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O minguado patrimônio de Aécio Neves

segunda-feira, 7 de julho de 2014

São outros os milhões de Aécio

Aécio declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 617.938,42 em 2010.

O senador Aécio Neves, candidato do PSDB a presidente da República neste ano, aumentou seu patrimônio em 303,25% desde 2010, ficando R$ 1.873.938,23 mais rico. Em 2010, quando disputou a eleição para o Senado, Aécio declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 617.938,42. Neste ano, quando pediu registro para disputar a Presidência da República, ele declarou um patrimônio de R$ 2.491.876,65. Pois sim...

Em nota, o PSDB explicou que o patrimônio de Aécio cresceu porque ele recebeu uma herança de seu pai, Aécio Ferreira da Cunha, falecido em outubro de 2010.

O bem  declarado mais valioso do tucano, informado por ele à Justiça Eleitoral, são 88 mil cotas da Rádio Arco Íris Ltda, que valem R$ 700 mil. O segundo bem mais caro da lista de Aécio são 19.791 cotas da Perfil Agropecuária e Florestal Ltda., que valem R$ 666.660,00.

No entanto, denúncia dos deputados estaduais mineiros Sávio Souza Cruz (PMDB) e Rogério Correia (PT) aponta a ocultação de patrimônio e rendas do abominável homem dos Neves:


“A declaração de bens apresentada por Aécio na Justiça Eleitoral aponta um cidadão de pouco patrimônio, com rendas de servidor público incompatível com a vida de Aécio Neves, que viaja constantemente ao exterior, utiliza  veículos de luxo, refeições e hospedagens em points do jet set nacional e internacional e a utilização de jatinhos particulares para o seu deslocamento."

Não é demais lembrar, segundo antiga  noticia veiculada no site NovoJornal, "que em apenas  uma aquisição, Aécio conseguiu ampliar 50 vezes o seu patrimônio imobiliário, adquirindo a participação de todos os herdeiros de seu avô Tancredo no luxuoso apartamento situado em Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro. O total pago foi de R$ 12 milhões, à vista.

Há um farto folclore sobre a suposta vocação dos mineiros para serem econômicos e demonstrarem conservadorismo na administração do dinheiro.

É bastante provável que a fama seja inteiramente injusta, mas a declaração de bens do ex-governador de Minas bem que dá asas à ideia de que, “uai, tem mineiro guardando dinheiro no colchão, sô”.





1 comentários:

Anônimo disse...

Será o candidato menos votado da história do PSBD. Não tem um projeto aprovado como senador, vive se metendo em escândalos, como dirigir bêbado e ter usado drogas e agora mais essa ai.

7/7/14 14:37

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