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Quem são esses hipócritas que urram pelo fim da "corrupção do PT" ?

26 de jan de 2015


Combater a corrupção é fundamental para que o Brasil seja ainda melhor do que é.
Mas o combate tem de ser de verdade, não esse de mentirinha que os nossos prezados tucanos apregoam.


Ora, a corrupção existe no Brasil desde os tempos de Cabral.É uma das práticas favoritas não só de políticos, mas de empresários - não existe corrupto sem corruptor, não é? - e dos cidadãos comuns, esses mesmos que escrevem essa besteirada toda nas redes sociais de que estão fartos da corrupção do PT.

Um monte de "gente de bem" vive de carteiradas, de pequenos golpes que aplicam no dia a dia, de expedientes e jeitinhos.

Você dá uma volta na sua cidade e em 10 minutos observa não sei quantas infrações no trânsito.

Vai ao supermercado e vê a vaga de estacionamento de idosos e deficientes físicos tomada por carrões dirigidos por peruas loiras e rapagões sarados.

Sabe-se de muita   gente que se orgulha de fazer "gato" do sinal da NET e de ter sonegado o Imposto de Renda.

E médicos, dentistas, advogados que nunca emitiram uma nota fiscal na vida toda?

E os comerciantes, então, que só dão a nota se a gente implorar?

Ora, quem são essas pessoas para cobrar o fim da "corrupção do PT"?
Que exemplos eles dão aos seus filhos, infringindo as mais elementares leis?


O combate à corrupção deve ser sistemático, sem trégua. Lembro a todos que foi no governo Lula que se criou a Controladoria-Geral da União, que tem feito um trabalho incessante contra a corrupção.
Lembro ainda que foi Fernando Haddad que criou órgão semelhante na Prefeitura de São Paulo.


 
Esses são bons exemplos institucionais de como combater a corrupção. O trabalho da Polícia Federal é outro. Seu desempenho sob os governos petistas é prova que o país evoluiu muito nesse quesito.


Agora, o cidadão comum também tem de colaborar - e não ficar só nesse discurso babaca de que o PT é culpado de tudo, de que os políticos são corruptos, isentando todos os outros atores, inclusive ele próprio, do crime.


No fundo, o que eu acho é que as pessoas não conseguiriam sobreviver sem aquela corrupçãozinha do dia a dia e morrem de medo que tenham, eventualmente, de pagar pelo que fazem com a maior naturalidade do mundo.

Só para terminar: será que esse pessoal "anticorrupção" toparia endurecer a lei, como querem covardemente fazer com os menores de idade?
 
 
 
Fonte: Manual da  anticorrupção
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São Paulo pede ao governo federal plano de economia de luz


 

O Governo de São Paulo pediu ao Governo Federal um plano de contingência para energia, afirmou o secretário de energia do estado, João Carlos Meirelles, em coletiva de imprensa em São Paulo. Segundo ele,  o governo estadual pretende se reunir com o novo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, para discutir a situação de escassez de energia no Brasil.

O governo paulista irá propor ao governo federal que elabore uma campanha de redução de consumo elétrico, iniciativa apontada por Meirelles como única opção de curto prazo para evitar um racionamento de energia. O pedido de audiência com o ministro será formalizado hoje e o governo de São Paulo espera que o encontro ocorra ainda na próxima semana.

O lançamento de uma campanha de conscientização para o consumo de energia é uma das iniciativas que serão apresentadas por São Paulo ao governo federal. "O governo precisa apresentar uma proposta à população para que economize", sintetizou o secretário, que participou nesta segunda-feira da cerimônia de Lançamento do Selo Energia Verde, na sede da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

O mapeamento de áreas onde eventuais cortes de energia não podem ocorrer também deve ser proposto. É o caso, por exemplo, da Avenida Paulista, classificada por Meirelles como o "maior corredor de hospitais do País". Esse mapeamento, pondera o secretário, seria levado em consideração em situações em que o corte de energia fosse programado, e não em dias de ocorrência inesperada, como foi a última segunda-feira.

A declaração ocorre uma semana após onze estados e o Distrito Federal ficarem sem luz devido a um apagão inicialmente "intencional", após a ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) pedir cortes no fornecimento de energia ao redor do Brasil. Segundo as informações, ocorreu um pico de consumo no início da tarde, levando o operador a pedir que o fornecimento fosse cortado para evitar maiores problemas.

No dia seguinte, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga o sistema energético do Brasil é robusto e o que ocorreu foi apenas uma falha técnica, mas que mesmo assim o governo está tomando as medidas necessárias para reforçar o sistema. Para ele, o que ocorreu na última segunda-feira não foi falta de energia e quem precisa dar explicações sobre os fatos é o ONS, já que tudo não passou de uma falha técnica.

Com Agência Estado
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Nós, os nordestinos da São Paulo de Piratininga

25 de jan de 2015



 

Grupos sociais que ajudaram a construir São Paulo, como os italianos, portugueses, japoneses, árabes, judeus, muçulmanos e espanhóis, encontraram na metrópole paulista espaço para enaltecerem suas origens e estudá-las. Museus, escolas ou bairros inteiros serviram de palco para representações de povos heróicos, sofridos, trabalhadores de extrema importância e influência cultural para os paulistanos.

Para os nordestinos, que somam com seus descendentes mais que o dobro da quantidade de representantes de origem estrangeira, restou o esquecimento e o preconceito dos que se julgam filhos mais legítimos de São Paulo.


A forma de tratamento que lhes cabem demonstra que quem veio do Nordeste parece incomodar a cidade. “Baiano”, “paraíba”, “ceará”,“cabeça chata”, “pau-de-arara”... Não são raros os termos de cunho pejorativo usados para se referir aos emigrantes como “gente feia, atrasada, brega e inferior”.

Essa imagem, que parece nunca ser retocada pelo tempo, encobre um dos mais significativos e atuais fenômenos sociais brasileiros, mas não impediu que São Paulo se tornasse de fato a capital mais nordestina do País.


Traços da cultura nordestina estão presentes na culinária, nas danças, festas, na política, nas artes e  até em algumas expressões e ditos populares. Falta apenas que essa herança cultural seja devidamente preservada, estudada, documentada e divulgada.



Avenida Paulista e o MASP
A trajetória das pessoas na região do semi-árido é pensada com uma quase paralisia histórica: nada muda, são sempre as mesmas abordagens e propostas recorrentes. É frequente encontrarmos nos discursos de historiadores afirmações como “O problema da seca e das migrações no sertão nordestino é histórico”.

Nesse contexto, “ser histórico” é aquilo que sempre ocorreu e que não tem solução, isto é, tem um sentido de permanência. A banalização e a invisibilidade acabam por transformar o semi-árido em uma região aparentemente sem história. “Quando afirmam que a pobreza e a migração são históricas, parece-me que lhes dispensam o mesmo tratamento dado às secas, ou seja, busca-se naturalizar um dado que é social”, comenta a professora  Isabel Guillen, do Departamento de História da Universidade Federal de Pernambuco.


A falta de interesse dos intelectuais só começou a diminuir após a década de 1970, quarenta anos depois da intensificação do processo de migração. E ainda hoje, os estudos realizados sobre o assunto são escassos. Fotos, objetos, depoimentos, documentos, obras de arte, artesanatos e tudo aquilo que costuma fazer parte de estudos e acervos de museus, deixaram de ser recolhidos e podem ter se perdido para sempre.

O desinteresse de universidades e do poder público pelo resgate e a discussão dessa história vai ao encontro dos que querem manter as causas do êxodo sempre vivas – a concentração de terras, a falta de planejamento e políticas de desenvolvimento, e a existência de mão-de-obra sempre barata, graças ao desemprego abundante.


São Paulo, que perdeu há muito tempo a imagem de “Eldorado do Trabalho”, ainda atrai brasileiros que querem mudar de vida. Mesmo sem figurar como uma real alternativa à vida pobre do Nordeste, a falta de opções faz da cidade um destino tradicional e, de certa forma, familiar, já que carrega a cultura nordestina em todos bairros, avenidas, praças e ruas da maior metrópole da América Latina.
 
Fonte: Migrações de nordestinos para o sudeste
Cap. 13
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E se o Sul do Brasil fosse outro país?


No século XIX, os gaúchos travaram uma longa batalha contra o Império do Brasil durante a Guerra dos Farrapos
Em recente festividade da Semana Farroupilha que relembra o episódio histórico, uma manifestação pregava o separatismo do Rio Grande do Sul em relação ao resto do Brasil.
A existência de movimentos para a constituição de um estado independente no Sul não é novidade alguma. Há os que sonham com a construção do país Farroupilha, da República dos Pampas, do Estado Rio-Grandense. Há também os catarinenses e paranaenses que compartilham ideais separatistas e lutam pela criação de uma união federalista entre os três estados do Sul do Brasil.
A TRINDADE SULINA
Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina formam juntos, de fato, uma região muito peculiar. A região que já foi predominantemente dominada por estancieiros portugueses e espanhóis recebeu uma enorme imigração de italianos e alemães.

Os europeus constituíram colônias tão europeias que ainda hoje há regiões no sul em que pode se ouvir dialetos alemães e italianos. A colonização completamente diferente em relação ao resto do país foi responsável por criar características únicas na região. Há quem diga que o Sul é um pedaço da Europa no Brasil.
É a menor região em superfície territorial no Brasil, em contrapartida, apresenta os maiores índices de alfabetização no país, o maior IDH e o segundo maior PIB per capita.
Por mais que comumente sejam alvos de implicância por parte do resto do país, os sulistas possuem um orgulho de suas raízes completamente incomuns a outras regiões do Brasil. Praticamente todo cidadão rio-grandense sabe o Hino de seu estado e o entoa a plenos pulmões durante festividades públicas e eventos esportivos regionais.
Em um recente artigo de ficção escrito para o jornal Zero Hora, de Porto Alegre, o historiador Mário Maestri, o jornalista e escritor Elmar Bones e o professor de literatura Luiz Horácio projetam suas interpretações de como seria o país farroupilha caso os farrapos tivessem saído vitoriosos do conflito:
"Sem matérias-primas, sem petróleo, sem um porto decente como Montevidéu e, sobretudo, com uns raquíticos dois milhões de habitantes, restaria aos pampianos a produção de carne, de lã, os móveis e chocolates de Guaíba, uma raquítica agricultura, carente de implementos e agro-tóxicos, comprados a peso de ouro de São Paulo, e travada pelas barreiras alfandegárias sobretudo do Brasil. A saída seria transformar os pampas em um imenso deserto verde, igual que o Uruguai atual!"
 
Papo de Homem
 
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Lago de Sobradinho também está secando

24 de jan de 2015




A mais recente projeção do Operador Nacional do Sistema (ONS) aponta que o Lago de Sobradinho, norte da Bahia, está hoje (23) com apenas 20,18% de sua capacidade, nível inferior ao registrado no mesmo período de 2001 – ano de racionamento, que foi de 42,30%, até 2014, onde foi registrado 50,39%. O limite de segurança estabelecido para as represas de hidrelétricas do Nordeste é de 34% (A comparação pode ser feita acessando aqui).

A falta de chuvas na cabeceira do Rio São Francisco, que abastece o lago, é o principal fator que contribui para o nível crítico do Lago, que é a maior reservatório de água do País em área alagada.

Esta semana o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, afirmou que, caso os reservatórios brasileiros cheguem a 10% de sua capacidade, o país terá “problemas graves” e poderá tomar medidas drásticas. O chefe da pasta sinalizou que este seria o limite para que sejam tomadas medidas de racionamento, mas garantiu que o país está “longe disso”.

Essa é a primeira vez que o governo federal admite a possibilidade de racionamento de energia. Nos reservatórios que atendem o Sudeste e o Centro-Oeste, os principais do Brasil, os níveis estão hoje em 17,43%, bem próximo ao piso estimado pelo ONS para o mês, de 16,9%. O Nordeste está 17,18% cheio e o Norte, 35,2%. Apenas a região sul apresenta indicadores melhores, com 67,17.
 
 
Blog do Carlos Britto

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Juiz do "Lava a Jato" ganha troféu do Jornal O Globo


 

Dois anos atrás, foi Joaquim Barbosa. Agora, é a vez de Sergio Moro. Se em 2012, o então ministro Joaquim Barbosa, que conduzia, no Supremo Tribunal Federal, o julgamento da Ação Penal 470, foi eleito pelo jornal O Globo como personalidade do ano, o troféu será passado agora ao juiz paranaense, responsável pela Lava Jato.

Embora Moro seja bem mais discreto do que Barbosa, ele receberá, em breve, no Rio de Janeiro, o troféu "Faz Diferença" das mãos de João Roberto Marinho, editor-responsável pelo jornal O Globo, que, nos últimos anos, tem se notabilizado pela oposição ferrenha aos governos petistas.

Moro foi escolhido numa eleição que teve como jurados os jornalistas Merval Pereira, Miriam Leitão, Ascânio Sêleme, Ancelmo Gois e Aluzio Maranhão, do Globo, além do presidente da Federação Industrial do Rio de Janeiro, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira.

A questão que se coloca, com o prêmio, é se a transformação de juízes em celebridades ou "heróis nacionais" não contribui para decisões menos técnicas – e, eventualmente, mais populistas, em prejuízo do direito de defesa. Executivos de construtoras, por exemplo, estão presos há mais de dois meses, sem que tenham sido sequer condenados em primeira instância, embora o ordenamento jurídico brasileiro garanta aos réus primários o direito de se defender em liberdade e a presunção de inocência.

Para a reportagem de Cleide Carvalho sobre o prêmio, publicada neste sábado, Moro, aparentemente, não concedeu entrevista. Há apenas uma aspa atribuída a ele. "Não sou o Christopher Reeve (ator que interpretou o Super-Homem), mas eu não minto", teria dito ele a interlocutores, quando questionado sobre os frequentes vazamentos da Operação Lava Jato.

Para O Globo, Moro já é bem mais do que Christopher Reeve.


Fonte: Brasil 247
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Memórias de um ex-prefeito









O vate baiano Raul Seixas, disse, ainda sóbrio, que não queria ser prefeito, pois correria o risco de ser assassinado, caso fosse eleito.

Se Raul tivesse a mesma inspiração nestes últimos anos, admitiria que o risco se somaria à possibilidade de ser cassado post mortem.


Um ex-prefeito confessou-me que por mais haver se empenhado em ser honesto, por mais que administrasse o município na ponta do lápis, as suas contas sempre corriam o risco de não serem aprovadas pelo Tribunal de Contas, pela simples razão de haver rompido com um grupo político poderoso da sua região, com velada influência tanto no TC quanto no Tribunal de Justiça do seu Estado.

Dizia-me que sem as contas da prefeitura aprovadas,  foi ele, por traição, acusado pelo que não fez e pelo que nem soube fazer. Sem o apoio da maioria dos vereadores ficou a um passo do processo de impeachment e a uma polegada da cassação pelo TRE, em que pese haver pagado promessa ao santo padroeiro municipal para não cair nas mãos de algum juiz parcial, desses raros que proferem decisões em face dos murmúrios de espíritos santos de orelhas nos telefones fixos ou móveis que caem sempre nas escancaradas escutas grampeadas, sem exclusão da lista negra do Conselho Nacional de Justiça-CNJ.

É ululantemente óbvio, público e notório que muito tem sido feito para diminuir a corrupção sintetizada nas fraudes e ilícitos que grassam na administração pública brasileira. Sabemos que a maioria das instituições do judiciário combate com firmeza a prática desses delitos, embora, diga-se de passagem, uma minoria forte e exuberante de forças não muito ocultas, corrói a ética e a moralidade tão perseguidas pelos políticos sérios.


Nesta mesma linha de raciocínio, sem acreditar em mágica, os juízes anônimos espalhados por todo o Brasil que exercem os seus misteres com honestidade, dignidade e honradez, são decisivos no combate à corrupção. Devemos a esses obstinados magistrados a sobrevivência do estado de direito no Brasil. O resto é futrica provinciana e paroquial.

Quanto ao ex-prefeito que aqui mencionei, digo-lhes que ele não mais se candidatou a cargos eletivos, nem mesmo a síndico de condomínio, pois, continua a afirmar, sempre inspirado em Raul Seixas, que "não é mais besta para tirar onda de herói".



Nilson Machado de Azevedo
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Os puxa-sacos


 A expressão puxa-saco começou a ser usada na gíria militar. Os oficiais não colocavam suas roupas em malas, mas em sacos durante as viagens. Mas quem carregava, obedientemente, a bagagem para cima e para baixo eram os soldados. Puxar esses sacos virou sinônimo de subserviência. E o puxa-saco passou a definir todos que bajulavam superiores ou qualquer outra pessoa.

 


Os puxa-sacos vivem adulando. Esta palavra vem do Latim adulare, “lisonjear, afagar”. Primeiro parece que este verbo se aplicava aos afagos feitos num cão, depois aos que este fazia no dono, abanando o rabo e se mostrando contente mesmo quando não fosse bem tratado

Puxa-saco é o bajulador, adulador, indivíduo de mau caráter que enaltece gregos e troianos, vagabundos de pouca, média ou grande projeção que aceitam esse tipo de admiração sabidamente interesseiro.
 
O puxa-saco parece um cão sem dono. 

 Corre atrás atrás de qualquer um que lhe dê a mínima atenção e a  troco  de um voto ou simplesmente de um emprego  ou para tê-lo por perto para fazer número, nada mais além disso.

 Coisa raríssima é um puxa-saco inteligente e capaz. Exemplos não nos faltam em nossa cidade.

 De qualquer forma, a expressão deu origem a um ditado de extrema sabedoria: “O saco do chefe é o corrimão do sucesso”. 

 
Fonte:"Manual dos puxa-sacos"
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Já que a mídia golpista tem memória curta e seletiva...

Em novembro de 2009, às vésperas do ano eleitoral de 2010, teve início o esforço anual dos maiores órgãos de imprensa do país – que, desde 2003, fazem oposição cerrada aos sucessivos governos federais do PT – para vender à população que o país estaria à beira de racionamento de energia como o que ocorreu ao fim do segundo governo Fernando Henrique Cardoso.(PSDB).
Ocorre que o único apagão real que aconteceu no país, porém, foi entre 1º de julho de 2001 e 27 de setembro de 2002, tendo sido causado por falta de planejamento e de investimentos em geração de energia pelo governo tucano de  FHC.
Desde então, o Brasil sofreu alguns blecautes episódicos, com duração de poucas horas. Nada que possa ser comparado aos quase 14 meses de racionamento de energia impostos pela falta de planejamento  e pela  omissão do governo federal tucano (1995 – 2002).

Convém lembrar que entre julho de 2001 e setembro de 2002, o limite de consumo mensal de energia elétrica de uma residência, para não ter multa, não podia ultrapassar 320 kWh.
Relembre-se que pelas regras do racionamento tucano, se esse limite fosse ultrapassado, o consumidor teria que pagar 50% a mais sobre o que ultrapassasse o limite oficial. Além disso, em agosto de 2001, a tarifa da energia elétrica sofreu reajuste de 16%. A mídia golpista faz de conta ter memória curta, exatamente por ser golpista.
 
 
Agências nacionais de notícias
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Economia brasileira gera 5,2 milhões de empregos formais em 4 anos

23 de jan de 2015


 
O Brasil fechou o ano de 2014 com um saldo positivo de 396.993 postos de trabalho criados formalmente, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta sexta-feira 23.

Em dezembro, a economia brasileira fechou 555.508 vagas com carteira assinada. Em comparação com 2013, que somou 1,11 milhão empregos formais abertos, o ano passado representou uma queda de 64,4%.

Segundo o MTE, o balanço de 2014 também mostrou que o salário de admissão teve aumento real na casa de 0,92%, se levado em consideração os valores médios e o INPC. As mulheres tiveram o melhor reajuste, na casa de 1,39%, contra 0,84% dos homens.

Os estados que mais geraram empregos foram Santa Catarina, Rio de Janeiro e Ceará. Entre as regiões, o Sudeste teve o melhor desempenho, seguido do Sul e do Nordeste.

No quadriênio 2009/2014, o Brasil atingiu a marca de 5.277.071 novos empregos gerados, um crescimento de 11,97% tomando como base os dados do Caged e da Rais.

"O Brasil vive o pleno emprego, com regiões onde a taxa de desemprego está abaixo dos 3%, caso do Rio de Janeiro e de Santa Catarina. Em 2015, como os prognósticos da economia são mais positivos que em 2014, acreditamos que vamos continuar gerando empregos", afirmou o ministro Manoel Dias.

O ministro do Trabalho ressaltou ainda que a crise internacional continua e que muitos países ainda não recuperaram o nível de emprego de 2008, diferente do que ocorreu com o Brasil.

"Nesse mesmo período, de 2008 até agora, o Brasil gerou mais de 10,5 milhões de postos de trabalho", comentou. Segundo ele, foram lançadas muitas incertezas sob o ano de 2014, que se refletiram nos resultados de dezembro, que tradicionalmente é o pior mês em termos de geração de empregos.
Portal Brasil
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Relógio do Juízo Final avança e fica a 3 minutos da catástrofe



O ponteiro do Relógio do Juízo Final, também conhecido como Pêndulo do Apocalipse, que simboliza a iminência de um cataclismo planetário, foi adiantado em dois minutos e agora está a apenas três minutos da meia-noite catastrófica, disseram cientistas internacionais nesta quinta-feira.

O Boletim dos Cientistas Atômicos, uma associação que conta com 18 prêmios Nobel entre seus membros, considera "muito alta a possibilidade de que ocorra uma catástrofe planetária se não forem tomadas medidas rapidamente" contra o aquecimento global e a corrida armamentista nuclear, que ameaçam a civilização.

O célebre relógio ('The Doomsday Clock', em inglês) foi criado em 1947 por esta associação para simbolizar a iminência de um cataclismo nuclear. O pêndulo mudou 18 vezes desde então, registrando variações extremas como quando marcou dois minutos para a meia-noite em 1953 e 17 minutos para a meia-noite em 1991.

A última vez que a agulha andou foi em 10 de janeiro de 2012, quando o relógio avançou dois minutos e se posicionou às 23h55.

Quanto mais próximo da meia-noite está seu ponteiro, mais o apocalipse se aproxima da civilização, segundo uma metáfora utilizada pelos cientistas do boletim, que anualmente analisam as ameaças planetárias.

A última vez que ficou a apenas três minutos da meia-noite foi em 1983. Aquele foi o ano mais gelado da Guerra Fria, entre Estados Unidos e União Soviética.

"Hoje em dia, o aquecimento global descontrolado e a corrida armamentista nuclear, como resultado da modernização de enormes arsenais, são ameaças extraordinárias e inegáveis para a sobrevivência da humanidade", avaliou Kennette Benedict.

"E os líderes mundiais não agiram com a rapidez nem a abertura necessária para proteger os cidadãos de uma potencial catástrofe", acrescentou, ao justificar a decisão, de aproximar o ponteiro do relógio da temida meia-noite.

 
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Ministro Marco Aurélio de Mello, primo de Collor, diz que aumento de impostos é confisco

22 de jan de 2015



O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), (foto) reagiu ao anúncio do aumento na carga tributária feito  segunda-feira (19) pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e ao veto da presidente Dilma Rousseff à correção da tabela do Imposto de Renda.
 
Segundo ele, o governo está “forçando a mão”: “Eu fico triste quando eu percebo menoscabo em relação à ordem jurídica constitucional. O Estado tem que adotar uma postura que sirva de norte ao cidadão.

Ante a carga de impostos sofrida pelos brasileiros, qualquer aumento tributário é confisco. O que eles têm que fazer é enxugar a máquina administrativa, reduzir os gastos. 

Na sua casa, você gasta mais do que a receita? Não”, disse o ministro que é primo do ex-presidente Fernando Collor de Mello, aquele mesmo presidente que um dia depois de tomar posse , em 16 de março de 1990, confiscou do povo brasileiro o dinheiro depositado em cadernetas de poupança.


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Reservatórios de água que abastecem Belo Horizonte estão secando


 
Os paulistas, que se vêem as vésperas de um eventual racionamento de água, como admite, nesta quinta-feira, o presidente da Sabesp, Jerson Kelman, podem ter um consolo: a crise hídrica também deve atingir os vizinhos mineiros.

A situação dramática do abastecimento de água em Minas Gerais será apresentada nesta quinta-feira por Sinara Meirelles, que toma posse como presidente da Copasa, a empresa de abastecimento mineira. Com dados que irão surpreender muitos brasileiros, uma vez que a Copasa não vinha divulgando os níveis dos seus reservatórios, ela irá mostrar que a "caixa d'água do Brasil" (era esse o apelido de Minas) também está secando.

A situação mais crítica é a do sistema Paraopeba, que abastece a Região Metropolitana de Belo Horizonte, formado pelos reservatórios de Rio Manso, Vargem das Flores e Serra Azul. Este último, por exemplo, opera com apenas 5% da sua capacidade.

Redução do consumo e calendário eleitoral

Nesse contexto de crise hídrica, a Copasa deverá lançar um extenso pacote com estímulos à redução do consumo e também uma frente de investimentos para combater os vazamentos e o desperdício.

No entanto, o governo de Fernando Pimentel também deve alertar a sociedade mineira para uma crise que não é sua, mas sim herdada das gestões anteriores – nos últimos doze anos, o estado foi governado pelos senadores Aécio Neves e Antonio Anastasia.

Segundo especialistas, o pacote para cortar o consumo e alertar a sociedade já deveria ter sido adotado no ano passado, mas acabou adiado em razão do calendário eleitoral, uma vez que Minas foi a principal vitrine do candidato tucano Aécio na sucessão presidencial.

No ano passado, a Copasa, que não divulga os níveis de seus reservatórios, informava operar sempre acima de 50% da capacidade em seus reservatórios. No entanto, o diagnóstico de Sinara irá apontar que, pelo menos desde setembro do ano passado, o nível da água já era inferior a isso em praticamente todos eles.

Na nova gestão da Copasa, o nível da água nos reservatórios será também divulgado diariamente, como faz a Sabesp. Algumas cidades de Minas, como a histórica Ouro Preto, já passam por um racionamento. Outras pretendem sair da esfera da Copasa, para criar suas próprias concessões de água.

Agências de notícias nacionais
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O dedo duro premiado

21 de jan de 2015

O acordo de delação premiada do doleiro Alberto Youssef prevê a renúncia por ele em favor da Justiça de 74 apartamentos de um hotel na cidade Aparecida do Norte (SP), seis apartamentos de um hotel em Londrina (PR), além de participações em outros imóveis e veículos. Pelo acordo, ele ficará preso em regime fechado no mínimo por três anos e no máximo por cinco anos.

O termo de colaboração premiada foi assinado por Youssef com o Ministério Público Federal em setembro do ano passado e teve a homologação deferida pelo ministro Teori Zavascki em dezembro por ter se atestado a efetiva colaboração. Os detalhes do acordo ainda não tinham sido divulgados.


“Dos documentos juntados com o pedido é possível constatar que, efetivamente, há elementos indicativos, a partir dos termos do depoimento, de possível envolvimento de várias autoridades detentoras de prerrogativa de foro perante tribunais superiores, inclusive parlamentares federais”, disse o ministro.

Diferente do ex-diretor Paulo Roberto Costa, o doleiro não será liberado imediatamente da cadeia. Youssef já fez outra delação premiada no passado, relativa ao caso Banestado, mas voltou a cometer crimes. Por este motivo, os investigadores só concordaram em celebrar o acordo mediante a aceitação dele de cumprir pena por alguns anos em regime fechado.

Youssef está em prisão provisória desde 17 de março do ano passado e este período será descontado do prazo relativo ao acordo. Será permitido que ele peça ao Judiciário para sair da cadeia para realizar tratamentos e exames médicos em hospitais privados desde que estes procedimentos não estejam disponíveis na rede pública.

O doleiro renuncia a todos os bens em nome da GFD Investimentos, uma das empresas de fachada usadas pelo doleiro. Além dos 80 apartamentos de hotel, ele abre mão de 37,23% de um imóvel em Salvador (BA), de um empreendimento imobiliário em Porto Seguro (BA), de 34,88% de ações de um hotel em Jaú (SP), de 50% de um terreno em Lauro de Freitas (BA) onde também está em construção um empreendimento imobiliário, de um imóvel em Camaçari (BA), além de três veículos (um Volvo XC60 blindado, uma Mercedes Benz CLS 500 e um Tiguan blindado).

Pelo acordo, as filhas de Youssef poderão continuar usando os dois carros blindados e ficarão com um apartamento em Londrina. Foi autorizado pela Justiça a liberação em favor da ex-mulher do doleiro um apartamento em São Paulo (SP), desde que ela não questione judicialmente a entrega à Justiça dos outros bens.

Ele abriu mão também de R$ 1,8 milhão apreendidos na GFD Investimentos, bem como US$ 20 mil. O doleiro ofereceu ainda para a Justiça, a título de multa, um imóvel formado por prédios de sobrado no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro (RJ). Nesse caso, ele poderá futuramente repassar o imóvel para suas filhas, dependendo dos valores recuperados no final dos processos.

O termo assinado pelo doleiro com o MPF prevê a rescisão caso seja encontrado outro bem após a celebração do acordo. Ele autorizou o MPF a acessar todos os extratos de transferências financeiras feitas por ele no Brasil e no exterior.


Com informações das agências de noticias
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O Brasil entrará em recessão econômica neste 1º trimestre, diz o ministro da Fazenda


 
 
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu hoje (21) a possibilidade de o país registrar contração econômica no primeiro trimestre de 2015, mas ponderou que a recessão deve ser momentânea. “Um trimestre de recessão não quer dizer nada em termos de crescimento”, destacou.

Para o ministro, a recuperação da credibilidade e da confiança no país impulsionará o investimento e ajudará a preservar o emprego e o consumo nos meses seguintes. Ele participa do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, e minimizou o impacto das medidas de ajuste fiscal anunciadas segunda-feira (19) na produção e no consumo em 2015, pois considera que os efeitos dos cortes de gastos e do aumento de tributos devem limitar-se aos primeiros meses de 2015.

Levy também informou que o governo deverá continuar a fazer ajustes para retomar o crescimento. Segundo ele, as medidas de corte de gastos e de aumento de tributos anunciadas nas últimas semanas são apenas o primeiro passo para reequilibrar a economia.

“Para o investidor internacional, é importante saber que não trabalhamos no curtíssimo prazo. Não estamos aqui procurando fazer remendos, estamos arrumando a casa para garantir crescimento sólido”, afirmou o ministro em entrevista a jornalistas brasileiros na Suíça. A gravação da entrevista foi divulgada pela assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda.
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Católicos não devem ter filhos como coelhos, afirma o papa Francisco

20 de jan de 2015



O papa Francisco afirmou que os católicos não precisam se reproduzir como "coelhos" e devem, ao invés disso, ser "responsáveis".

O pontífice fez a declaração na viagem de volta das Filipinas, onde se reuniu com crianças que viveram nas ruas do país, abandonadas por pais que não tinham dinheiro para cuidar delas.
Francisco se manteve firme contra o controle de natalidade artificial e acrescentou que uma nova vida é "parte do sacramento do matrimônio".

Mas o papa disse também que especialistas em populações aconselham três filhos para cada família.

Falando com jornalistas durante a viagem de volta a Roma na segunda-feira, Francisco foi questionado sobre o que diria às famílias que tinham mais filhos do que podiam criar pelo fato de a Igreja Católica proibir o controle de natalidade artificial.

"Algumas pessoas pensam - e desculpem minha expressão aqui - que, para ser um bom católico, eles precisam ser como coelhos. Não. Paternidade tem a ver com responsabilidade. Isto é claro", respondeu o papa surpreendendo os jornalistas.
 Essas declarações foram feitas numa conferência de imprensa a bordo do avião que o transportou de Manila, nas Filipinas, depois de um jornalista perguntar a Francisco o que diria a uma família católica que tem mais filhos do que economicamente lhe é possível, mas a quem a Igreja proibe de fazer contracepção. Nas Filipinas, o Papa foi confrontado com a realidade de milhares de crianças abandonadas nas ruas por pais que não as conseguem sustentar.

“A abertura à vida é uma condição do sacramento do matrimónio, mas isso não significa que os católicos devam fazer crianças em série. Falei com uma mulher, grávida do seu oitavo filho depois de sete cesarianas, e disse-lhe: ‘Você quer deixar órfãs sete crianças’”, contou o Papa, defendendo que o exemplo desta mãe “é de irresponsabilidade”, embora reconheça que, para os mais pobres, um filho é visto como um tesouro.
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