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Atual gestão do Tribunal de Justiça é criticada por entidades do Judiciário baiano

quinta-feira, 21 de agosto de 2014




As mudanças empregadas pelo presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) no sentido de moralizar as contas da Corte tem gerado inconformidades e não raro ataques contra de servidores.

Segundo o jornal A Tarde, na visão de entidades ligadas à Corte, houve piora no quesito administração em relação à gestão anterior, a do desembargador Mário Alberto Hirs, afastado em novembro do ano passado por irregularidades no pagamento de precatórios e novamente reconduzido ao Tribunal em julho passado.

Segundo o Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário da Bahia (Sinpojud), Eserval Rocha tem feito "propagandismo" e se porta de maneira "intransigente e prepotente" na condução do TJ-BA. O Sinpojud critica medidas de Eserval como a agregação de 25 comarcas do interior, ausência de concurso, problemas de informatização e a designação de servidores para exercer outras funções.


Outra entidade que reclama da administração atual da Corte é a Associação dos Magistrados da Bahia (Amab), que critica lentidão e falta de transparência da gestão. Segundo a presidente da Amab, Marielza Brandão, há excesso de processos nas Câmaras de 1° grau, com 4 milhões de ações na instância, mas o presidente do TJ tem dado prioridade às Câmaras de 2° grau, com número bem menor (44 mil).


Fonte: Bahia Notícias

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