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MASSACRE EM PARIS

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015


Dois dos jornalistas franceses mortos no atentado
Um ataque à redação do jornal satírico Charlie Hebdo, em Paris, provocou na manhã desta quarta-feira pelo menos 12 mortos e mais de 20 feridos, quatro em estado grave. Duas das vítimas mortais são policiais. Entre as vítimas mortais deste ataque estão um dos editores do jornal, assim como três ilustradores, um deles desenhou em 2011 o polêmico cartoon com Maomé. (na foto com o jornal na mão)

O ataque, que ainda não foi reivindicado por nenhum grupo, ocorrido pelas 11h30, horário de Paris, ( 6:30 de Brasília), foi perpetrado por dois homens encapuzados e armados com armas automáticas. Durante a fuga, os atiradores dispararam contra uma viatura da polícia, disse uma testemunha.  



Os atiradores estão a ser procurados pelas autoridades, que deslocaram para o local um forte contingente policial. O plano de segurança passou a 'alerta atentados', o mais elevado na França.

O presidente francês, François Hollande, dirigiu-se ao local do ataque e convocou uma reunião do gabinete de crise. O presidente da Assembleia Nacional, Claude Bartolone, referiu-se ao caso como "horror absoluto" e assegurou às vítimas toda a solidariedade. 

As redações dos jornais de Paris estão, entretanto, sendo monitorizados pelas forças de segurança francesas. A redação do jornal satírico, publicado semanalmente, já havia sido atacada em novembro de 2011, quando um incêndio de origem criminosa destruiu as suas instalações.



Agências

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