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Ecos da Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

quarta-feira, 6 de agosto de 2014


Após o ataque a Pearl Harbor, o Japão conquistou a Malásia, as Filipinas, as Índias Holandesas e Burma. Estados Unidos, do Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia lutaram na esperança de conter o avanço japonês, que alcançou o seu apogeu na Primavera de 1942. A Guerra só começou a dar ares contrários aos japoneses em Junho de 1942, na batalha Midway. 

A vitória estadunidense nesta batalha terminou com a esperança japonesa de controlar o Pacífico. Os Estados Unidos iniciaram, então, uma longa contra-ofensiva, reconquistando algumas ilhas do Pacífico que estava em posse do Japão.  E finalmente, em outubro de 1944, a frota japonesa foi aniquilada na Batalha do Golfo de Leyte, nas Filipinas.

Mesmo após este episódio, o Japão recusava a assinar a rendição. Os Estados Unidos almejavam o fim da guerra com a rendição incondicional dos japoneses. Além de que tal meta evitaria outras batalhas tão terríveis como as de Iwo Jima e Okinawa.

Com estes fatores em pauta, surgiu então uma manobra tirana por parte dos Estados Unidos: Demonstrar seu poderio bélico com o emprego de armas atômicas.

Em 1941, o programa secreto de nome Projeto Manhattan, nasceu com o objetivo de desenvolver a bomba atômica, uma arma nuclear extremamente potente. O alvo inicial do projeto dirigido pelo físico J. Robert Oppenheimer era a Alemanha.


O regime Nazista tinha caído, e já não era mais uma ameaça. O Japão, embora persistisse em continuar a batalha, sua máquina de guerra estava quase toda paralisada devido à falta de combustível. Apenas uma refinaria de petróleo ainda funcionavam. 

Seu exército estava desmantelado, resistindo ainda por conta do patriotismo imposto pelo império japonês que apregoava a resistência até o último homem. Já não havia mais esperança de vitória, nesta altura, apenas o orgulho japonês predominava. Muitos historiadores calculam que a guerra duraria no máximo 3 meses. E foi diante deste cenário que os Estados Unidos discutiram o emprego da Bomba Atômica.

O governo estadunidense queria intimidar a União Soviética, pois reconhecia em Stalin seu principal inimigo nas discussões da política do  pós-guerra.  Mas como empregar uma arma de destruição em massa sem ter uma justificativa plausível? O governo dos Estados Unidos afirmou que a invasão da ilha principal do Japão custaria 500 mil vidas estadunidenses. Foi o que bastou para maquiar a verdadeira meta.

E sem aviso prévio, no dia 6 de Agosto de 1945 os Estados Unidos lançaram a bomba atômica sobre Hiroshima. Dois dias depois, em 8 de Agosto a URSS declara guerra ao Japão. No dia seguinte os EUA lançaram uma bomba atômica ainda mais potente sobre Nagasaki.

A rendição japonesa não aconteceu devido ao lançamento das duas bombas atômicas como discorre a história oficial. Manuscritos recentes e outros documento militares, mostram que a rendição aconteceu após o ataque estadunidense à última refinaria de petróleo que ainda funcionava, no Japão, na madrugada do dia 14 de agosto de 1945. 

Sem combustível, não havia como continuar com a guerra. No mesmo dia, o Japão rendeu-se, e no dia 2 de Setembro assinou o documento de rendição, terminando oficialmente a Segunda Guerra Mundial 

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Nota: O texto é uma discussão sobre a história oficial, baseada no livro “A ULTIMA MISSÃO: A HISTORIA SECRETA DA BATALHA FINAL DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL” do historiador Jim B. Smith.. (Andre Luis)

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