tomou conta de São Paulo.
Por lá, xingar  pobres,   petistas,  nordestinos e quem votou em Lula e Dilma, virou mania com lances esquizofrênicos  de indescritível brutalidade doentia.
No entanto, esses pobres diabos,  paranoicos e incultos,  não têm coragem de assumir que votaram em Aécio e Alckmin. São cabos eleitorais do terror!
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Alunos de escola em Feira de Santana assistem aulas de guarda-chuvas

19 de mai de 2015



Alunos do Colégio Estadual Luiz Viana Filho, em Feira de Santana, Portal do Sertão, assistiram as aulas desta segunda-feira (18) em uma situação inusitada. Devido a problemas estruturais da escola, construída há mais de 40 anos, os estudantes acompanharam as aulas munidos de guarda-chuvas abertos.

Segundo a diretora da escola, Luciana de Macedo Macário, o problema de goteiras no telhado da sala ocorre toda vez que chove forte ou passa uma ventania. “Como tem chovido muito em Feira isso agravou o problema.

A questão é que o telhado foi construído de forma irregular e a estrutura do colégio também está com problemas”, conta Luciana em entrevista ao Bahia Notícias. Segundo ela, nesta terça-feira (19) os alunos só puderam assistir às aulas porque foram feitos reparos emergenciais no telhado.

Para a gente isso foi muito triste. Teve aluno que perdeu livros com a chuva, as provas molharam, as salas ficaram totalmente alagadas e tive que me juntar com outra professora na mesma sala, ela aplicava a prova de um lado e eu do outro”, relatou.


Outro problema enfrentado por professores e alunos é a falta de água, que de acordo com Celeste Freitas, já dura uma semana. “Estamos sem água para beber desde a semana passada na sala dos professores. Nos nossos banheiros a descarga não funciona. A água só voltou para os alunos. Então são muitos os problemas”, destacou.
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MORDE E ASSOPRA

18 de mai de 2015



“Nas favelas, no senado, sujeira pra todo lado, Ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação”. Essa canção da Banda Legião Urbana embalou a juventude brasileira no final da década de 80 e de norte a sul do país todos se perguntavam: Que país é esse?

Ora, pois sim. É um país onde se recebe  proteção em troca de favor ou apoio político. usando a máquina eleitoral  para arrecadar e  oferecer benefícios, privilégios e facilidades em troca da garantia dos votos.

Esse clientelismo é, portanto, um sistema de troca de favores por votos.  Como nota característica, o cliente fica em total submissão ao patrão que está no poder. Daí vultosa parcela do dinheiro público aplica-se de forma inconfessável  para beneficiar aqueles que giram  em torno do Poder  enquanto houver a oportunidade. 

Infelizmente um segmento substancial do povo brasileiro ainda é ignorante quando o assunto é representatividade política, bem assim quando se aborda o significado de coeficiente eleitoral,  Muitos preferem apontar todas as mazelas aos conspiradores, sejam eles de direita, liberais, conservadores,  totalitários ou da esquerda festeira e festiva.

Mas, apenas para sustentar algum raciocínio,  lembrem-se de que as massas populares são obrigadas a votar. Neste contexto,  o povo brasileiro não tem  a liberdade democrática de decidir se deve ou não votar.  O voto é compulsório e não tem discussão.

Imaginemos que alguns filhos  deste solo da nossa "mãe gentil"  saibam  quem é a Presidente   e dela esperem  todas as  soluções para os seus problemas, até existenciais. Todavia, muitos fugitivos da luta primam por desconhecer quais são as funções e os trabalhos desempenhados  por seus deputados, vereadores,  prefeitos. sendo que muita gente nem sabe de quem se trata. Desconhecem os nomes inclusive com fotos.

Alguém dessa brava gente brasileira não deveria acreditar que um brioso cidadão do Estado do Acre, no que diz respeito à representatividade política,  vale, neste contexto, cinco a vinte vezes a um mineiro, um baiano  ou a um carioca na hora de votar.  Mas isso acontece, puro e simplesmente, em razão da falta de coeficiente eleitoral único no Brasil.

Não há quem tire da cabeça de alguns que  pertencem a currais eleitorais e elegem pseudo-líderes que passam o bastão de pai para filho, desde a época das capitanias hereditárias, é algo corriqueiro, comum.

Nos últimos anos foi introduzida uma novidade na política brasileira, quando já passam o bastão de marido para mulher, para a amante ... de pai para filhas ou filhos e netos.

Quando ouço um político dizer que vai consultar sua base eleitoral, vejo que muitos vão consultar mesmo são os seus afiliados e financiadores de sua campanha.  Isto é fato.

Clientelismo é a utilização dos órgãos da administração pública com a finalidade de prestar serviços para alguns privilegiados em detrimento da grande maioria da população e  tem a finalidade de amarrar politicamente o beneficiado. Os intermediários de favores prestados às custas dos cofres públicos, são todos os chamados clientelistas, despachantes de luxo ou traficantes de influências. O grande objetivo dos intermediários é o voto do beneficiado ou dinheiro (corrupção).

O clientelismo é a porta da corrupção política e o pai e a mãe das irregularidades e do uso da "máquina administrativa" com finalidades perversas e, no final da história, os prejudicados são a maioria dos cidadãos e cidadãs que cumpre com seus deveres.

Dizia-me um professor  que os brasileiros acreditavam, ingenuamente, que os "políticos de plantão" resolveriam os nossos infindáveis problemas. Entretanto, tenho pra mim que até hoje os políticos plantonistas e profissionais sempre defenderão os seus interesses particulares e de seu grupo. Raramente servirão aos interesses coletivos e tampouco seguirão os princípios e valores que norteiam os seus partidos. É por isso que o nosso país não pode se ufanar de ser a sexta economia do mundo sem que o povo participe desta riqueza que, para mim, é conversa fiada para raposa dormir. Se  nós brasileiros não nos educarmos formal e politicamente, haveremos de vivenciar o morde e assopra eleitoreiro de geração a geração.

 
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