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Prefeito de João Dourado é acusado de nepotismo

quarta-feira, 8 de agosto de 2018




O prefeito do município de João Dourado, Celso Loula Dourado, foi acusado de nepotismo por empregar 13 parentes, incluindo a esposa, em cargos municipais. O julgamento parcial ocorreu no Tribunal de Contas dos Municípios, na tarde desta terça-feira, 7, na capital baiana. 

Os vereadores de João Dourado, Carlos Átila Araújo da Silva, Cristiano Oliveira de Souza, Élcio Loula Dourado e Rute Pereira Borges fizeram a denúncia, a qual aponta que ao longo dos últimos sete meses o gestor empregou 13 familiares seus e de seus secretários municipais com cargos municipais.
A relatoria considerou ilegal a nomeação de Rita de Cássia Amorim do Amaral, mulher do prefeito Celso Loula Dourado, de Maria Aparecida Amorim do Amaral e Renata Cristina Amorim do Amaral, cunhadas do gestor, e de Saulo Miranda Loula Dourado e Celso Loula Dourado Sobrinho, ambos seus sobrinhos. O prefeito não apresentou nenhum documento que comprovasse a capacidade técnica dos nomeados para as suas funções.
Segundo o conselheiro Raimundo Moreira, a súmula vinculante nº 13 do STF impede a nomeação de cônjuge, companheiro, parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau da autoridade nomeante ou de servidor investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, de cargo em comissão ou de confiança, em quaisquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

CORREIO



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MUNICÍPIOS BAIANOS ESTÃO FALIDOS COM ASSALTOS A AGÊNCIAS BANCÁRIAS

segunda-feira, 30 de julho de 2018




O problema de agências bancárias  atacadas na Bahia que estão sem serviço de saque, atinge cerca de 20 cidades. Segundo reportagem da Folha, com a destruição dos bancos, os municípios sofrem com a falta de dinheiro. Devido à problemática, já batizada de “Novo Cangaço”, o comércio local acaba perdendo clientes para cidades vizinhas.
A questão é vivida por moradores de cidades como Cansanção, Nova Fátima, Nordestina, Araci e São Domingos, que precisam ir para outros municípios para sacar dinheiro.  Em Nova Fátima, na Bacia do Jacuípe, a agência do Bradesco foi atacada quatro vezes nos últimos cinco anos. Atualmente, há apenas uma caixa eletrônico, mas que não realiza saques.  Segundo a Febraban [Federação Brasileira de Bancos], o número de ataques tem caído. Em 2017, foram 108 assaltos e tentativas registrados na Bahia, [217 no país ante 339 no ano anterior]
Agências do Banco do Brasil (BB) – explodidas por quadrilhas de roubo a banco – deixaram de trabalhar com dinheiro. “O fato gera caos e empobrece os municípios. Não tendo dinheiro circulando, a cidade entra em declínio. Se eu saio de minha cidade para sacar dinheiro em outra, eu aproveito e passo no mercado, na farmácia, na lojinha e compro mercadoria nessa outra cidade”, argumenta a presidente do Sindicato do Bancários da Bahia, Jussara Barbosa. Segundo ela, mesmo com os lucros sempre crescentes dos bancos, em particular do Banco do Brasil, não há uma preocupação em reabrir as agências.
Para Jussara, só uma mobilização geral dos moradores, o que inclui a classe política, pode fazer com que os estabelecimentos voltem a funcionar normalmente. “A população tem que acionar todo mundo. Mexer com a prefeitura, com a Câmara de Vereadores, deputados estaduais e, principalmente, os deputados federais, que estão em Brasília”, disse a presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia.
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LAVAR CALÇADA DÁ MULTA

domingo, 29 de julho de 2018




Lavar calçada com água potável  poderá render multa de R$ 250,00 desde  sábado (28). A Prefeitura da capital paulista publicou decreto no Diário Oficial que regulamenta uma lei aprovada em 2015, na gestão do prefeito Fernando Haddad (PT).

"A limpeza de calçada deverá ser feita por varrição, aspiração ou outros recursos que prescindam de lavagem, exceto quando essa seja realizada com a utilização de água  de poço ou de aproveitamento de água de chuva, desde que comprovada a origem da água utilizada", diz o texto legal.

A legislação paulistana abre exceções para os  casos de alagamento, deslizamento de terra e derramamento de líquidos gordurosos, pastosos, oleosos e semelhantes, provocados por terceiros, ou ainda se a concessionária do serviço de água  não fizer a limpeza das calçadas após a realização de feiras livres.

Na primeira infração, a Prefeitura aplicará apenas uma advertência e, na segunda, a multa, que pode ser dobrada em caso de reincidência. O valor da multa será atualizado anualmente de acordo com a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo. (IPCA).


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ESTÁ FALTANDO HOMEM NA BAHIA

quarta-feira, 25 de julho de 2018




Segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), a redução de 986.659 pessoas, na população da Bahia, entre 2018 e 2060, deverá ser puxada pela queda no número de homens.

A população masculina deverá reduzir-se em 9,8%, dos atuais 7,2 milhões para 6,5 milhões em 20160, o que equivale a menos 703.184 homens no estado, no período. Esse recuo deverá ser quase o triplo do esperado para a população feminina (-3,7%, de 7,6 milhões para 7,3 milhões, ou menos 283.475 mulheres).

A migração e os maiores índices de mortalidade masculina, sobretudo entre os jovens, são fatores de forte influência nesse cenário. Assim, embora o número projetado de mulheres também caia, a participação delas na população total deverá aumentar um pouco, passando de 51,3% dos moradores da Bahia em 2018 para 52,9% em 2060.

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O CAUSO DE ROMÃOZINHO





Tua terra tem palmeiras
Onde canta o sabiá
Na minha, mandacaru
umbuzeiro e pé de juá.


Xique-Xique. Manhã de sexta-feira. Mestre Chiquinho, numa só manobra, encostou a barca "Sereia da Ipueira" no barranco do porto do Mocambo dos Ventos.

Havíamos deixado, antes do nascer do sol, a Ilha do Miradouro e o estreito do canal do Guaxinim. Já estávamos bem distantes do porto da Ponta das Pedras, ponto de partida e de recolhimento da âncora da nossa embarcação.

Ali no alto do barranco debaixo de uma mangueira que resistia tenazmente a força dos ventos e da areia que formavam as dunas, iniciávamos o ritual próprio de pescadores, que consistia no ensaio do preparo da sapeca de peixe, ao acender o fogo, para formar a brasa, sob uma improvisada forquilha para assar os mandins, curimatás, pirás e piranhas bebas, pescados com rede e tarrafa.

Acercaram-nos alguns nativos, moradores do Mocambo. Traziam um garrafão de aguardente, uma manta de carne de bode salgada e farinha de mandioca preparados ali mesmo ao sabor e ao sopro dos ventos.

Mestre Chiquinho não recusou a aguardente brejeira. De minha vez, para não fazer desfeita ao povo do Mocambo, aceitei, também, de bom grado, uma talagada da catuzeira, relíquia artesanal que ainda cheirava à cana caiana dos brejos do Icatu.
Os nossos anfitriões, orgulhavam-se em relembrar que a localidade do Mocambo dos Ventos era quilombola e até hoje habitada por descendentes de escravos.

Apesar dos meus esforços em demonstrar naturalidade nativa, não houve jeito. Confundiram-me com algum turista, pois a máquina fotográfica, a minha bermuda estampada, o boné e os óculos escuros denunciaram-me escancaradamente. Logo eu que tenho fama de ser marxista, desde que Marx dizia ser Marx mesmo pintado de verde-amarelo.

Nos intervalos de cada prosa, debaixo de frondosa mangueira, de cada dose de aguardente e dos sucessivos mergulhos no rio que marulhava ali em frente, contavam-me causos fantásticos envolvendo pescarias, assombrações, mistérios, lutas, mitos e lendas do Velho Chico, representando uma identidade particular, única, dos descendentes de antigos escravos.
Um dos causos a mim narrados pelos mucambenses dizia respeito a lenda de Romãozinho.

Reproduzo, resumidamente:
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PARTE 2


Romãozinho era um menino endiabrado, filho de um casal de lavradores. O pai trabalhava de sol-a-sol na roça e romãozinho era encarregado de levar-lhe diariamente a refeição. A mãe sofria muito com as traquinagens do filho e a brutalidade do marido que a espancava por qualquer "dá cá aquela palha". Romãozinho gostava de ver sua mãe apanhar e, por isso, provocava brigas entre os seus pais.

Todos os dias que ia levar a comida para seu pai na roça, o capeta do menino comia a metade pelo caminho, razão pela qual o pai tinha sempre um motivo para espancar a mulher quando chegava em casa á noite, alegando que ela era uma pessoa mesquinha e que queria matá-lo de fome. A mulher retrucava que mandava comida suficiente e isso aumentava a raiva do marido.

Certa vez, a pobre mãe matou uma galinha e preparou a capricho, mandando-a inteirinha para o marido. Romãozinho comeu tudo no caminho e chegando ao local do trabalho, onde o pai, faminto, o esperava, apresentou-lhe apenas os ossos da galinha, disse: ela manda dizer que se contente com os ossos, pois a carne guardou para o vigário.

Mal acabou de ouvir o que o filho lhe dizia, o homem saiu como louco e, chegando em casa, matou a mulher. No momento exato em que o marido matava a esposa, o mau filho estourou, deixando atrás de si um horrível cheiro de enxofre.

Desse dia em diante Romãozinho começou a aparecer para as pessoas, fazendo boiadas arrebentarem os currais, virando panelas no fogo, furando vasilhames de água e jogando pedras nos telhados das casas. Ele virou bicho aos doze anos de idade e quando toma birra com uma pessoa ela tem que se mudar de terra.

EPÍLOGO


Naquela altura, depois de ouvir a história de Romãozinho, urgia molhar a garganta e beliscar um churrasquinho de carne de bode, ali na beira do rio. Para minha surpresa e dos demais, a cachaça e os tira-gostos desapareceram num passe de mágica, num encanto.

Ainda ouvimos uma gargalhada estridente, que ecoava na curva do rio, enquanto regressávamos ao porto das Pontas das Pedras.

Ao anoitecer chegamos a Xique-Xique em tempo ainda de vermos o deslumbrante pôr do sol que se descortinava no horizonte da ipueira.

Na Avenida J.J. Seabra, já refeito do susto, fui induzido a fechar o corpo, com um brinde de januária no boteco de Manezim, rezando alguns benditos e, em especial, o Salmo Noventa e Um.

Nilson Machado de Azevedo
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O DESLUMBRADO PAI DE NEYMAR

domingo, 22 de julho de 2018




Em sua coluna deste sábado, o jornalista Juca Fkouri relata um episódio que diz muito sobre o comportamento do pai de Neymar - e já indica as razões do comportamento do filho. Segundo ele, três fontes diferentes afirmaram à repórter Camila Mattoso, da Folha, que familiares dos jogadores da seleção brasileira se queixaram ao coordenador técnico da CBF, Edu Gaspar, de que, no hotel da seleção, o pai de Neymar teria feito uma festa depois do jogo contra a Suíça.


A jornalista foi então questionar o próprio. A resposta foi dada aos gritos, acompanhada de ofensas desferidas pelo pai de Neymar: "Cidadã. Não te dei meu telefone, não conheço você, não sei quem é você. Você não tem o direito de ligar para mim. Agora, você está me abordando com uma pergunta dessas? Eu não fiz festa nenhuma, deu para você entender? Quero saber quem é o mentiroso e se você quer vender jornal?".

Neymar pai, que é também o empresário do craque do Paris Saint Germain, continuou: "A festa que eu fiz foi com a sua mãe (...). Eu estava com a sua mãe lá. Eu fiz a festa com a sua mãe. Estou te respondendo, estava a sua mãe, seu pai, quem você quiser".

"Impossível afirmar que houve a festa, apesar da reação desproporcional, pois bastaria negar numa conversa civilizada, embora exista quem tenha visto um grupo de mulheres indo para sua suíte. O que fica muito claro é como se comporta o mentor do principal jogador do país. E como não faz o menor sentido é que a CBF lhe dê privilégios", comenta Juca.

Não faz muito tempo que as críticas  de um  empresário espanhol, Delcir Sonda, foram contundentes em relação ao pai de Neymar:   
“Desde o princípio que o pai se mostrou uma má influência. O pai de Neymar é um vagabundo, como dizemos no Brasil. Um vigarista que, graças ao filho, ficou rico da noite para o dia. A ganância deste homem levou-o por um mal caminho. Desde o princípio que ele se aproveitou de Neymar”, atacou.

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PREFEITURA DE XIQUE-XIQUE TEM CONTAS BLOQUEADAS PELA JUSTIÇA

quarta-feira, 18 de julho de 2018




O imbróglio sobre um concurso público em Xique-Xique  gerou mais um fato nesta terça-feira (17). É que o juiz Fernando Antônio Sales Abreu decretou o bloqueio de R$ 36 mil das contas da prefeitura local. A quantia diz respeito ao valor das multas diárias após encerrado o prazo estabelecido por conciliação no qual o prefeito da cidade, Reinaldo Braga Filho (DEM), ficou de reintegrar os servidores. 

A data-limite foi o dia 29 de junho deste ano. Segundo a sentença do juiz, o prefeito "não comprovou a convocação de nenhum servidor, sequer se manifestou nos autos".

A decisão atende a uma ação do Ministério Público do Estado (MP-BA). O concurso em questão foi realizado em 2014 e os aprovados foram chamados para os cargos no final de 2016. No entanto, logo que assumiu a prefeitura, em janeiro de 2017, um dos primeiros atos de Reinaldo Braga Filho foi suspender as nomeações (relembre aqui). 

À época, Reinaldinho, como também é conhecido, justificou a decisão ao afirmar que o concurso foi feito para abrigar adversários. Além disso, dizia que não havia caixa suficiente para pagar os 42 novos servidores. Como se vê, a leviandade do prefeito causa prejuízos ao município.

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A ESTRADA DO FEIJÃO TERÁ REFORMAS COM INVESTIMENTO DE R$ 750 MILHÕES





Um leilão nesta quinta-feira (19) vai definir a empresa que vai fazer as obras de reforma da BA-052, a Estrada do Feijão. A via, com 548 quilômetros, é dividida em dois trechos: de Feira de Santana a Xique-Xique, com 462 km, e de Xique-Xique a Barra, com 85 km. Consta também no projeto de reforma a implantação da Ponte sobre o Rio São Francisco, com 1 km, entre Xique-Xique e Barra. Atualmente, a travessia é feita por balsas.

Segundo o governo do estado, o leilão ocorre às 10h, na Bovespa [Bolsa de Valores de São Paulo] na capital paulista, e será conduzido pela empresa B3, especializada em mercado financeiro. Ainda segundo o governo, o investimento total é de R$ 705 milhões ao longo de 20 anos de concessão. A previsão é de que as obras sejam iniciadas até dezembro deste ano.


Bahia Noticias
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FRANÇA GANHA COPA DO MUNDO COM FILHOS DE IMIGRANTES AFRICANOS

domingo, 15 de julho de 2018


A vitória da seleção francesa na Copa do Mundo 2018 foi um soco no estômago dos defensores da xenofobia e das políticas anti-imigração, que viram o título mais importante do futebol nas mãos de um time multiétnico, com origens em países como Filipinas, Mali, Angola, Marrocos, Camarões, entre outros países vizinhos, ex-colônias e territórios ultramarinos da França.

A presença de imigrantes ou seus descendentes não é novidade na seleção francesa, que tem entre seus principais ídolos jogadores com raízes fora da França. Just Fontaine, maior artilheiro em Copas do Mundo, com 13 gols, nasceu no Marrocos. Michel Platini é filho de imigrantes italianos. Jean Tigana nasceu no Mali e Zinedine Zidane é filho de argelinos.

Mas no atual momento, em que a extrema-direita ganha espaço não só na França como em diversos países europeus, ver o triunfo de uma equipe composta por jogadores com sangue africano, árabe e caribenho serve como alento para enfrentar um período tão sombrio.

Será só uma vitória simbólica, contudo. Infelizmente, os panegíricos em homenagem aos negros maravilhosos da equipe bicampeã mundial farão pouco, quem sabe nenhum, efeito na atual situação dos imigrantes na França.

É só lembrar do episódio em que o imigrante malinês Mamoudou Gassama foi aclamado herói depois de escalar a fachada de um prédio de quatro andares e salvar um bebê pendurado na sacada.

A façanha o levou ao presidente da França Emmanuel Macron, que se comprometeu a conceder a cidadania francesa a Gassama. Poucos dias depois, o governo comandado por Macron mandou a tropa de choque expulsar mais de 1.700 pessoas, a maior parte delas originárias da Somália, do Sudão e da Eritréia, de um campo de refugiados nos arredores de Paris.

Não é por acaso o elogio feito por Donald Trump às medidas da Macron contra a “imigração descontrolada”. Coisas como cortar as solas dos calçados e confiscar documentos de crianças que entraram sozinhas no país, segundo denúncia da ONG Oxfam.

O pior de tudo é que Macron representa uma faceta até moderada no que diz respeito às ações anti-imigração. Sua adversária nas últimas eleições, Marine Le Pen, faria pior.
Embora derrotada, a candidata da extrema-direita recebeu votos de 10,6 milhões de franceses – mais que o dobro da população da Croácia, a mais nova potência fascista, segundo o tribunal da internet.

O título da França não irá mudar as ideias desses seguidores de Le Pen e dos demais defensores de uma Europa branca e livre de imigrantes, mas é confortante saber que pelo menos por um breve momento eles não terão nada a fazer a não ser engolir o choro e aceitar a vitória de um time com todas as cores.




Diário do Centro do Mundo
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CROÁCIA OU FRANÇA?

sábado, 14 de julho de 2018




A Croácia merece o título, pelo futebol guerreiro que tem jogado, mas não pelas manifestações nazifascistas de alguns de seus jogadores, como o zagueiro, Vida, que tem revoltado a Rússia e o mundo. E a França também merece, seja pela ousadia do seu futebol, seja pelo exemplo de solidariedade e integração racial que tem demonstrado, com seu time recheado de imigrantes africanos. Um exemplo para o mundo.

A Bélgica é  o terceiro melhor time da Copa. 

O Brasil poderia estar entre esses quatro finalistas?

Até poderia. Mas a verdade é que o time da CBF não mostrou nesta Copa tudo que prometeu e se esperava dele, principalmente no jogo decisivo contra os belgas, quando até mesmo Tite cometeu erros ao mexer tarde no time e manteve Gabriel Jejum, Fernandinho, Marcelo e até mesmo Neymar, que não estavam bem na partida.

De qualquer forma, o Brasil foi hexa. Ficou em sexto lugar na Copa.

Gostem ou não a Globo, os patrocinadores e a legião de Pachecos espalhada pelo país, o fato é que o time da CBF sai desta Copa com a sua imagem arranhada e, principalmente, com a imagem do seu maior craque, Neymar, jogada na lama. Seja pelo futebol abaixo do esperado que apresentou, seja pelas suas atitudes dentro e fora de campo, que viraram piada e chacota no Brasil e no mundo inteiro.
Neymar, que achava que seria o dono da Copa, sai da Rússia menor do que chegou e vê adiado mais uma vez seu sonho de ser o cara, o melhor do mundo, o dono do Mundo. Arrisco dizer que nunca será. E que esse trono, quando CR7 e Messi se aposentarem, será ocupado pelo menino Mbappé.


Tite não pode e não merece  ser sacrificado, deve continuar na CBF até a Copa do Catar em 2022, mas precisa rever alguns conceitos e pedir reforço de profissionais mais gabaritados, principalmente de um psicólogo para lhe ajudar a tratar com as celebridades em que se transformaram alguns dos jogadores da CBF. A fase de encantador de serpentes, das frases de manual de autoajuda, do coach, parece ter chegado ao fim.

Assim como a carreira de boa parte desse time – Tiago Silva, Miranda, Marcelo, Fernandinho, Paulinho, Casemiro, Renato Augusto, Firmino, Taison (aliás, o que mesmo ele foi fazer na Rússia?).
Uma Copa se ganha com planejamento de longo prazo. E é isso que Tite precisa fazer para os próximos quatro anos.

Sei que isso não vai acontecer, porque foge da lógica do futebol globalizado dos dias de hoje, mas como não sou jornalista esportivo, ouso dizer que gostaria de ver uma Seleção formada só com jogadores que atuam no Brasil e têm até 24 anos.

Treinaria esse time nos próximos dois anos, para criar uma base sólida, e daqui a dois anos, nas  Eliminatórias, convocaria dois ou três estrangeiros que realmente estivessem voando, para reforçar essa equipe básica.

Assim teríamos o necessário e desejado reencontro da nossa Seleção com o nosso povo.

Antes disso, seria preciso uma outra coisa. A moralização completa da CBF, com o afastamento de todos os dirigentes corruptos que ainda dominam o futebol brasileiro.

Mas sei que isso é um sonho impossível.

Uma pena!
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NA MORAL GREGA

quinta-feira, 28 de junho de 2018



Ícaro é um personagem da mitologia grega, filho de Dédalo, um dos homens mais criativos de Atenas, conhecido por suas invenções e zelo de seus trabalhos, que simbolizavam a engenhosidade humana. Dédalo foi quem construiu o Labirinto para aprisionar o Minotauro a pedido do rei Minos, mas ele e seu filho foram presos lá por ordem do rei, após ter ensinado Ariadne (filha do rei) a ajudar Teseu a entrar, matar o Minotauro e ainda a sair do local.

Dédalo, refém de sua própria criação, sonhava com a liberdade e então criou asas feitas com penas das aves que sobrevoavam o local, colou-as com cera das abelhas, testou-as e viu que funcionavam. Em seguida, chamou seu filho Ícaro, colocou as asas nele, explicou que ambos fugiriam do labirinto voando, mas aconselhou que era necessário voar com prudência, a uma altura média, nem tão alto, para evitar que o calor do Sol derretesse a cera, nem tão baixo perto do mar para evitar que a umidade do oceano deixasse mais pesada cada asa.

Ao fugir do labirinto, ambos sentiram o prazer de voar como pássaros, mas logo Ícaro pensou que era poderoso e resolveu voar mais alto, sem ouvir os conselhos do pai, que gritava alertando para não ultrapassar as nuvens. Ícaro era ganancioso, queria subir cada vez mais, mas sua imprudência custou caro, pois o calor do sol derreteu as ceras, desfez as asas e sem poder ajudar o filho, Dédalo assistiu a queda e morte do jovem no mar Egeu.
MORAL DA LENDA:
Essa lenda parece nos  ensinar  que devemos fugir  dos políticos ambiciosos com asas de cera, aqueles que já tiveram a chance de nos representar, mas quando eleitos, abandonaram as promessas, enriqueceram as custas do erário, foram lenientes com a corrupção, ignorando a lei de responsabilidade fiscal, os conselhos e o clamor do povo.
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O RATINHO COMUNISTA

segunda-feira, 25 de junho de 2018






Ratolândia era um lugar  onde todos os ratinhos viviam, brincavam e morriam. Eles viviam e morriam da mesma maneira que todos nós daqui deste sertão.

Também tinham Câmara,  Parlamento,  Assembleia Legislativa... 
A cada quatro anos havia eleições. Eles sempre caminhavam rumo às urnas e votavam. Alguns iam de ônibus, vans, caminhões paus-de-arara ou camionetes para votar, cedidos por alguns candidatos.

E a cada dia de eleições, todos os ratinhos se habituaram a ir às urnas e elegiam um governo. Um governo formado por enormes e gordos gatos.
Os gatos  conduziam o governo com dignidade, aprovavam boas leis, leis que eram boas para os gatos. Mas estas leis que eram boas para os gatos não eram muito boas para os ratos.

Uma das leis dizia que a porta da casa dos ratos tinha que ter um tamanho suficiente, para que lá coubesse a pata de um gato.

Outra lei dizia que os ratos só podiam caminhar a uma certa velocidade, para que um gato conseguisse o seu almoço, sem muito esforço físico.
Todas essas leis eram muito boas para gatos, porém muito duras para os ratinhos.

E a vida dos ratos era cada vez mais e mais difícil.

E quando os ratos já não suportavam mais, decidiram que alguma coisa tinha que ser feita, e foram em massa às urnas. Votaram contra os gatos negros e elegeram GATOS BRANCOS!

Os gatos brancos tinham feito uma campanha genial e disseram:
- O que a Ratolândia precisa é de mais visão. O problema da Ratolândia são as pequenas entradas redondas das casas dos ratos. Se vocês nos elegerem, faremos entradas quadradas.

E assim fizeram. Mas as entradas quadradas ficaram com o dobro do tamanho das redondas – agora os gatos podiam colocar lá as duas patas, e a vida do ratos ficou ainda mais dura.

E quando não podiam suportar mais, votaram contra os gatos brancos, e puseram lá de novo os gatos negros, para quase imediatamente a seguir regressarem aos gatos brancos, e depois novamente aos gatos negros.

Até tentaram com um gato metade negro e metade branco, e chamaram a isso – “Coligação.”
Tentaram também um governo com gatos malhados, que eram gatos que tentavam falar como ratos mas que comiam como gatos.

Como vocês estão vendo, o problema não estava na cor dos gatos, o problema estava no fato de serem gatos! E porque eram gatos, eles naturalmente defendiam os interesses dos gatos, e não dos ratos.

Finalmente, chegou de longe um pequeno ratinho, muito inteligente, e que tinha uma ideia para solucionar todo aquele problema.
- Meus amigos -disseram os ratos- estejam atentos ao companheiro que possui uma ideia.

E ele disse à multidão de ratinhos:

- Vejam, amigos, por que continuamos a eleger um governo majoritário de gatos? Por que não elegemos um governo com maioria de ratos?

- OHHH -disseram- ÉS UM COMUNISTA! CHAMEMOS OS GATOS!!!
E assim, por ele ser muito inteligente e capaz, colocaram-no na prisão.

Mas o ratinho que foi preso era também filósofo e, nesta condição, sabia se manifestar como filósofo e bradava, filosoficamente, para os seus algozes: “Vocês podem encarcerar um rato ou um homem, mas não podem encarcerar uma ideia”.

Os algozes, então, torturaram e  mataram o ratinho comunista. 



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NA REDE DO ANONIMATO

quinta-feira, 21 de junho de 2018



A internet vai rotineiramente penetrando a natureza humana, para o bem ou para o mal. É surpreendente a descoberta e a quantidade de sociopatas clássicos que existem por aí, tornando-se uma ameaça maior do que se imaginava.

Por esse prisma, acredita-se que a tecnologia não crie tantos sociopatas assim. Mas, sem dúvida, os faz sair das sombras.

Com efeito, a internet pode estar funcionando como uma válvula de escape ante a necessidade do sociopata de praticar o mal, de cometer crimes contra a honra daqueles que lhe despertam a fúria em razão das próprias ideias, da ideologia política, da aparência física, da etnia e até da sexualidade. 

O sociopata a caminho da psicopatia, usa e abusa do anonimato para diminuir a pressão que sofre no seu temeroso e angustiante mundo real. Em consequência, transfere-se para o mundo virtual em forma de anonimato.

Enganam-se, no entanto, os anônimos de todos os gêneros que a sua ação delituosa obtenha sucesso no âmbito da informática. Não obtém!

Na hipótese vertente, as suas identidades são sempre descobertas à medida que, por meios judiciais, sejam requisitados os serviços especializados da Polícia Técnica, visando coibir o anonimato rasteiro, covarde e sórdido cujo agente, imaturamente, continua a pensar que seus atos criminosos estarão impunes. Não estarão!

Assim, os crimes de ódio e intolerância que vêm ocorrendo mais amiúde, com agressões a homossexuais e a nordestinos, entre outras minorias, decorrem da banalização do comportamento sociopata que a internet vem expondo sem estimular os mentalmente enfermos a “sair do armário”, por assim dizer.
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Emancipação, Copa do Mundo, São João e São Pedro

segunda-feira, 18 de junho de 2018






Aqui em Xique-Xique festejamos, com muitas festas e shows os 90 anos da emancipação política de Xiquexique com a "Festa da Cidade" e ainda estamos a viver na expectativa dos jogos da Seleção Brasileira da era Tite quando se enfrentará na fase de classificação a  forte Seleção Suíça, no rumo e na esperança de conquistar mais um título mundial, pois a esperança do brasileiro é a antepenúltima que morre,  como diria a  minha saudosa e criativa   avó.



É tempo também de festas típicas,  a se  comemorar o São João, quando as ruas de muitas cidades baianas estarão enfeitadas de bandeirolas multicoloridas e uma multidão ensaia passos de arrasta-pé ao som da sanfona do triângulo e da zabumba,   nas honestas quadrilhas juninas, entre  as barracas de licores e comidas típicas encontradas nas pequenas cidades onde se homenageia o São João ao redor da fogueira a queimar apaixonados  corações.



Em Xiquexique não é diferente. Há aqui, no entanto, preferência pela Festa de São Pedro, no dia 29 de Junho, comemorada no bairro dos Paramelos,  nas imediações da igrejinha, embora tenhamos, também, festa junina  no bairro da Ponta da Ilha que a cada ano se consolida no nosso calendário pela contagiante alegria dos nativos, aos quais me incluo, bem assim  dos sempre bem vindos visitantes. Ainda há tempo, até o dia 29,  de chegar até  Xique-Xique para balançar o esqueleto,  dançando forró.
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62% dos jovens querem ir embora do Brasil pós golpe

domingo, 17 de junho de 2018






No filme de terror em que o Brasil foi transformado pelo golpe de 2016, que derrubou uma presidente honesta, instalou uma quadrilha no poder, destruiu empregos e entregou riquezas nacionais, o resultado é devastador.

Pesquisa Datafolha aponta que, se pudessem, 62% dos jovens iriam embora do Brasil e que a mesma decisão seria tomada por 43% dos adultos.

"Num piscar de olhos, a população dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná desapareceria do Brasil. Cerca de 70 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais deixariam o Brasil se pudessem, mostra o Datafolha. Na pesquisa, feita em todo o Brasil no mês passado, 43% da população adulta manifestou desejo de sair do país.

Entre os que têm de 16 a 24 anos, a porcentagem vai a 62%. São 19 milhões de jovens que deixariam o Brasil, o equivalente a toda a população de Minas Gerais. O êxodo não fica apenas na intenção. O número de vistos para imigrantes brasileiros nos EUA, país preferido dos que querem se mudar, foi a 3.366 em 2017, o dobro de 2008, início da crise global".

Ou seja: o Brasil, que era um dos países mais admirados do mundo nos governos Lula e Dilma, e poderia se converter numa grande potência global, hoje não desperta a confiança nem dos brasileiros.
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Cinco das dez cidades mais violentas do Brasil estão na Bahia

sexta-feira, 15 de junho de 2018




Rio e Bahia concentram municípios com maiores taxas de violência no País. 

Cinco das dez cidades mais violentas do Brasil estão na Bahia, segundo dados do Atlas da Violência 2018, divulgado nesta sexta-feira (16) pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Eunápolis e Simões Filho, na Bahia, estão no top 3 de cidades mais violentas do país, atrás de Queimados (RJ).
Ainda estão entre as dez mais violentas Porto Seguro, Lauro de Freitas e Camaçari. A pesquisa faz mapeamento das mortes violentas em municípios com mais de 100 mil habitantes. Os dados são referentes ao ano de 2016 e foram produzidos com base no Sistema de Informação sobre Mortalidade do Ministério da Saúde.

Foram analisados 309 municípios. Os três mais pacíficos são Brusque (SC), Atibaia (SP) e Jaraguá do Sul (SC) - nenhuma cidade baiana aparece entre as 10 com menor taxa. Enquanto os três mais pacíficos têm taxas de morte violenta de 4,8 a 5,4 a cada 100 mil habitantes, os três mais violentos têm taxas de 107,7 a 134,9. Veja a lista com as dez cidades mais violentas do país:

1. Queimados (RJ) - 134,9
2. Eunápolis (BA) - 124,3
3. Simões Filho (BA) - 107,7
4. Porto Seguro (BA) - 101,7
5. Lauro de Freitas (BA) - 99,2

6. Japeri (RJ) - 95,5
7. Maracanaú (CE) - 95
8. Altamira (PA) - 91,9
9. Camaçari (BA) - 91,8
10. Almirante Tamandaré (PR) - 88,5

Segundo o mapeamento, 50% das mortes violentas do Brasil se concentram em apenas 123 municípios do país, o equivalente a 2,2% das cidades brasileiras. Destes 123 municípios, 33 estão no Rio de Janeiro ou na Bahia (veja lista completa abaixo). 

Levando em conta somente capitais, as três com maiores taxas de morte violenta são Belém (PA), Aracaju (SE) e Natal (RN). Já as que têm menores taxas são São Paulo (SP), Florianópolis (SC) e Vitória (ES). Salvador é a quinta mais violenta, com taxa de 61,7 mortes para cada 100 mil habitantes. A média nacional é de 30.

O Atlas mostra que as dez cidades maios violentas do país têm nove vezes mais pessoas na extrema pobreza do que as cidades menos violentas. O estudo mostra essa correlação entre condições de educação, trabalho e vulnerabilidade econômica com a prevalência de mortes violentas. Os municípios com menor acesso à educação, com maior população em situação de pobreza e maiores taxas de desocupação apresentam maiores taxas de mortalidade violenta.

CORREIO
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GAROA DA TEMPESTADE

quarta-feira, 13 de junho de 2018




Nada nos diverte  quando estamos na capital paulista, para onde, aliás, somente viajamos a  trabalho.  Foi nessa condição que estávamos participando de uma reunião de trabalho  em um  escritório nas imediações da Avenida Paulista quando policiais  atiravam  e explodiam caixas e mais caixas, tubos e mais tubos  de  gás lacrimogênio contra a plebe socialista  que se manifestava bradando, entre outras palavras de ordem,  o lema que ainda não saiu  da moda:  “Banimento  já” ... para Michel Temer.

Por mero instinto de preservação  pouco nos aventuramos a comentar  sobre  política partidária na capital bandeirante,  apesar de  dar coceira na garganta pelo  que se diz e rotineiramente  ouvimos nos bares,  restaurantes,  nas feiras livres, na popular  Rua  25 de março  ou nos oligopólios implantados ao longo da   Rua Oscar Freire.

Os que habitam os Jardins, a  Vila Nova Conceição ou até mesmo o Campo Limpo,  demonstram, sem nenhum pejo, ser inimigos figadais  dos partidos de esquerda. Há um fanatismo exibicionista no ar poluído da antiga “Terra da Garoa”.

Há uma fúria impregnada  contra os movimentos sociais na metrópole do Sudeste! É uma espécie de paranoia coletiva assemelhada aos  megas engarrafamentos nas estradas que levam ao  litoral paulista  em véspera de feriado.
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O GOLPE AFETA ATÉ A PAIXÃO BRASILEIRA PELO FUTEBOL

terça-feira, 12 de junho de 2018





Parece ser uma unanimidade nacional. Ninguém jamais viu tamanho desinteresse por futebol no país às vésperas de uma Copa do Mundo. A cinco dias da estreia do Brasil na Rússia, é raro encontrar uma rua pintada, bandeiras verde e amarela nas janelas ou um torcedor entusiasmado com a proximidade de mais um Mundial. 

O bom desempenho da seleção dentro de campo e o carisma do técnico Tite seriam motivos suficientes para deixar o torcedor brasileiro otimista. Mas não é o que se vê Brasil afora. Há várias teses para explicar este distanciamento. Desde o abalo na confiança por causa dos 7 a 1 de 2014, ao momento do país que deixa qualquer um desanimado.

Tenho  observado realmente um distanciamento muito grande da população em relação à seleção. Esse desinteresse se deve a alguns fatores. Primeiro, todo mundo está muito aborrecido com o que tem acontecido no país. Corrupção deslavada, descaso absoluto das autoridades e a  usurpação do poder através do golpe de 2016. A população está muito desconfiada e aí a seleção fica em segundo plano. 

O primeiro jogo do Brasil será domingo (17), contra a Suíça, às 15h (horário de Brasília). Segundo pesquisa nacional do Datafolha realizada na semana passada, 53% dos brasileiros afirmam não ter nenhum interesse pelo Mundial, isso em um ano eleitoral, com a economia fraca e ainda na ressaca de uma manifestação de caminhoneiros que quase paralisou o país.

Este parece ser mesmo o sentimento das ruas. O desânimo é geral. Não há animo para fazer festa. Nas outras Copas nós pintávamos as ruas, colocávamos bandeiras nos carros. Mas este ano não há clima para isso, com um vampiro ocupando a presidência da república o desgosto que tomou conta do povo brasileiro é imenso.
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Policia apreende em Xique-Xique garrafas de whisky falsificado

segunda-feira, 11 de junho de 2018




Uma abordagem policial terminou na apreensão de 41 garrafas de whiskys falsificados, 11 tampas da mesma bebida e diversas cópias de lacres de segurança. O material foi encontrado dentro de um ônibus em Xique-Xique  e segundo a polícia, pertence a dois vendedores ambulantes. Eles foram conduzidos para a Delegacia de Polícia.

Os suspeitos estavam visitando a cidade, em grupo, com outros vendedores ambulantes de roupas, calçados, entre outros itens. Uma barreira foi montada, na entrada de Xique-Xique por equipes da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Semiárido, e quando o ônibus se aproximou foi determinado que encostasse para revista.

O material foi encontrado no bagageiro do veículo. Para o comandante da Cipe/Semiárido, major PM Carlos Maltez, o tipo de crime está claro. "São indícios nítidos de um esquema. As tampas e lacres seriam usados em outras garrafas falsificadas", afirmou o major.

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SALVADOR FAVELADA

sábado, 9 de junho de 2018


Bem mais de meio milhão de pessoas em Salvador vivem em favelas, o que corresponde ao maior contingente favelado do país.  A capital baiana tem mais favelados do que Recife, São Paulo, Belém e Rio de Janeiro.

O Brasil em 2010, afirma pesquisa do IBGE,   tinha 11,4 milhões  de moradias penduradas em encostas e fincadas em morros, aterros sanitários, lixões,  áreas contaminadas, muitas casas nas imediações de alta tensão, além de  domicílios perto de oleodutos e gasodutos.

Os sinais de pobreza, de ausência de qualquer planejamento urbano, tudo na base da precariedade, informalidade, improvisação e perigo dia e noite nas casas dependuradas são os vícios urbanos encontrados na capital da Bahia, onde não se enxerga a presença do poder público, em todas suas esferas: federal, estadual e municipal.


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FESTAS NA CIDADE

quinta-feira, 7 de junho de 2018



Já estão a se iniciar as festas populares em Xiquexique neste mês de junho de  matizes verde-amarelos, em harmonia com os jogos da Copa do Mundo  que serão   exibidos em todo Brasil, do  Oiapoque  à  Avenida J.J.Seabra, como se estivéssemos sendo  transportados diretamente para os estádios da Rússia.

É nesse intervalo de tempo que a Festa da Cidade relembra e comemora o  12 de junho,   da emancipação político-administrativa de Xiquexique, cuja data festiva é prevista solenemente  na “Constituição Municipal” ou  Lei Orgânica do Município, mesmo com a incompreensível indiferença de alguns munícipes, mesmo sendo também homenageado o Santo Antônio casamenteiro. 

O São João da Ponta da Ilha ao som da sanfona, da zabumba e do   triângulo, num autêntico e verdadeiro forró pé de serra ou forró da beira do rio  que já  está  consolidado no calendário junino xiquexiquense  que  a cada ano cativa mais visitantes ou turistas animados.

O São Pedro, protetor dos pescadores e das viúvas, é homenageado efusivamente  no bairro dos Paramelos,  nas imediações da igrejinha que tem o nome do Guardião das Portas do Céu,  na apoteótica festa do dia 29 de junho, do povo e para o povo, com as honestas quadrilhas juninas e comidas típicas,  encerrando o ciclo festivo, junino, em nossa cidade quando desamparados pela saudade,  aqui  se deixam    muitos  corações apaixonados pelas  belas  trigueiras  das margens da ipueira.

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