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Mentiras sobre a "bondade" dos alemães na Bahia durante e depois da Copa

quarta-feira, 16 de julho de 2014



Não, os alemães não construíram um complexo para se hospedarem durante a Copa das Copas para, depois, deixarem como benefício para a região baiana onde foi instalada. É mais um  sobre Hoax, embuste ou farsa numa tradução literal, são histórias difundidas por e-mails ou sites de relacionamento cujo conteúdo são, geralmente, correntes, apelos dramáticos ou religiosos, difamação de pessoas ou empresas, supostas campanhas filantrópicas etc.

 A polêmica dos últimos dias envolveu a Copa  e dão conta de que:

Antes da Copa, a Equipe de Futebol da Alemanha fez um levantamento do custo de hospedagem para toda a equipe . Com o aumento absurdo dos hotéis no Brasil todo eles concluíram que sairia mais econômico CONSTRUIR o seu próprio alojamento, que ficaria quase o mesmo custo. Na Alemanha a Corrupção é muito menor do que aqui e existe maior responsabilidade com gastos públicos e respeito aos cidadãos. 
Para construir toda a estrutura planejada em Santa Cruz Cabrália, município vizinho a Porto Seguro na Bahia, todos os trabalhadores empregados foram pessoas da região que em 5 meses aprenderam inglês/alemão e técnicas de hospedagem. Inclusive tiveram a preocupação de construir algo quer tivesse um uso posterior especifico. 
Com o final da Copa, todos vão embora, mas deixarão essa estrutura fabulosa que vai ser usada como Escola e para valorizar o local e a comunidade.” (esta foi a notícia divulgada)

Tudo gerado por má intenção e erro de leitura de uma notícia divulgada pelo Portal Terra na Copa que trazia em sua edição de 16 de dezembro de 2013, no título: “Seleção europeia escolheu construir seu próprio centro de treinamento para a Copa do Mundo no litoral baiano”. 
 Na verdade

O empreendimento foi idealizado em 2010 simplesmente como um projeto de condomínio. No grupo de investidores está o empresário alemão Tobias Junge, cujas atividades empresariais estão no segmento da mineração no interior baiano. Com maior peso financeiro, figuram o empresário Kay Bakemeier, ligado à seguradora Allianz, e o magnata da moda Christian Hirmer. O complexo foi desenhado pelo arquiteto capixaba Sandro Pretti. 

Em 2013 a DFB-Federação Alemã de Futebol, contatou Cristian Hirmer, pela sua relação com o hotel Serrano em Gramado RS (cobrou caríssimo e perdeu a seleção alemã). Então Cristian Hirmer, ofereceu seu empreendimento na Bahia.

O hotel não foi doado para ser uma escola para pobres: foi construído, também com o apoio de um grupo presidido por João Dória Jr. Após a Copa, será transformado em um hotel Resort.

Dizem que eles doaram 30 mil reais  aos índios pataxós de Porto Seguro para que se comprasse uma ambulância. Ora, só se for na Alemanha que uma ambulância custa 30 mil reais. 

Então, nem os jogadores nem a Federação alemã poderiam ter doado nada (porque não é deles) e nem foi doado como caridade para pobres. Foi Mentira. Os alemães não se tornaram bonzinhos como quiseram fazer acreditar em 2014 no Brasil.  Tudo marketing a lembrar o ministro da propaganda alemã,  Goebbels, nos anos 30 e 40 do século XX.
"Arbeit Macht Frei", ou seja, O Trabalho Liberta.

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