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Governo baiano pede ajuda ao Exército contra explosões em Bancos

sábado, 25 de julho de 2015

O secretário da Segurança Pública do Estado, Maurício Barbosa, sugeriu que os bancos, o Exército e o Ministério da Justiça participem efetivamente do combate às explosões de caixas eletrônicos na Bahia; "Não dá para admitir que toneladas de explosivos sejam transportadas pelas nossas rodovias sem a mínima atenção, sem a mínima custódia por parte das empresas. Ou seja, cabe à Segurança Pública zelar pela segurança? Cabe. Agora, todos os participantes têm que fazer isso, inclusive o Ministério da Justiça, colocando limites legais para que essas empresas que trabalham com explosivos e as instituições financeiras façam a sua parte"



Ao inaugurar o Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) no município de Capim Grosso, centro norte do estado, na sexta-feira (24), o secretário da Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP), Maurício Barbosa, sugeriu que os bancos, o Exército e o Ministério da Justiça participem efetivamente do combate às explosões de caixas eletrônicos na Bahia.

"Se vocês observarem o noticiário nacional, vão ver que explosão de caixas eletrônicos se tornou um problema muito recorrente no Brasil inteiro, no Pará, Maranhão, São Paulo, Paraná", disse Barbosa. Ele ressaltou que o governo estadual, além de ações repressivas e de inteligência, vem buscando envolver os bancos na questão, para que o setor invista em tecnologia, a fim de impedir a ação dos criminosos.

Segundo o secretário, "não tem cabimento, hoje, com a possibilidade de instalação de itens como entintamento de cédula ou destruição de cédula, os bancos não fazerem esse aporte tecnológico para evitar o aumento da prática delitiva. Isso tem que ser uma preocupação conjunta". O Exército, na avaliação de Maurício Barbosa, também precisa entrar nessa campanha.

"Não dá para admitir que toneladas de explosivos sejam transportadas pelas nossas rodovias sem a mínima atenção, sem a mínima custódia por parte das empresas. Ou seja, cabe à Segurança Pública zelar pela segurança? Cabe. Agora, todos os participantes têm que fazer isso, inclusive o Ministério da Justiça, colocando limites legais para que essas empresas que trabalham com explosivos e as instituições financeiras façam a sua parte".

 

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