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BOLSONARO É CARTA FORA DO BARALHO E JUNTA MILITAR ASSUME O PODER

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019


Foram pouco mais de 45 dias da experiência mais bizarra de poder na história do país. Mas acabou. O governo Jair Messias Bolsonaro, como aquele arranjo de poder vitorioso nas urnas em outubro de 2018, não existe mais. 

Começa agora a fase dois do regime que está encerrando o tempo da Constituição Cidadã de 1988. Assume o poder uma junta militar num governo já dominado por eles. São quatro generais, todos encastelados no Palácio do Planalto: Augusto Heleno, Hamilton Mourão, Carlos Alberto dos Santos Cruz e Eduardo Villas Bôas. A junta pode incorporar nos próximos dias o general Floriano Peixoto Neto, que substitui Bebianno.

Não é propriamente um golpe de Estado. Golpe houve em 2015-16. Eles já estão lá. Já ocuparam todos os postos-chave do governo. Assumem o poder deixado vago pelas figuras caricatas de Bolsonaro e seus filhos. O capitão Jair poderá continuar morando no Palácio do Alvorada e até jogar videogame em seu escritório no Planalto. Basta obedecer seus superiores, os generais.  


A junta militar assume com amplo apoio das elites civis. Os militares são vistos como, talvez , a última chance de implementação de um programa para o país que pretende alienar as riquezas nacionais e concentrar riqueza em escala nunca vista, sob o discuso da "competência", do ultraliberalismo e sob a égide do "mercado".

Bolsonaro é carta fora do baralho.

As elites já haviam concluído que com Jair Bolsonaro não vai dar pé antes das gravações com Bebianno, que desmoralizaram pai e filho de maneira irremedável. Os editoriais de O Globo e d'O Estado de S.Paulo desta terça foram definitivos: acabou. 

"Seria ingênuo acreditar que Bolsonaro, de uma hora para outra, passará a se comportar como presidente e assumirá as responsabilidades de governo", decretou o jornal paulista. 

Os Marinho,  donos da Rede Globo, fazendo jus à longa tradição golpista da família, não se fizeram de rogados: pediram uma junta militar para assumir o comando depois do desgoverno de Bolsonaro. Eles sabem o que querem.

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ALOYSIO NUNES DE GUERRILHEIRO NA JUVENTUDE A IMPLACÁVEL DEFENSOR DA DIREITA


De homem de confiança de Carlos Marighella na luta armada Aloysio Ferreira passou para o quadro de destaque do PSDB.


Ao longo de sua trajetória Aloysio Nunes Ferreira, se transformou de uma radical militante de esquerda em um político autor de propostas associadas a setores conservadores, como a redução da maioridade penal para crimes hediondos. Tornou-se acirrado adversário do PT.

O ex-senador pelo PSDB Aloysio Nunes Ferrei pediu demissão da presidência da InvestSP na tarde desta terça-feira (19). Agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de busca e apreensão na residência de Aloysio e prenderam Paulo Vieira de Souza, apontado como operador financeiro liga do ao PSDB,, na 60ª fase da Operação Lava Jato. De manhã, Aloysio negou qualquer envolvimento em esquema de propina da Odebrecht.

Aloysio Ferreira foi escolhido pelo governador João Doria (PSDB) para ser o presidente da Investe SP, agência paulista de promoção de investimentos, que, fica sob a responsabilidade da Secretaria da Fazenda, Planejamento e Gestão, chefiada por Henrique Meirelles.


Em outra investigação, o ex-senador é suspeito de receber ilegalmente R$ 500 mil do grupo Odebrecht para financiar sua campanha para o Senado em troca de favores políticos. O STF autorizou a investigação contra ele, após pedido da Procuradoria-Geral da República.

Nunes está no mesmo inquérito que também pede a investigação do senador José Serra (PSDB) por supostas irregularidades no processo de licitação das obras do Rodoanel Sul que favoreceram a construtora Odebrecht, líder do consórcio vencedor do contrato.

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Paulo Preto ligado ao ex-senador e ex-ministro Aloysio Nunes(PSDB) é suspeito de manter 100 milhões de reais em apartamento

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019




A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (19) mais uma fase da Operação Lava Jato e prendeu Paulo Preto. Batizada de Ad Infinitum, a fase da operação também cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao ex-senador e ex-chanceler Aloysio Nunes (PSDB). Aloysio atualmente é presidente da estatal Investe SP, cargo de primeiro escalão da gestão do governador João Doria (PSDB).

Alvo de prisão pela Operação Lava Jato nesta terça-feira (19), o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, é suspeito de manter um quarto para guardar dinheiro em espécie, onde manteria cerca de R$ 100 milhões

A Procuradoria da Justiça Federal acusa Paulo Preto de ter movimentado pelo menos R$ 130 milhões em contas na Suíça, entre 2007 e 2017.

O  bunker, um quarto em um apartamento mantido pelo operador, era tão cheio de dinheiro que ele eventualmente colocava as notas ao sol, para que não mofassem.

Segundo a Procuradoria, foi emitido um cartão de crédito em favor do ex-senador Aloysio Nunes, em dezembro de 2007 -que teria sido entregue a ele num hotel em Barcelona, na Espanha. 

Na época, Aloysio era secretário da Casa Civil do Governo de São Paulo, na gestão de José Serra (PSDB). O cartão foi emitido na semana entre o Natal e o Ano Novo.



As investigações são baseadas em informações e documentos colhidos no sistema de propinas da empreiteira Odebrecht. Paulo Preto é acusado de ter operado em favor da empreiteira, disponibilizando valores em espécie ao setor que comandava o pagamento de propinas.

Mas o ex-diretor da Dersa, segundo os investigadores, também recebeu valores em suas contas na Suíça das empreiteiras Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, igualmente investigadas na Lava Jato. Essas contas foram encerradas no primeiro trimestre de 2017, depois de o acordo da Odebrecht ter se tornado público. Em seguida, os valores foram transferidos para contas nas Bahamas.

Para o procurador da República Júlio Noronha, ainda há "várias caixas-pretas que precisam ser abertas" pela Lava Jato.

O ex-diretor da Dersa já é alvo de investigação pela Lava Jato em São Paulo, que apura desvios em obras rodoviárias no estado. Mas, segundo os procuradores de Curitiba, sua atuação no governo paulista não é alvo da investigação desta terça, que se concentra em seu papel de operador da Odebrecht.

Os procuradores argumentam que os repasses de Paulo Preto à Odebrecht foram imediatamente anteriores a pagamentos de propina para ex-diretores e gerentes da Petrobras, como Paulo Roberto Costa, Roberto Gonçalves e Pedro Barusco. Aí estaria o vínculo com a Lava Jato de Curitiba, a quem cabe apurar desvios na estatal de petróleo.

O ex-senador Aloysio Nunes, por sua vez, já foi alvo de um inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) que apurava doações irregulares à sua campanha ao Senado, em 2010. Mas a investigação foi arquivada no fim do ano passado, por falta de indícios mínimos de autoria ou materialidade.


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PODEROSO CARLOS 02, O PITBULL DE BOLSONARO





Pivô da crise política que levou à queda de Gustavo Bebianno do comando da Secretaria-Geral da Presidência em menos de dois meses de governo (Leia mais no Brasil 247), o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Messias Bolsonaro e conhecido como "02", ou Pitbull, atua como uma espécie de eminência parda dentro do Palácio do Planalto. 

Além da influência por meio dos laços familiares, Carlos mantém sob seu comando um grupo de quatro assessores que atuam nas redes sociais oficiais da Presidência da República e com acesso direto às contas do presidente, bem como ao próprio Palácio do Planalto.

De acordo com o jornal O Estado de São Paulo, o núcleo montado por Carlos Bolsonaro envolve os ex-assessores Tercio Arnaud Tomaz e José Matheus Sales Gomes, que como assessores especais da Presidência recebem salários brutos de R$ 13 mil, além do primo Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Leo Índio. 

O outro aliado é Filipe Martins, que apesar de ser ligado ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que é apontado como o quarto integrante do núcleo. A movimentação do grupo nas dependências do Planalto é intensa, tanto que que somente Leonardo já entrou no prédio 58 vezes desde a posse do governo. 

Nos últimos dias, ministros militares e civis cobraram uma atitude de Jair Messias Bolsonaro no sentido de coibir as crises geradas pelo filho por meio da internet. Também existe o temor de que o grupo colocado por ele na Secretaria Especial de Comunicação (Secom) use as redes sociais para atacar desafetos e opositores.

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BEBIANNO É DEMITIDO POR DECISÃO DE FORO ÍNTIMO

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019



Após dias de crise e troca de farpas no Twitter, o presidente Jair Messias Bolsonaro exonerou nesta segunda-feira 18 o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno. É o primeiro ministro a cair em decorrência do escândalo das candidaturas laranjas de seu partido, o PSL, que durante as eleições foi presidido por Bebianno.

"Deseja sucesso em sua caminhada", disse o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, ao ler uma nota em que anunciava a exoneração. "O motivo da exoneração é uma decisão de foro íntimo do nosso presidente", disse ainda Rêgo Barros. A mesma explicação foi dada para a demora na exoneração e para a manutenção do ministro do Turismo, mais um alvo de denúncias no caso dos laranjas do PSL.

O pivô da crise, provavelmente devidamente orientado pelo presidente, foi o filho 02,  Carlos Bolsonaro, que chamou o agora ex-ministro de "mentiroso" nas redes sociais e levou o exército digital pró-Bolsonaro a defender os Bolsonaros e a "fritar" publicamente o integrante do governo.

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BEBIANNO É AMEAÇADO DE MORTE




O até agora secretário-geral da Presidência, cuja demissão foi confirmada dezenas de vezes pelo Planalto desde a última sexta-feira (15) mas não foi oficializada até o começo da tarde desta segunda-feira, executa, com o núcleo bolsonarista do governo uma espécie de balé macabro. Ameaças, ofensas, recuos, marchas e contramarchas. 
O ponto culminante deste balé, até o momento, é a revelação de que ele está sofrendo ameaças de morte do bolsonarismo mais radical. Ele aparentou no domingo recuar em suas afirmações, atemorizado, mas voltou ao ataque no começo desta segunda-feira, confrontando as ameaças. Toda a trama indica que a melhor proteção para a vida de Bebianno, no cenário de um governo de  perfil cada vez mais neofascista é contar tudo o que sabe. Fará isso? 
Bebianno já disse que Bolsonaro é louco, que Carlos Bolsonaro é incontrolável e que o cenário dos Bolsonaros é "assustador", que iria sair atirando,. Primeiro disse que "não sou moleque, e o presidente sabe e está com medo de receber algum respingo", chegando ao ponto de afirmar que "se eu cair, Bolsonaro cai junto", que devia pedir desculpas ao país por ter ajudado a eleger Bolsonaro. 
Estas Foram algumas de suas respostas aos ataques de Carlos Bolsonaro a ele depois da revelação do laranjal que floresce no PSL, partido que Bebianno presidiu até ser guindado ao governo.
Para surpresa do (ainda) secretário-geral da Presidência, Bolsonaro apoiou o filho, em vez dele, seu aliado político. A decepção e a mágoa de Bebianno foram enormes. E ele recorreu a uma imagem que combina com um regime que tem fixação em armas, para responder ao apoio de Bolsonaro aos ataques de Carlos, o 02: "Não se dá um tiro na nuca do seu próprio soldado. É preciso ter um mínimo de consideração com quem esteve ao lado dele o tempo todo".
O contra-ataque de Bebianno não ficou sem resposta. E ela veio com a truculência típica do neofascismo bolsonarista, embalado pela retórica de ódio e guerra que marca. Iniciou-se uma campanha de desmoralização e ameaças contra o ex-queridinho de Bolsonaro que em nada ficou a dever aos ataques bolsonaristas ao PT. A partir da última sexta-feira (15), começou a circular nos grupos de WhatsApp e nas redes sociais um áudio intitulado "O Verdadeiro Bebianno". Dá para imaginar o conteúdo.
Finalmente, nesta segunda-feira, a revelação de que se  chegou aonde todos sabiam que chegaria: ameaças de morte. A revelação foi feita no final da manhã pela colunista Mônica Bérgamo (aqui) e a reação de Bebianno no domingo, ao afirmar que jamais acusara Bolsonaro de "louco" soou como recuo de alguém intimidado. No entanto, no começo da tarde, ele afrontou as ameaças, disse que as devolverá "em triplo", e que "Não tenho medo de briga" (aqui).

Toda a trama-dança entre Bebianno e os Bolsonaros tem um tom de novela mexicana, farsesco, meio bufão. Mas na escalada que as coisas vão e a julgar pelos antecedentes em regimes similares ao novo regime brasileiro, a melhor defesa do quase ex-ministro à sua vida talvez seja mesmo contar o que sabe de uma vez. 

Brasil 247

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JÁ É MANHÃ DE SEGUNDA-FEIRA E BEBIANNO AINDA NÃO FOI DEMITIDO



A edição regular do Diário Oficial da União (DOU) já está no ar e não traz a exoneração de Gustavo Bebianno do cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência, como era esperado. No Diário desta segunda-feira (18/2), Bebianno ainda é formalmente ministro. O documento formaliza atos assinados por ele na sexta (15), dentre eles uma portaria sobre atribuições de assessores especiais da pasta.
Conforme a reportagem antecipou no sábado (16), o presidente Jair Messias Bolsonaro já estava com o ato de demissão do ministro assinado. O próprio ministro também já havia dito que tinha recebido sinalizações de que sua dispensa sairia no Diário Oficial desta segunda. No entanto, o ato não veio publicado ainda, mas pode sair em edição extra ao longo do dia.
A não formalização da demissão, pelo menos por ora, indica que o governo ainda está tratando do assunto. No fim de semana, o presidente Bolsonaro e auxiliares, como o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, tiveram reuniões para encontrar uma forma “honrosa” de demitir Bebianno, o que também poderia ter sido feito ainda no fim de semana em edição extra do Diário Oficial, se o governo quisesse.

Nos últimos dias, políticos e militares tentaram interceder a favor de Bebianno, mas o presidente estava irredutível e, segundo apurou a reportagem, deverá nomear um general para o lugar do ministro. O general Floriano Peixoto deve ficar à frente da Secretaria, ao menos interinamente – ele é o secretário executivo da pasta. Com isso, Peixoto seria o oitavo militar a ocupar o primeiro escalão do governo, o que tornaria a Casa Civil a única pasta palaciana sob a liderança de um civil.

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JAIR É DOIDO, UM PERIGO PARA O BRASIL, DIZ BEBIANNO

domingo, 17 de fevereiro de 2019








O PROBLEMA NÃO É O PIMPOLHO. O JAIR É O PROBLEMA

De acordo com a coluna de Lauro Jardim deste domingo (17), no Globo, Gustavo Bebianno não joga toda a culpa de sua demissão na conta do número 02, Carlos Bolsonaro.

Bebianno disse, segundo um interlocutor, que "o problema não é o pimpolho. O Jair é o problema. Ele usa o Carlos  como instrumento. É assustador."

O mesmo interlocutor falou que Bebianno perdeu a confiança no então chefe na sexta-feira (15), dia em foi anunciada a sua demissão no SBT. "Perdi a confiança no Jair".
"Tenho vergonha de ter acreditado nele. É uma pessoa louca, um perigo para o Brasil", disse o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

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OUTRA VEZ NÃO, VALE





Ontem, sábado 16, moradores de Nova Lima, área metropolitana de Belo Horizonte - Minas Gerais - foram  evacuados de zona de risco da barragem, Mina Mar  Azul estourar. De acordo com o corpo de bombeiros, a medida é preventiva.

Desta vez a sirene de evacuação tocou, vídeos foram postados mostrando o trabalho dos bombeiros em noite chuvosa.  Segundo informações preliminares de sites da região, duas barragens correm risco de estourar, uma de água e outra de rejeito.

Terceira sirene tocando e risco de barragem estourar sobe para nível 2. Cerca de duzentas pessoas foram  retiradas da cidade. 

A barragem tem aproximadamente 3 milhões de metros cúbicos de rejeito com estrutura à montante. Até o início da noite, ela estava no nível 1 em risco de rompimento, mas foi modificada para nível 2, seguindo o protocolo de segurança.

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HORÁRIO DE VERÃO CHEGA AO FIM COM ECONOMIA INSIGNIFICANTE

sábado, 16 de fevereiro de 2019


O horário brasileiro de verão chega ao fim à meia-noite de hoje. Quem mora nos 10 estados onde os relógios tiveram de ser adiantados há pouco mais de três meses, precisa agora fazer o inverso. Por isso, os ponteiros têm de voltar em uma hora à meia-noite deste sábado. 

Amado por uns e odiado por outros, o horário de verão resultou em uma economia média de 2,7% no consumo de energia durante o horário de pico do sistema, no Distrito Federal, segundo a Companhia Energética de Brasília (CEB). No entanto, a manutenção da medida não está garantida. 

A Presidência da República aguarda o resultado das análises técnicas dos resultados do ciclo 2018/2019 para decisão sobre o futuro dela, que entrou em vigor em 1985. A Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia (MME) realizou estudos em parceria com o Operador Nacional do Sistema Elétrico, que foram encaminhados à Casa Civil da Presidência da República sobre a economia do horário de verão do ponto de vista do setor elétrico. 

As conclusões foram que “a aplicação da hora de verão, nos dias de hoje, não agrega benefícios para os consumidores de energia elétrica, tampouco em relação à demanda máxima do sistema elétrico brasileiro, muito em função da mudança evolutiva dos hábitos de consumo e também da atual configuração sistêmica do setor elétrico brasileiro ”. Ou seja, os resultados foram próximos à neutralidade para o setor. Insignificantes, melhor dizendo.
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FORÇAS ARMADAS DE CUBA APOIAM A VENEZUELA NO CASO DE INVASÃO


O presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, participa da cerimônia de posse de Nicolás Maduro em Caracas, em 10 de janeiro — Foto: Yuri Cortez/AFP

As Forças Armadas Revolucionárias (FAR) de Cuba respaldaram o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em um momento em que a ilha denuncia que os Estados Unidos estão preparando uma ação militar contra o governo do líder socialista.
Em cerimônias no quartel, transmitidas pelo noticiário estatal nesta sexta e sábado (16), membros da FAR assinaram registros de apoio a Maduro, lançando seus tradicionais slogans de "Hasta la victoria, siempre!" ou "Pátria ou morte, venceremos!".
"A ação dos Estados Unidos é intervencionista, de atacar e invadir um país, só eles (Venezuela) são responsáveis por resolver seus problemas internos", disse o tenente-coronel do Exército Ignacio Ariosa, em evento na cidade de Matanzas, 83 quilômetros a leste de Havana.
Um dos signatários foi o vice-ministro das Forças Armadas, general Joaquín Quintas Sola, 80 anos, combatente histórico da revolução de 1959 de Fidel Castro.

G1
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BEBIANNO MANDA RECADO A BOLSONARO: DESLEAL E PARANOICO





O coordenador da campanha presidencial de Jair Bolsonaro, que está deixando a Secretaria de Governo, mandou um recado claro ao chefe. "Uma pessoa leal, sempre será leal. Já o desleal, coitado, viverá sempre esperando o mundo desabar na sua cabeça", postou Bebianno, que está sendo demitido, com apenas 45 dias de administração. "A lealdade é um gesto bonito das boas amizades. Só consegue ser amigo quem aprende a ser leal", apontou ainda em suas redes sociais.

O texto é atribuído ao escritor brasileiro Edgard Abbehusen e foi publicado por Bebianno no Instagram, segundo aponta reportagem do portal Uol. "Saímos de qualquer lugar com a cabeça erguida ao carregar no coração a lealdade. É ela quem conduz os passos das pessoas que jamais irão se perder do caminho", aponta ainda o texto. 

Bebianno chefiava interinamente o PSL quando da campanha eleitoral de 2018, sobre a qual recaem denúncias de uso de candidatos laranjas.
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CONTRARIANDO O NÚCLEO MILITAR, BOLSONARO DECIDE DEMITIR BEBIANNO



O presidente Jair Messias Bolsonaro informou ao ministro Gustavo Bebianno que decidiu demiti-lo do cargo de ministro da Secretaria-Geral da Presidência. 

A informação foi divulgada nesta noite pela jornalista Daniela Lima, da Folha de S. Paulo, e também pelo Jornal do SBT. "Pessoas próximas ao ministro confirmaram na noite desta sexta (15) que ele será exonerado e que não há volta na decisão de Bolsonaro. A saída dele do governo será formalizada na segunda-feira (18), com publicação no Diário Oficial. Bolsonaro deixou o ato de exoneração assinado. O presidente esteve com Bebianno no início da noite desta sexta (15)", diz Daniela Lima. 

Segundo a jornalista Jussara Soares, do Globo, Bebianno foi convidado a ocupar a diretoria de uma estatal, mas não aceitou e, por isso, ficou decidido que vai sair do governo. Auxiliares do presidente ponderaram que o assunto continuará sendo tratado no fim de semana pelo governo.

Mais cedo, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, havia informado a Bebianno que ele permaneceria no governo. Também foi divulgado que Bolsonaro teria acertado com o núcleo militar do governo que o filho Carlos Bolsonaro seria afastado das questões do governo. 

Gustavo Bebianno perdeu força no governo após a divulgação do uso de candidaturas laranjas pelo PSL para desvio de recursos de campanha. Bebianno vinha tentando empurrar a responsabilidade para o então presidente licenciado da sigla, deputado Luciano Bivar (PSL). 

A situação do ministro se deteriorou ainda mais na noite da quarta-feira, 13, depois que o presidente Jair Bolsonaro compartilhou tweets do filho 02, o vereador Carlos Bolsonaro, que chamou Bebianno de mentiroso. Os três tweets de Carlos Bolsonaro sobre o assunto foram retuitados pelo perfil oficial do presidente Jair Messias Bolsonaro. 
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MILITARES EXIGEM O AFASTAMENTO DO FILHO DE BOLSONARO DAS QUESTÕES DE GOVERNO

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019



O presidente Jair Messias Bolsonaro decidiu manter o filho e vereador carioca Carlos Bolsonaro (PSL), o 02,  afastado das decisões do governo, ao mesmo tempo em que fez chegar ao ministro Gustavo Bebianno a informação de que ele permanecerá na Secretaria-Geral da Presidência. 

Segundo a jornalista Tania Monteiro, do Estado de S. Paulo, o acertado entre Bolsonaro e ministro e assessores mais próximos é que Carlos ficará fora de ações do Executivo e evitará mensagens nas redes sociais com ataques e críticas a integrantes da equipe do presidente.

No entanto, ninguém no governo acredita que Carlos se concentrará, daqui para frente, no seu trabalho na Câmara de Vereadores do Rio. "Carlos, observou esse interlocutor, é o filho mais próximo de Bolsonaro e, na campanha, comandou com êxito as redes sociais do pai. Ele continua tendo 'olheiros' dentro do Planalto. Um deles é o primo Leonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio, que, embora não tenha cargo formal na Presidência, circula com um crachá de acesso ao terceiro e quarto andar do palácio, áreas restritas, sem qualquer impedimento", diz a reportagem.

O distanciamento do filho apelidado de 'pitbull' acontece após pressão dos militares a Bolsonaro. Nesta quinta-feira, o vice, general Hamilton Mourão, concedeu uma entrevista à Reuters em que afirmou, como num recado, que o presidente deveria dar uma "ordem unida" nos filhos. 

Depois da espécie de 'tratado de paz' com os militares, que dependia do afastamento de Carlos, o filho reassumiu o mandato de vereador no Rio de Janeiro e prestou uma homenagem a Mourão: assinou um pedido para que o vice-presidente seja agraciado com a Medalha Pedro Ernesto.

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DUELO AO ENTARDECER


O grande incendiário do governo é o filho 02 do presidente Jair Messias Bolsonaro. Carlos se comporta como se ainda estivesse na campanha do pai. Quebrou todas as regras de segurança presidencial ao postar vídeo do pai em que fala rispidamente com Bebianno. Todas suas atitudes são polêmicas e agressivas.
No dia da posse acompanhou o pai no Rolls Royce presidencial sentado na capota com os pés sobre o banco traseiro. Participou de reuniões ministeriais anotando tudo. Acusou o vice, general Mourão, de conspirar. Agora atua para derrubar o ministro Gustavo Bebianno de uma forma jamais vista na República. Armando um barraco federal que está desestabilizando o governo e derrubando a Bolsa.
Brasília está em polvorosa. O clima é de duelo ao entardecer. Aliados tremem: se Bolsonaro faz isso com o sujeito que viabilizou sua campanha, o que não fará com os demais? Temem, principalmente, ao filho, o pitbull da família, assim apelidado pelo irmão 03, Eduardo,  que responde a processo por ameaça a jornalista.

A crise, portanto, não vai baixar com a demissão de Bebianno. Nesse caso vai aumentar. Bolsonaro tem que demitir o filho 02. Se não tirá-lo de perto a crise será permanente.
Alex Solnik

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MINISTRO GUSTAVO BEBIANNO: "SE EU CAIR BOLSONARO CAI JUNTO"

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019



Afrontado pelo vereador Carlos Bolsonaro e pelo próprio presidente Jair Bolsonaro, o ministro Gustavo Bebianno, secretário-geral da Presidência, mandou um recado direto aos que defendem sua demissão por conta do escândalo de candidaturas laranjas do PSL. 

Bebianno ameaçou expor os podres da campanha que levou Bolsonaro à Presidência. "'Eu posso cair. Caso isso aconteça, Bolsonaro cai junto!' 

Mais cedo, Gustavo Bebianno também mandou outro recado ao governo. "Não se dá um tiro na nuca do seu próprio soldado. É preciso ter um mínimo de consideração com quem esteve ao lado dele o tempo todo", disse ele em uma conversa com interlocutores. "Não vou sair escorraçado pela porta dos fundos", disse Bebianno, segundo o jornalista Gerson Camarotti 

Aliados do ministro como o advogado Sérgio Bermudes indicam que ele tem munição para permanecer no governo. Segundo Bermudes, Bolsonaro deve sua eleição a Bebianno, o que pode ser interpretado como uma indicação de que o ministro pode revelar os podres de uma campanha ancorada em fake news.

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1° SOBRINHO, LÉO ÍNDIO, NÃO É FUNCIONÁRIO DA PRESIDÊNCIA MAS ATUA COMO ESPIÃO DE CARLOS 02





Embora funcionário da Câmara Municipal do Rio, o vereador Carlos Bolsonaro (PSL) tem uma espécie de 'assessor pessoal' no Palácio do Planalto. Leonardo Rodrigues de Jesus é primo de 1.º grau de Carlos Pitifilho ou 02, e foi um de seus auxiliares na estratégia agressiva realizada na redes sociais da campanha eleitoral do pai, que promoveram propagação de fake news e mobilização de robôs. Chamado de Léo Índio, o primeiro-primo tem 35 anos e rodeia o presidente desde a transição de governo. Em Brasília, ampliou o livre acesso aos gabinetes do Palácio do Planalto, mesmo sem ter cargo na Presidência.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo informa mais alguns traços da biografia do 'olheiro' de Carlos: "sobrinho do presidente, filho de uma irmã de Rogéria Nantes, uma das ex-mulheres de Bolsonaro, ele é conhecido como Léo Índio e íntimo de Carlos, o 02. A proximidade com a família presidencial fez com que transitasse sempre muito próximo do tio, chegando a ser confundido como um dos agentes da escolta de Bolsonaro."

A matéria ainda destaca que "a Secretaria de Comunicação Social (Secom) afirmou que Léo Índio 'não ocupa cargo em nenhum órgão da Presidência da República'. Apesar disso, ostenta um crachá amarelo da Presidência quando caminha livremente nas dependências do Planalto, em locais de acesso restrito. Nesta quarta-feira, 13, circulava no quarto andar, onde despacha o núcleo duro do governo. A desenvoltura gera desconfiança de assessores presidenciais, que veem no sobrinho do presidente uma espécie de olhos e ouvidos' de Carlos 02 ou  Pitifilho."

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PITFILHO DE BOLSONARO VIRA PRIMEIRO-MINISTRO

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Guerra entre 02 e Bebianno é tiro no pé do Planalto


Quando Carlos Bolsonaro chamou publicamente de mentiroso o ministro chefe da  Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebbiano – e ainda brandindo a gravação de um “fora” telefônico do presidente a este – Carlos 02,  ou o  “Pitfilho” como o próprio pai o classifica, passou para o banco da frente e tornou-se o primeiro-ministro informal do Governo.

De agora em diante todo e qualquer ministro tem a obrigação de sabe que algum problema com o chefe os sujeita a serem mordidos, sem pudor ou piedade, pela fera que lhe guarda a porta. Até falar ao telefone passa a ser atividade suspeita de estar sendo gravada pelo filho feroz e, se interessar, será lançada ao twitter.

É o primeiro, o mais próximo, o mais “da casa” dos ministros e, como disse seu irmão Eduardo, com a suprema vantagem de ocupar o posto indemissível de filho.

Bebbiano pode até continuar no Planalto, mas mudo e irrelevante como um moço de serviços. É humilhar-se ou demitir-se e ser trucidado no caso do “laranjal” do PSL.

De toda forma, criou-se um ruído a bagunçar o que deveria ser a volta triunfal de Bolsonaro após a recuperação da cirurgia, pronto a lançar a reforma da Previdência.

Aliás, é bom saber se ele receberá o “pacote de maldades” que lhe vai ser sugerido por Paulo Guedes na presença do “Pitfilho”.

Recomenda-se ao “Posto Ipiranga” que module suas reações ao fazê-lo entre o “claro, Presidente” e o “sim, senhor”. E veja se estão gravando.

Se Bebianno vai sair ou não passa a ser assunto secundário diante do principal, que é a capacidade do governo de dar tiros no próprio pé. Ou a constatação de que os filhos 01, 02 e 03 vão continuar a interferir em tudo. Ou, acima de tudo, a sensação geral de que, com o estilo jogo bruto dos filhos de Bolsonaro, vai ficar difícil agregar apoios e formar uma base parlamentar.

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Lei do Retorno? Poderá ser decretada a falência da Editora Abril


LEI DA CAUSA E EFEITO.

Em estado de falência, a Editora abril começou a naufragar. Um impasse entre credores e interessados em assumir o comando do Grupo pôs em risco a sobrevivência da maior editora de revistas do país, inimiga fidagal do ex-presidente Lula,  proprietária  da Revista Veja.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, os bancos consideraram ruins as três propostas apresentadas por investidores para adquirir a dívida de mais de R$ 1 bilhão do grupo. Santander, Bradesco e Itaú são os maiores credores da Abril, que está em recuperação judicial desde agosto.

A reportagem destaca que "no total, a dívida da empresa chega a R$ 1,6 bilhão —R$ 90 milhões são passivos trabalhistas."

E acrescenta: "em dezembro, a família Civita acertou a venda do grupo para o empresário Fábio Carvalho, com o apoio do banco BTG, mas o negócio não selou o destino da Abril.

A discussão da dívida bancária é ainda mais importante. Como maior credor, quem detiver a dívida financeira poderá aprovar ou reprovar o plano de recuperação na assembleia marcada para 19 de março. No limite, pode até ganhar força para impor sua própria proposta e acabar tomando o controle da empresa."


A matéria ainda informa que "se não houver acordo entre os bancos e os interessados na compra da dívida, o plano de recuperação pode ser simplesmente rejeitado, e a falência da Abril, decretada. Segundo apurou a reportagem, os bancos não querem ser os responsáveis pela quebra da editora, mas o calote previsto nas propostas em discussão é muito expressivo."


O mal que fizeram sorrindo, vão colher chorando.

É  a aplicação da Lei da Causa e Efeito. A infalível  Lei do Retorno. 



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MINISTRO ABOMINÁVEL




O cidadão que senta na cadeira de Ministro do Meio-Ambiente mostra que é, definitivamente, um ser abjeto.

Depois de ter dito, no Roda Viva, que Chico Mendes, assassinado a tiros de escopeta em 1988, “usava os seringueiros para se beneficiar”, completou o vilipêndio  do líder seringueiro morto.

— O pessoal do agro, que conhece a região, diz que ele era grileiro — disse Ricardo Salles a Bernardo Mello Franco, em O Globo.
Os amigos de Salles no “agro” do Acre, vários dos quais mestres em ocupar terras devolutas da União, vão muito bem, obrigado, com milhares e milhares de hectares de terras.

Chico Mendes, de seu, só tem os sete palmos de seu túmulo.
Sobre os quais, mesmo morto, Salles espezinha.

Se alguém entende de grilagem de terras, na sua versão moderna e urbana, é ele, Ricardo Salles, condenado por fraudar mapas para permitir licenciamentos ambientais indevidos na calha do Rio Tietê.

Fraudar mapas sempre foi atributo de grileiros.

Este imbecil, que de divisão de propriedade só sabe aquilo que ele fez, num negócio nebuloso onde teria dividido ao meio um apartamento de R$ 2 milhões e ficado com  dois apartamentos de R$ 3 milhões, cada.

Recomenda-se que Ricardo Salles não compareça a eventos de meio-ambiente, onde o nome de Chico Mendes é uma legenda.

Corre o  risco de levar uma bofetada.

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RÚSSIA ADVERTE ESTADOS UNIDOS PELO USO DA FORÇA MILITAR NA VENEZUELA



Em conversa por telefone, o chanceler russo, Sergei Lavrov, advertiu o governo norte-americano contra qualquer ingerência contra a Venezuela, inclusive o "uso da força", com tem cogitado o governo de Donald Trump.
Segundo informa a diplomacia russa, a conversa aconteceu nesta terça-feira (12), com o chanceler norte-americano Mike Pompeo. Lavrov "alertou contra qualquer ingerência nos assuntos internos da Venezuela, incluindo o uso da força com a qual Washington ameaça, em violação à lei internacional".
Ainda segundo a chancelaria russa, a comunicação telefônica ocorreu "por iniciativa americana" e, na conversa, Lavrov "disse estar pronto para consultas sobre a questão da Venezuela à luz dos princípios da ONU".
O governo Donald Trump tem insuflado o golpe contra o governo de Nicolás Maduro com o apoio a Juan Guaidó. O opositor, que se autodeclarou presidente da Venezuela, anunciou que a suposta "ajuda de emergência americana" entrará no país no próximo 23 de fevereiro.

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Deputados ligados a Bolsonaro querem descer a bengala

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019


No dia 4 de março de 2015 o deputado Jair Messias  Bolsonaro votou “sim” à Proposta de de Emenda Constitucional 457, a “PEC da Bengala”, que passava de 70 para 75 anos a idade de aposentadoria compulsória dos ministros dos tribunais superiores. 
O objetivo, mais que confessado, era não permitir que Dilma Rousseff indicasse  novos ministros no Supremo, já que Celso de Mello e Marco Aurélio completariam a idade limite, o que farão agora, no governo Bolsonaro, que indicará seus substitutos.
Agora, um grupo de deputados do partido de Jair Bolsonaro está colhendo assinaturas para uma nova PEC, desfazendo a mesma PEC da Bengala, para que o ex-capitão , além daquelas duas indicações, possa escolher os substitutos de Ricardo Lewandowski ( 70 anos em maio passado) e Rosa Weber (70 em outubro de 2018).
Assim, desavergonhadamente, para que Bolsonaro possa, de uma só vez, mudar mais de um terço da corte constitucional.
Como o amigo de sempre Luiz Fux, o dócil Dias Toffoli e os “convertidos” Edson Fachin e Luiz Roberto Barroso, são sete: maioria mais que suficiente para fazer a Constituição virar picadinho, ainda mais.
Ou melhor, suco. De laranja.
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