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Falhas do piloto causaram o acidente aéreo que matou Eduardo Campos

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015


Investigação aponta sequência de erros cometidos pelo piloto Marcos Martins como a causa da queda do jato Cessna em Santos, matando parte da comitiva do então presidenciável Eduardo Campos (PSB); relatório cita falta de treinamento, desentendimento entre os pilotos e condições meteorológicas, que teriam causado a chamada “desorientação espacial”; 'sem dono', legalidade do aparelho também é alvo da Polícia Federal e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).


As investigações da Aeronáutica sobre o acidente que matou a comitiva do então presidenciável Eduardo Campos (PSB) culparam falhas do piloto Marcos Martins.

O jato Cessna transportava o ex-governador de Pernambuco e mais seis pessoas e caiu às 10h do dia 13 de agosto de 2014, no bairro do Boqueirão, em Santos, no litoral de São Paulo.

Segundo o laudo, o primeiro erro de Martins foi o de ter ignorado a rota determinada pelos manuais para o pouso na Base de Santos, e ter tentado pousar direto, apelando para um “atalho”. Ao se ver obrigado a abortar o pouso e arremeter, ele cometeu outras falhas pela falta de treinamento, o que gerou a “desorientação espacial”.

O piloto teria perdido a referência do avião em relação ao solo, caindo sobre as casas. A conclusão foi tirada por ter acelerado, achando que estava em movimento de subida, quando na verdade estava caindo, no momento em que o avião embicou num ângulo de 70 graus e em potência máxima. O relatório cita ainda que a relação entre os dois pilotos não era boa.

As falhas foram agravadas com as condições meteorológicas difíceis.

A Polícia Federal e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também investigam a situação legal do jatinho. Sem seguro e com equipamentos fora de funcionamento, avião ainda pertencia à fabricante/vendedora Cessna Finance Export Corporation, mas era operado por grupo usineiro com sede em Ribeirão Preto.

 
Informações das agências de noticias e Brasil 247

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