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Geddel Vieira Lima faz manobras tentando salvar Cunha

30 de jul de 2016



O principal articulador político do interino Michel Temer, o ministro Geddel Vieira Lima estaria tentando jogar a cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para depois da votação do impeachment no Senado, abrindo, assim, uma janela de esperança para que o aliado consiga se salvar da cassação em plenário.

Outros aliados do interino, como Eliseu Padilha e Moreira Franco, temem que a manobra contribua para contaminar ainda mais a imagem de Temer. De acordo com pesquisa Ipsos, apenas 16% dos brasileiros querem que ele continue até 2018, enquanto 20% defendem a volta de Dilma Rousseff e 52% pregam novas eleições – tentar salvar Cunha pode piorar ainda mais a situação para Temer.

Leia, abaixo, informação publicada na coluna Painel:

De foice A data em que a cassação de Eduardo Cunha será votada divide o governo e gera um impasse entre conselheiros de Michel Temer. Articulador político do Planalto, Geddel Vieira Lima (Governo) defende nos bastidores que a decisão fique para depois do impeachment de Dilma Rousseff. Na outra ponta, Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Investimentos) preferem evitar a todo custo um movimento que deixe a digital do governo no desfecho político do ex-presidente da Câmara.

Tô nem aí Questionado, Geddel afirmou que a votação que definirá a cassação ou não do deputado é “assunto interno da Câmara”. “Ponto.”
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Morro do Chapéu se revolta com a violência que toma conta da cidade

29 de jul de 2016



Por volta das 19 horas de ontem  o jovem Felipe Gama, 16 anos, ia para escola quando foi vitima de um assalto na Rua Edigar Simões no centro de Morro do Chapéu.  Três bandidos participaram do assalto. Na ação criminosa o jovem Felipe Gama (16) filho do empresário Nilton Gama, foi assassinado, friamente, com um tiro na cabeça.

Segundo informações da Polícia Civil o jovem reagiu ao assalto. Ele ainda chegou a ser socorrido por populares e levado à emergência do Hospital São Vicente de Paula em Morro do Chapéu.

Quando a vítima do latrocínio ia ser transportada para o Hospital Regional de  Irecê, não resistiu aos ferimentos e morreu.


A Polícia Militar prendeu três elementos  suspeitos de haver cometido o  crime contra Felipe. A população, sabendo da prisão dos bandidos, invadiu a Delegacia da cidade e  um dos presos, José Nilton Damião(24) conhecido como Filó, que teve várias passagens pela Depol de Morro do Chapéu, foi linchado até a morte e o seu corpo  exposto em via pública. 
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Brasília 247: A íntegra da defesa de Dilma contra o golpe

28 de jul de 2016


Documento histórico, de 536 páginas, desmonta, ponto a ponto, a farsa do golpe contra a democracia brasileira que se convencionou chamar de impeachment; aos poucos, a população brasileira enxerga a natureza perversa do golpe, já denunciado pelos jornais do mundo inteiro, e há mais brasileiros a favor do retorno de Dilma do que da permanência do interino Michel Temer, ainda que a maioria prefira novas eleições; “É uma peça que sintetiza todas as provas que foram reunidas ao longo desse período: testemunhas, perícias, prova documental. Tudo aquilo está sintetizado, e é feita uma análise das duas denúncias”, explicou José Eduardo Cardozo; segundo ele, na peça da defesa também foram abordados vários fatos que surgiram ao longo desse processo; “Um deles, muito importante, foi a proposta de arquivamento que o MPF fez relativamente ao inquérito que tratava das pedaladas. Se for um julgamento justo, mesmo político, a absolvição é clara, não há prova nenhuma", reforçou; confira as alegações na íntegra

 


A defesa da presidente eleita Dilma Rousseff entregou, nesta quinta-feira (28), na Comissão Processante do Impeachment no Senado, os documentos com as alegações finais do processo. A peça, com cerca de 500 páginas, foi entregue pelo ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, um dos advogados da defesa de Dilma.

“É uma peça que sintetiza todas as provas que foram reunidas ao longo desse período: testemunhas, perícias, prova documental. Tudo aquilo está sintetizado, e é feita uma análise das duas denúncias”, explicou Cardozo. Segundo o advogado, na peça da defesa também foram abordados vários fatos que surgiram ao longo desse processo. “Um deles, muito importante, foi a proposta de arquivamento que o Ministério Público Federal fez relativamente ao inquérito que tratava das pedaladas.”

Cardozo mostrou-se confiante na possibilidade de os senadores absolverem Dilma.

"Se for um julgamento justo, mesmo político, a absolvição é clara, não há prova nenhuma", afirmou o advogado.

Ele acrescentou que há a possibilidade de a presidente fazer sua própria defesa no julgamento final do processo de impeachment, que ocorrerá no Plenário do Senado, sob o comando do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.

"Eu só acho que o relator, o senador Anastasia, vai ter muita dificuldade em cumprir a ordem do partido dele, talvez ele cumpra. Mas vai ter muita dificuldade, porque é difícil dizer que exista alguma situação que permita a sustentação, com validade, desse impeachment", disse.

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) informou que senadores que apoiam Dilma entregarão um voto em separado à Comissão de Impeachment, em contraponto ao voto que será apresentado pelo relator na Comissão do Impeachment, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).

A senadora disse ainda que vai requerer que a comissão colha o depoimento do procurador da República Ivan Claudio Marx, que determinou o arquivamento da investigação criminal que apurava se o atraso nos repasses do governo ao BNDES, as chamadas “pedaladas fiscais”, configuraram crime. Gleisi Hoffmann afirmou que pedirá o depoimento do procurador antes da leitura do voto de Anastasia, que está agendado para a terça-feira (2).

As alegações finais da defesa de Dilma serão agora analisadas pelo relator do processo, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), que deverá apresentar seu parecer sobre o processo até o dia 2 de agosto, quando o relatório será lido na comissão processante.

Acesse aqui a íntegra das alegações finais.
Brasil247
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Domingo, 31, o Brasil trabalhador protestará contra Michel Temer




Movimentos que compõem a Frente Povo Sem Medo vão às ruas em todo o país neste domingo (31) com o mote “Fora Temer”. A frente alerta que o presidente em exercício, Michel Temer (PMDB) e seus ministros são perigosos para a classe trabalhadora.

“Por não ter sido eleito por ninguém e aparentemente não buscar reeleição, coloca-se [o governo interino] numa situação em que não precisa prestar contas à sociedade”, comenta trecho do texto de convocatória do ato. 

Oito estados já possuem atos confirmados; e Lisboa, em Portugal, também recebe ato contra o governo interino. “Contra este programa de terra arrasada, defenderemos nas ruas as reformas que o país precisa”, diz outro trecho da nota.

Pautas
Entre as pautas que serão levadas às ruas pela Povo Sem Medo estão o fim das especulações sobre a reforma da Previdência, fim da taxação de grandes fortunas, além da denúncia e repúdio às privatizações de estatais. Outro ponto citado é a necessidade de que o controle do pré-sal continue sendo nacional, bem como outros recursos naturais brasileiros.
“Não queremos Reforma Trabalhista, queremos as Reformas Urbana e Agrária, dívida histórica do Estado brasileiro com seu povo”, cita a nota da organização.
O texto ainda fala sobre a necessidade de se fazer uma auditoria da dívida pública do país, de democratizar os meios de comunicação e desmilitarizar a polícia, além do fim do genocídio da população negra. “Esta é a agenda que contempla a maioria do nosso povo”, salienta a frente. 


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Lula denuncia o Juiz de Curitiba na ONU por violação aos direitos humanos



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou com uma petição na ONU (Organização das Nações Unidas) em que alega violação dos direitos humanos na condução da Operação Lava Jato, que tem ele como um dos alvos. De acordo com informações do jornal The Telegraph, Lula recorreu ao advogado especializado em direitos humanos Geoffrey Robertson, que ficou conhecido por defender Julian Assange, fundador do Wikileaks, o ex-boxeador Mike Tyson e o autor indiano Salman Rushdie. O jornal afirma que Lula pode ser preso e ofuscar os Jogos Olímpicos Rio-2016.

O advogado alega abuso de poder pelo juiz federal Sergio Moro, que é responsável pelas investigações na Operação Lava Jato. Robertson destaca que os telefones do ex-presidente, os de sua família e de advogados foram grampeados. "As transcrições, bem como o áudio das conversas, estão sendo liberados para uma imprensa hostil. O juiz está invadindo sua privacidade e pode prendê-lo a qualquer momento e, em seguida, pode ser julgado sem um júri", disse ele.

Segundo o advogado, na Inglaterra, "nenhum magistrado poderia agir dessa maneira. O juiz ainda tem o poder de deter os suspeitos infindamente na prisão até que confessem. Há uma barganha. Este sistema viola os direitos humanos fundamentais e já foi condenado por órgãos da ONU".

De acordo com Robertson, o caso vai expor o problema da prisão preventiva e das condenações "injustas" no Brasil, que são feitas baseadas em confissões de suspeitos que só querem sair da prisão. Para ele, as investigações são essencialmente importantes para o combate à corrupção, apenas se ocorrer de forma justa. O Telegraph ressalta que Lula, que presidiu o Brasil entre 2003 e 2010, foi alvo de condução coercitiva em março de 2016, na fase Aletheia da Lava Jato.

Cabe lembrar que, na semana passada, o Ministério Público Federal do Distrito Federal apresentou à Justiça de Brasília denúncia contra Lula, o ex-senador Delcídio do Amaral, o pecuarista José Carlos Costa Bumlai, André Esteves (ex-controlador do banco BTG Pactual) e mais 3 pessoas. Eles são acusados de agirem irregularmente para atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato.

Os demais acusados são: Diogo Ferreira Rodriguez (ex-chefe de gabinete de Delcídio), Edson Siqueira Ribeiro Filho (ex-advogado de Nestor Cerveró) e Maurício Barros Bumlai (filho de José Carlos Bumlai). O caso já havia sido denunciado pelo Procurador Geral da República (PGR), Rodrigo Janot, em dezembro do ano passado, mas, em decorrência da perda de foro privilegiado de Delcídio do Amaral, e também pelo fato de o crime ter ocorrido em Brasília, a denúncia foi enviada à Justiça Federal do DF.
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Para não ser preso, detrator do ex-presidente Lula pede Habeas Corpus




O historiador Marco Antonio Villa, militante antipetista, presepeiro ligado ao PSDB, entrou com pedido de Habeas Corpus para não enfrentar o ex-presidente Lula em ação de queixa-crime por ‘afirmações caluniosas proferidas no Jornal da Cultura’.

Em 20 de julho do ano passado, Villa disse que o ex-presidente “mente, mente”, que é culpado de “tráfico de influência internacional, sim”, além de “réu oculto do mensalão”, “chefe do petrolão”, “chefe da quadrilha” e teria organizado “todo o esquema de corrupção”.

Em seu pedido de HC, Villa afirma que "a intenção de Villa no programa de televisão transmitido ao vivo não foi a de “enxovalhar a reputação, boa imagem e honra do querelante”, como diz a inicial. Seu objetivo, movido pelo interesse público, era o de afirmar que Lula não tem imunidade e que seus atos merecem apuração. O futuro dirá, Egrégio Tribunal, se, além da clamorosa falta de ética, há ilícitos penais e administrativos a serem punidos."

Para o ex-presidente Lula houve clara ofensa à honra. “O historiador deixou claro ainda que ‘quem está dizendo sou eu, Marco Antonio Villa’, embora não tenha apresentado sequer uma evidência das graves acusações que fez”, diz o texto divulgado pelo Instituto Lula na época.
“Todas essas afirmações do historiador não condizem com a verdade e por isso a Justiça foi acionada contra o historiador e comentarista político.” Assim será com todos os detratores do ex-presidente Lula, todos nessa hora de se ver processados, ficam com monossílabo no ponto.
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O CHERNOVIZ

O Formulário Chernoviz foi presença obrigatória nas farmácias antes da criação da farmacopeia brasileira.
Pedro Luiz Napoleão Chernoviz era o nome abrasileirado de Piotr Czerniewicz que nasceu em Lukov, na Polonia,  em 11 de setembro de 1812  e faleceu em Paris, em 31 de agosto de 1881.
Foi um médico, escritor e editor científico.
Ele imigrou para Brasil em meados do Século 19 em uma missão em nome do rei Louis-Philippe de France a pedido do Imperador Dom Pedro II do Brasil.



O Século XX alvorecia e meu bisavô paterno, Antonio Nunes de Azevedo, clinicava mesclando a medicina com sua atividade farmacêutica, profissão muito evidenciada na época.

Assim, ele laborava com afinco no estado do Piauí e pela região são franciscana, Remanso, Casa Nova, Sento Sé,  até às terras margeadas pelo  rio Corrente, alcançando o povoado de Porto Novo e a cidade de Santa Maria da Vitória no Oeste baiano.

Na epidemia da Gripe Espanhola ocorrida em 1918 e 1919, meu bisavô salvou muita gente por esse sertão afora.

Esse bisavô que eu gostaria de ter conhecido, em vida, consultava, não raro, o FORMULÁRIO CHERNOVIZ.

Naqueles tempos de Brasil agrário, subdesenvolvido e de máximas dificuldades, com raríssimos médicos notadamente no interior da Bahia, máxime no sertão do São Francisco, é bom dizer que meu bisavô, na condição de farmacêutico, sarava os ribeirinhos enfermos que não eram poucos.

O Formulário Chernoviz do meu bisavô, foi herdado por meu querido avô José Nunes de Azevedo, Juquinha, que também receitava e que não me ofertou o precioso livro porque eu, ainda menino, esqueci de lhe pedir. 

Nos dias atuais, meu tio Aurenil, residente no Alto Cheiroso, em Juazeiro-BA,  é o único detentor e legítimo possuidor desse raro Chernoviz.

Mas o tio Aurenil, com muita razão, não empresta, não doa e sempre desconversa quando o assunto do Chernoviz vem à baila.

Por via de consequência, adquiri, por uma pequena fortuna, num sebo em Curitiba no Paraná, essa 18ª edição, de 1908, (foto) que as traças passaram ao largo, como sói não deve ter acontecido com o Chernoviz dos meus parentes.

Tenho hoje a relíquia da 18ª edição do Formulário Chernoviz, para meu deleite e para as minhas pesquisas e leituras sobre os costumes e tratamento de doenças no Brasil do Século XIX.

A título de curiosidade, meu bisavô casou-se cinco vezes e três das suas legítimas esposas eram irmãs.

Nilson Machado de Azevedo








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Governo interino cria confusão e quer boicotar o Mercosul



Apesar do boicote liderado por José Serra, o Uruguai decidiu transmitir a presidência do Mercosul à Venezuela, como preveem as regras atuais e confirmam os jornais de Montevidéu. No entanto, a decisão não será reconhecida pelo governo interino, criando um impasse inédito entre os vizinhos sul-americanos.

Recentemente, o chanceler interino José Serra foi ao Uruguai, acompanhado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, para tentar convencer o governo de Tabaré Vazquez a quebrar as regras, mas fracassou em sua missão. Num comunicado, o governo de Vásquez disse que “reiterava sua posição no sentido de proceder a passagem da presidência, de acordo com as normas vigentes do Mercosul”.

O governo interino alega que a mudança de comando deve ser tomada por consenso, o que fez com que o governo de Nicolás Maduro denunciasse que o "golpismo" brasileiro agora atinge também o Mercosul. Serra defende que o assunto seja abordado durante cúpula da entidade, em 12 de agosto, e que o Uruguai permaneça à frente da entidade até lá. Os uruguaios, por sua vez, querem que seja obedecido o rodízio de seis meses e por ordem alfabética.

O assunto, segundo o Ministério de Relações Exteriores uruguaio, pode ser tratado hoje, em Lima, durante a posse do presidente peruano Pedro Pablo Kuczynski, segundo reportagem de Fabio Murakawa. Estarão presentes, além de Vázquez, os presidentes Nicolás Maduro (Venezuela), Mauricio Macri (Argentina) e Horacio Cartes (Paraguai). O governo interino será representado por José Serra.
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CAMPANHA ELEITORAL NA INTERNET





A partir do dia 16 de agosto, a propaganda eleitoral estará liberada, inclusive na internet. No entanto, candidatos, partidos e coligações devem ficar atentos a algumas restrições, a exemplo da vedação da propaganda eleitoral paga na internet. A Lei das Eleições (Lei 9.504/97) proíbe a veiculação de qualquer tipo de propaganda paga na internet. Nas redes sociais, candidatos não podem impulsionar as publicações, ou seja, não é permitido utilizar a ferramenta “página patrocinada” do Facebook com mensagens que contenham conotação eleitoral.

Não é admitida também a propaganda eleitoral pela Internet, ainda que gratuita, em sites de pessoas jurídicas, com ou sem fins lucrativos, e em sites oficiais ou hospedados por órgãos ou entidades da Administração Pública Direta ou Indireta da União, estados, Distrito Federal e dos municípios. Também fica proibido ao candidato ou partido pedido explícito de voto.


Casos permitidos


Por outro lado será possível fazer propaganda eleitoral na internet em sites do candidato, do partido ou coligação, contanto que comuniquem o endereço eletrônico à Justiça Eleitoral; por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo candidato, partido ou coligação e também por meio de blogs, redes sociais, espaços de mensagens instantâneas e assemelhados, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos, coligações ou de iniciativa de qualquer pessoa natural.

Vale lembrar que a utilização dos meios de divulgação, de informação disponíveis na internet é passível de ser analisada pela Justiça Eleitoral para efeito da apuração de irregularidades eleitorais.


Penalidades


As punições para quem descumprir as regras impostas na legislação vão de multa até mesmo detenção. Quem fizer propaganda eleitoral na internet pode ser punido com multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil, sem prejuízo das demais sanções legais cabíveis. Já para quem contratar, direta ou indiretamente, pessoas para insultar o candidato, partido ou coligação na Internet pode ser penalizado com detenção de dois a quatro anos e multa de R$ 15 mil aR$ 50 mil. As pessoas contratadas também podem ser punidas com detenção de seis meses a um ano – com alternativa de prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período – e multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil.


Ofensas e perfis falsos na Internet


É livre a manifestação do pensamento, porém é vedado o anonimato durante a campanha eleitoral, por meio da internet. É proibida também a criação de perfis ou páginas anônimas nas redes sociais com a finalidade específica de emitir mensagens ou comentários ofensivos ao candidato, partido ou coligação. A Justiça Eleitoral poderá determinar, por solicitação do insultado, a retirada de publicações deste tipo.





Fonte: TSE ASCOM
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Zé Vampiro além de golpista é misógeno

27 de jul de 2016




O gerente interino das relações exteriores, José Serra, deu uma demonstração de machismo nessa segunda-feira, 25, no México. 

Membro de um governo golpista que não tem uma mulher no primeiro escalão, o político  paulista disse  à ministra mexicana Claudia Ruiz Massieu que há "perigo" em haver tantas mulheres na política do México.

"Devo dizer, cara ministra, que o México, para os políticos homens no Brasil, é um perigo porque descobri que aqui quase a metade dos senadores são mulheres", declarou Serra.

O tucano usurpador está passeando no México dizendo que vai melhorar as relações comerciais entre os dois países. (Vejam só!).  O Brasil e o México são as duas maiores economias latino-americanas. A corrente de comércio bilateral totalizou US$ 8 bilhões em 2015, no Governo da Presidente Dilma.

Durante a "visita" foi firmado um Acordo para o Reconhecimento Mútuo da Cachaça e da Tequila entre o Brasil e o México.

Cremos, no entanto, que o aumento na participação das mulheres na política é um dos temas mais relevantes para a construção de um futuro democrático que supere as desigualdades históricas de gênero no Brasil. Mas isto não se aplica ao gerente que  tentou fazer piada com o tema, mas acabou revelando a verdadeira faceta do governo golpista do “amigo da onça” Michel Temer.
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Bacharel em Direito ameaçou explodir o prédio da Unijorge com balas de gengibre

25 de jul de 2016




O homem que ameaçou explodir a Unijorge na tarde de ontem, domingo (24), em Salvador, exigiu a presença de um juiz federal para se entregar. A intenção era que o magistrado assinasse uma “sentença” que ele mesmo havia elaborado para “provar” sua capacidade de exercer a advocacia. O relato foi feito pelo juiz federal Durval Neto, que acompanhou o caso.

“Me foi então apresentado um papel escrito pelo rapaz, de caneta, no qual ele colocou um espaço para assinatura com a indicação ‘juiz federal’. Eu assinei e entreguei minha carteira funcional ao policial, para que o rapaz visse que era um juiz federal realmente ali. Então, o rapaz disse que inclusive tinha sido meu aluno e se entregou logo em seguida”, contou o juiz.

De acordo com Neto, Frank Oliveira esteve no prédio dos Juizados Federais há duas semanas pedindo para falar com o juiz. Seu comportamento era agressivo, ele gritava e não conseguia completar um raciocínio. “Liguei para a portaria e pedi para garantirem a ele que eu iria ler o pedido e que se fosse realmente urgente, despacharia imediatamente no plantão.

Quando recebi o expediente dele, vi um texto totalmente desconexo, questionando o exame de ordem e outros pontos que não consegui compreender, mas sem qualquer urgência, até porque o exame ainda seria dali a duas semanas”, lembrou Neto, que encaminhou o documento à livre distribuição.

A confusão começou por volta das 13h, quando seriam aplicadas as provas da 1ª fase do exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Frank Oliveira ameaçou explodir o prédio da Unijorge e mobilizou equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e do esquadrão anti-bombas. Quatro horas depois descobriu-se que o homem, na verdade, tinha balas de gengibre amarradas à cintura. Frank prestou depoimento e foi liberado, devendo responder por provocar alarme, anunciando desastre ou perigo inexistente.
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Nova pesquisa: 73,1% querem Fora Michel Temer


Levantamento do Instituto corrige erro do Datafolha e aponta que 62% são favoráveis a novas eleições; além disso, 11,1% querem que a presidente Dilma Rousseff volte e conclua seu mandato; os que querem a permanência de Michel Temer são apenas 23,8%, bem menos do que os 50% apontados pela Folha em sua pesquisa forjada; como a tese de novas eleições depende da volta de Dilma, que faria uma consulta popular sobre o tema, os senadores, se ouvirem a voz do povo, rejeitarão o impeachment.

 


O colunista Ricardo Noblat divulgou levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, entre os últimos dias 20 e 23, sobre o cenário político, que corrige o erro do Datafolha:

11,1% dos entrevistados responderam que preferem a volta de Dilma Rousseff à presidência da República. A permanência de Michel Temer como presidente foi a resposta de 23,8%, bem menos do que os 50% apontados pela Folha em sua pesquisa forjada. Pouco mais de 62% disseram preferir a realização de novas eleições.

Como a tese de novas eleições depende da volta de Dilma, que faria uma consulta popular sobre o tema, os senadores, se ouvirem a voz do povo, rejeitarão o impeachment.

Ainda segundo a pesquisa, por enquanto, a população continua cética. Quando se lhe indaga se sua situação financeira melhorou, piorou ou permaneceu igual depois que Temer assumiu o governo no lugar de Dilma, responde: melhorou (11,3%), piorou (20,7%), permaneceu igual (65,9%).

Sobre o futuro do ex-presidente Lula, 15,2% dos entrevistados pelo Instituto Paraná Pesquisas responderam que preferem a volta dele à presidência da República.

Contra 34,1% que disseram preferir que ele simplesmente se aposentasse da política. E 47,7% que fosse preso pelo juiz Sérgio Moro. Não souberam ou não quiseram responder, 3%.
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Carta aberta a Michel Temer: Por Paulo Nogueira

24 de jul de 2016




Caro Temer:
Você conseguiu destruir até a alegria que deveria preceder um acontecimento como as Olimpíadas.

Você não é apenas um golpista. É um destruidor.
Um destruidor de esperanças, um destruidor de futuro, um destruidor de sorrisos e de alegrias.

Você também é um péssimo exemplo de caráter. Passará para a história como aquele que apunhalou pelas costas 54 milhões de votos.

Você simboliza o atraso no conteúdo e na embalagem, com suas mesóclises arcaicas e com seus maus versos.
Até seu casamento é um clichê: o velho rico e botocado e a linda menina pobre. Ao ver o casal a grande máxima de Nelson Rodrigues é inevitável: “O dinheiro compra até o amor verdadeiro.”

Você não chega a ser um plutocrata. É um servo, é um fâmulo da plutocracia. Foi usado circunstancialmente pelos plutocratas para tirar na marra do poder um governo que cometeu o crime de colocar os miseráveis na agenda.
O povo não reconhece pessoas como você.

Um terço dos brasileiros sequer sabe seu nome. Apenas um entre sete aprova seu governo. Quatro entre dez entendem que você chegou ao Planalto por um processo sujo — e isso mesmo com todo o apoio da imprensa.

Não importa o que aconteça, você já fracassou. Não há nada que você possa fazer para mudar isso. Não há nada que jornais e revistas possam fazer para elevá-lo do abismo a que a traição o conduziu.
Veja, por exemplo, o que ocorreu com a Folha de S. Paulo ao tentar inflá-lo artificialmente por meio de uma fraude numa pesquisa Datafolha.

A Folha saiu desmoralizada. O Datafolha saiu desmoralizado. Até o Globo saiu desmoralizado ao atribuir as críticas a “blogs petistas”, uma canalhice desmentida pela própria ombudsman da Folha, que reconheceu o erro.
E você saiu também desmoralizado: a mídia pode muito, mas não pode transformar um político de terceira categoria num estadista.
Você foi uma vergonha até como interino. Agiu indevidamente como se fosse titular. Usou a caneta provisória para comprar a permanência numa posição que não é a sua. Distribuiu sem nenhum pudor cargos para senadores corruptíveis, que se deixam seduzir pelo brilho frio das moedas.

Caro Temer: cada dia com você é um dia a menos para o avanço do país rumo a uma sociedade menos abjetamente injusta.
Um estadista traz luzes para um país. O senhor traz sombras.

Sinceramente.
Paulo Nogueira
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Cunha "retou' e diz que será o único a derrubar dois presidentes da república

23 de jul de 2016




Cunha: ficarei conhecido por derrubar dois presidentes do Brasil

A ameaça é relatada na coluna Radar deste fim de semana, ou seja, depois de afastar a presidente Dilma Rousseff com seu impeachment sem crime de responsabilidade (o golpe parlamentar de 17 de abril), Eduardo Cunha estaria se preparando para detonar também o interino Michel Temer; reportagem da revista Carta Capital deste fim de semana também informa que ele teria grampeado Michel Temer sobre "velhas parcerias" no setor portuário, enquanto uma coluna da Folha sugere que ele faça delação premiada; perto de ter seu mandato cassado, Cunha inspira rumores sobre ameaças contra o aliado Michel Temer



247 – Uma nota publicada na coluna Radar deste fim de semana, assinada pelo jornalista Maurício Lima, informa que o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), estaria se preparando para detonar o aliado Michel Temer, que exerce a presidência da República provisoriamente.

 Eis o que diz o texto:

Ameaça retumbante

Um interlocutor de Eduardo Cunha saiu apavorado de uma conversa recente com o político. Bem ao seu estilo, em que recobre a megalomania com tonitruâncias, o ex-presidente da Câmara soltou uma ameaça retumbante: "Ficarei conhecido por derrubar dois presidentes do Brasil".

Neste fim de semana, a revista Carta Capital publica reportagem sobre suposto grampo que Cunha teria feito no interino Michel Temer, sobre parcerias dos dois no setor portuário. Ambos teriam atuado para mudar a Lei dos Portos e favorecer o grupo Libra, que, em seguida, teria feito uma doação de R$ 1 milhão a Temer (leia aqui).

Neste sábado, a colunista Natuza Nery sugere que Cunha faça uma delação premiada para se redimir de seus pecados – mas a delação deve ser para cima, adverte (leia aqui).

Brasil247



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Super Juiz de Curitiba se diz imparcial para julgar o ex-presidente Lula



Os advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira, que respondem pela defesa de Lula, reagiram, em nota, nesta sexta-feira (22), ao pronunciamento apresentado pelo juiz federal Sérgio Moro. No documento, o magistrado nega que esteja agindo com parcialidade nos processos que envolvem o ex-presidente.

A defesa de Lula contesta: "A defesa apresentada por Moro, todavia, apenas deixou ainda mais evidente a sua parcialidade em relação a Lula, pois a peça: (a) acusa; (b) nega, de forma inconsistente, as arbitrariedades praticadas; (c) faz indevidos juízos de valor; e, ainda, (d) distorce e ignora fatos relevantes".

Na nota enviada à imprensa, os advogados de Lula acusam Moro de agir como um "juiz acusador" e de antecipar juízo de valor sobre a propriedade do sítio de Atibaia. Eles também dizem que Moro praticou diversas arbitrariedades. "Lula foi indevidamente privado da sua liberdade em situação não prevista em lei, pois foi conduzido coercitivamente sem que tenha deixado de cumprir qualquer intimação previamente.

Já o levantamento do sigilo das conversas interceptadas nos ramais telefônicos utilizados pelo ex-presidente, seus familiares, colaboradores e advogados é expressamente vedado em lei e pode configurar crime. Quanto a este ponto, as próprias decisões proferidas pelo STF indicam que não houve um mero erro do julgador, até porque a lei não comporta qualquer interpretação que não seja a preservação do sigilo. Houve inequívoca intenção do juiz de produzir efeitos estranhos ao processo, para criar empecilhos jurídicos e políticos a Lula", diz a nota da defesa do ex-presidente.

Confira a nota na íntegra:

Nota

Na data de hoje (22/07/2016), o juiz Sergio Moro recusou-se a reconhecer que perdeu a imparcialidade para julgar o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e apresentou sua defesa para futuro julgamento pelo Tribunal Regional Federal da 4ª. Região.

A defesa apresentada por Moro, todavia, apenas deixou ainda mais evidente a sua parcialidade em relação a Lula, pois a peça: (a) acusa; (b) nega, de forma inconsistente, as arbitrariedades praticadas; (c) faz indevidos juízos de valor; e, ainda, (d) distorce e ignora fatos relevantes.

Juiz acusador.

Em documento remetido ao STF no dia 29/03/2016, o juiz Moro fez 12 acusações contra Lula imputando-lhe práticas criminosas e antecipou, indevidamente, juízo de valor sobre a propriedade do sítio de Atibaia (SP), sobre o qual arvorou jurisdição. A figura do juiz acusador é incompatível com a do juiz imparcial.

Na manifestação de hoje, Moro tenta amenizar sua indevida atuação acusatória contra o ex-Presidente sob o fundamento de que teria feito uso frequente das expressões ‘cognição sumária’, ‘em princípio’ ou ‘aparentemente’. Essa situação, todavia, não retrata a realidade, tanto é que Moro transcreveu em sua defesa apenas 3 das 12 acusações lançadas no documento dirigido ao STF, escondendo a maioria de conteúdo flagrantemente acusatório. O escopo da manifestação de Moro é inequivocamente de um acusador, quaisquer que sejam as expressões que ele tenha utilizado para edulcorar aquele documento.

Arbitrariedades.

Ao contrário do que foi sustentado, o juiz Moro praticou diversas arbitrariedades contra o ex-Presidente Lula, principalmente após ser deflagrada a 24ª. Fase da Operação Lava Jato. Lula foi indevidamente privado da sua liberdade em situação não prevista em lei, pois foi conduzido coercitivamente sem que tenha deixado de cumprir qualquer intimação previamente.

Já o levantamento do sigilo das conversas interceptadas nos ramais telefônicos utilizados pelo ex-Presidente, seus familiares, colaboradores e advogados é expressamente vedado em lei e pode configurar crime. Quanto a este ponto, as próprias decisões proferidas pelo STF indicam que não houve um mero erro do julgador, até porque a lei não comporta qualquer interpretação que não seja a preservação do sigilo. Houve inequívoca intenção do juiz de produzir efeitos estranhos ao processo, para criar empecilhos jurídicos e políticos a Lula.

Essas arbitrariedades foram encaminhadas ao Procurador Geral da República em 16/06/2016 para análise sobre o eventual cometimento de abuso de autoridade pelo Juiz Moro, estando pendentes de análise.

Juízos indevidos de valor.

O excesso de medidas cautelares injustificadas já autorizadas pelo juiz Sergio Moro contra Lula é outro fator que não deixa dúvida de que ele aderiu precocemente a uma tese acusatória e, com isso, tornou-se parcial no caso. No documento emitido hoje, Moro volta a fazer indevidos juízos de valor na tentativa – inalcançável – de justificar tais medidas.

Distorções.

Na defesa hoje apresentada, Moro ignora o fato de ter participado e prestigiado o lançamento do livro do jornalista Vladimir Neto sobre a Operação Lava Jato – que coloca Lula, indevidamente, em papel central. Os direitos da obra já foram vendidos para a produção de uma série pela empresa norte-americana Netflix.

O juiz ainda tergiversa em relação à sua participação em eventos envolvendo políticos que fazem oposição a Lula, chegando até mesmo a negar a ligação de João Dória Júnior, pré-candidato à prefeitura de São Paulo e autor de diversos atos difamatórios contra Lula, nos eventos organizados pela empresa Lide da qual é notório proprietário.

Falta sinceridade na manifestação de Sergio Moro quando alega que não pode influir na linha editorial contraria a Lula dos veículos de comunicação, como se desconhecesse esse fato ao aceitar convites para atos que envolvem atores políticos e de propaganda opressiva.

Ao deixar de reconhecer que perdeu a imparcialidade para julgar Lula, diante de tão relevantes fatos, o juiz Moro comete inequívoco atentado contra a Constituição Federal e, ainda, contra os Tratados Internacionais que o Brasil se obrigou a cumprir, que asseguram a figura de um juiz imparcial e de um julgamento justo.

Os advogados de Lula tomarão todas as providências necessárias para que seu cliente não seja submetido a novas arbitrariedades.

Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira
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Terroristas brasileiros

22 de jul de 2016



A Polícia Federal prendeu um grupo amador terrorista pego no Brasil tentando comprar armas no Paraguai e cometer algum atentado. Fizeram juramento ao Estado Islâmico, mas aparentemente não tinham contato direto com o grupo. Os 10 membros supostamente eram recém-convertidos ao islamismo. E esse é um dado importante.

Vê-se o crescimento do islamismo no Brasil, em especial nas periferias, com preocupação. Não pelo Islã em si, mas pelos neo-fiéis, em geral pessoas sem rumo, desesperadas, buscando sentido pra vida. Alguns vão ao islamismo, outros vão ao neopentecostalismo e nós sabemos o resultado disso: fanatismo, homofobia, intolerância, influência na política, cabresto eleitoral etc.

Agora imaginem só se, como pregam Bolsominions da vida, o porte de armas no Brasil fosse irrestrito como nos EUA? Qualquer grupelho amador teria capacidade de causar estragos imensos.

Mais pormenores: não se vê a religião em si como problema -- em que pese não se ver com bons olhos o crescimento do islamismo nas periferias ou do neopentecostalismo. O problema é o fiel. São as razões pela procura dessas novas religiões, muitas vezes em vertentes radicais.

Pessoas vulneráveis precisam de muita coisa, mas, sem dúvida, não de seitas apocalípticas ou de lavagem cerebral. Se o País não tem capacidade de combater o fundamentalismo - que tem até espaço em TV e forte presença no Parlamento - imaginem então combater radicalização islâmica.

Digna de nota nesse caso é a velocidade com que certas alas da esquerda declaram que "é mentira". Que é armação e etc pra cima dos até então dez presos... Quem afirma que é mentira tem tanta base pra afirmar isso quanto quem já os condenou: nenhuma. A história está claramente mal contada, há informação mantida em sigilo e mesmo pontos que não batem, e isso pode levantar suspeitas, mas de forma alguma facilitar conclusões.

O Estado não é confiável - já chegou até a acusar o filósofo Bakunin, morto há quase 200 anos, de terrorismo no Rio de Janeiro -, o atual ministro da Justiça pode ter realmente aspirações políticas e é conhecido pela truculência, assim como o ministro da Justiça anterior, que ofereceu Força Nacional para reprimir protestos e apoiou a criminalização de manifestantes.

Ainda assim, não se  têm instrumentos para chegar a uma conclusão no caso específico. E, sejamos honestos, muitos dos que, por birra com o atual ministro, concluem que é tudo uma farsa têm igualmente razões políticas para fazê-lo e, quando estiveram no poder, não foram diferentes.
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Começou a privatização da Petrobras




O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta sexta-feira uma reformulação na busca de sócio para a BR Distribuidora, com o qual irá compartilhar o controle, como forma de facilitar a venda da distribuidora de combustíveis, informou a companhia em um comunicado.

O modelo segue a lógica do "cocontrole", ou controle compartilhado, anunciado por Pedro Parente, presidente da estatal, em sua primeira entrevista.

A família Gouveia Vieira, que já foi dona da Ipiranga e à qual pertence o presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, Eduardo Eugênio, já disse ter interesse na aquisição da BR.

Leia, abaixo, reportagem da Reuters: 

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta sexta-feira uma reformulação na busca de sócio para a BR Distribuidora, com o qual irá compartilhar o controle, como forma de facilitar a venda da distribuidora de combustíveis, informou a companhia em um comunicado.

No modelo de venda, haverá uma estrutura societária que envolverá as classes de ações ordinárias e preferenciais, de forma que a Petrobras fique majoritária no capital total, mas com uma participação de 49 por cento no capital votante.

A mudança acontece após a Petrobras concluir que as três propostas pela subsidiária não atendiam aos objetivos da empresa. Com isso, decidiu encerrar o processo competitivo que estava em curso e iniciar uma nova modalidade de venda.

O novo modelo de venda, segundo a companhia, busca maximizar o valor do negócio de distribuição de combustíveis, atender os objetivos estratégicos da Petrobras e manter a operação integrada na cadeia do petróleo.

"Será condição para a conclusão da transação que questões estratégicas para a Petrobras estejam adequadamente refletidas na estrutura da parceria", disse a empresa no comunicado.

O Conselho de Administração da empresa também aprovou uma reavaliação do projeto Comperj e da Refinaria Abreu e Lima. 
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Os protagonistas da pesquisa do DataFolha merecem ser presos por crime de infâmia




- Quero a verdade. Tragam-me números.

Essa ilusão quantitativa que por tanto tempo teve vigência na opinião pública não leva em conta o quanto os números escondem ou podem esconder a realidade. O desmascaramento das pesquisas do Datafalha escancara a manipulação feita pelas pesquisas e como trataram de influencias na opinião pública.

Por si só o fato de que os dois mais importantes institutos de pesquisas até aqui – o Ibope e o Datafolha – tivessem vínculos políticos muito diretos – um com a Globo, o outro com a Folha -, que tem posições partidárias claras há anos no Brasil, já demonstrava a falta de isenção deles. Ainda mais se sabemos que faziam as pesquisas quando lhes interessava, sobre os temas que lhes interessavam, com as perguntas voltadas para as respostas que lhes interessavam.

À luz desse desmascaramento do Datafalha, podemos olhar para tras e reconsiderar os consensos fabricados na opinião pública, que se tornaram verdades estabelecidas, embora forjadas na cozinha dos institutos de pesquisa. Passaram a ideia de um isolamento formidável do Lula em 2005, mas um ano depois o Lula foi reeleito. Massacram o Lula durante todo seu segundo mandato, mas ele o concluiu com popularidade de 87%.
Mais recentemente, as manipulações foram mais escandalosas. Imaginar que a Dilma poderia, em poucas semanas, baixar de mais de 50% de apoio a menos 10%. E se valer disso para propagar que a voz das ruas pedia o impeachment, o que serviu como argumento político para parlamentares que não tinham argumento sobre crimes de responsabilidade, mas que diziam estar sintonizados com as ruas. Mesmo quando obviamente as ruas passaram a ser ocupadas pelos movimentos populares, a mídia seguiu, nos seus editoriais, a se apropriar das ruas, como se as antigas pesquisas, manipuladas, lhes dessem esse direito.


Agora tanto as ruas, como as próprias pesquisas, feitas pelos mesmos órgãos da direita, apontam em outra direção: a voz das ruas quer Fora Temer. 81%, escondidos na pesquisa do Datafolha, não querem Temer, não querem o golpe, querem o Fora Temer.

Apesar de perderem todas as eleições presidenciais desde 2002, os editoriais da velha mídia usam plurais majestáticos para tentar passar seus interesses particulares pelos interesses do país. O Brasil não quer o golpe, não quer o Temer, não acredita mais na velha mídia.

Depois de intoxicar a cabeça dos brasileiros de que o problema fundamental do pais é a corrupção (do PT, claro), buscam confirmar isso nas suas pesquisas, com as formulações capciosas, que favoreçam as respostas que lhes interessam, que serão destacadas devidamente nas manchetes.

Mas nessa mesma pesquisa já devidamente desmoralizada, se anunciar que a corrupção seria a principal preocupação dos brasileiros. Mas logo em seguida vem a saúde, o desemprego, a educação que, somados, superam a corrupção. Portanto os problemas sociais seguem sendo a maior preocupação dos brasileiros, ao contrário do que anunciam os arautos do golpe.

O país mudou muito desde aquele vergonhoso domingo circense preparado pela mídia, de que fazia parte uma suposta voz das ruas a favor do golpe. Agora a voz das ruas, vista nas ruas, e presente nas pesquisas, é outra: a grande maioria dos brasileiros, mais de 4 em 5, quer o Fora Temer.
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