Canoa de 4 mil reais é o novo 'crime' de Lula e Marisa

sábado, 30 de janeiro de 2016


Manchete da Folha berra que "Nota fiscal de barco reforça elo de Lula com sítio em SP"; quem vê a capa imagina um iate, mas a reportagem interna traz a imagem de uma pequena embarcação, quase uma canoa, usada pelo ex-presidente para pescar no lago da propriedade; o preço foi de R$ 4.126,00; em nota, o ex-presidente Lula afirmou que é de conhecimento público que frequenta o sítio em Atibaia (SP), registrado em nome de Jonas Suassuna, sócio de seu filho Fábio Luis Lula da Silva

O ex-presidente Lula e a ex-primeira dama Marisa Letícia cometeram um novo "crime": compraram uma pequena embarcação, quase uma canoa motorizada, de R$ 4.126,00.

É o que sugere a Folha de S. Paulo na manchete deste sábado, que grita: "Nota fiscal de barco reforça elo de Lula com sítio em SP" (leia aqui a reportagem).

Em nota divulgada ontem, Lula afirmou que frequenta o sítio em Atibaia, registrado em nome de Jonas Suassuna, sócio de seu filho Fábio Luis Lula da Silva.
Folha hoje se supera.

Apresenta como “prova” da ligação de Lula com o sítio que ele nunca negou frequentar, em Atibaia, um barco comprado por D. Mariza, sua mulher e mandado entregar lá.

A “embarcação”, como se vê no próprio jornal,  é um bote de lata comprado por R$ 4.100.

Presta para navegar num laguinho, com a mulher, dois amigos e o isopor, se ninguém fizer muita gracinha de se pigar em pé, fazendo graça.

É o “iate do Lula”, quase igual ao Lady Laura do Roberto Carlos e só um pouco mais modesto do que as dúzias de lanchas que você vê em qualquer destes iate clubes que existem em qualquer cidade praiana.

A pergunta, obvia, é: e daí que o Lula frequente o sítio? E daí que sua mulher tenha comprado um bote, sequer a motor, para pescar umas tilápias, agora que já não pedem, como nos velhos tempos, fazer isso na represa Billings?

Qual é a prova de que a reforma do sítio foi paga pela Odebrechet (segundo a Folha) ou pela OAS (segundo a Veja)?

E se o Lula frequentasse a mansão de um banqueiro? E se vivesse nos iates – os de verdade – da elite rica do país?

O que o barquinho mixuruca prova a não ser a absoluta modéstia do sujeito que, quatro anos atrás, escandalizava essa gente carregando um isopor para a praia?

Os jornais, a meganhagem e a turma do judiciário – que já não se separam nisso – estão dedicados a destruir o “perigo lulista”.

Esqueçam o barquinho: o que eles querem é ter de novo o leme do transatlântico.

Perderam até a noção do ridículo, convencidos de que já não há resistência a ele nas mentes lavadas do país.

E acabam revelando que, em suas mentes,  o grande pecado  de Lula, que ganha em  palestras pagas o suficiente para comprar uma “porquera” daquelas por minuto que passe falando, ou para alugar uma cobertura na Côte D’Azur do Guarujá  é continuar pensando como pobre:  querendo comprar apartamento em pombal e barquinho de lata para ficar de caniço, dando banho em minhoca.

É que ter nascido pobre é um crime que até se perdoa, imperdoável mesmo é continuar se identificando com eles.

1 comentários:

Anônimo disse...

É guerra. E esta guerra tem de ser vencida pelas forças progressistas, legalistas e democráticas deste País. O povo brasileiro, principalmente os milhões de pobres que saíram da miséria e, com efeito, passaram a ter o direito de comer, não compactuam com o golpe de classe média aliada à casa grande de índole escravocrata, que não se conforma de ter perdido a quarta eleição para o PT.

30/1/16 19:03

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