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Revista Veja prende Lula e tenta afastá-lo da campanha de 2018

sábado, 23 de janeiro de 2016


Reportagem de capa da revista Veja, chamada "A Hora da Verdade", trata da denúncia que será oferecida pelo procurador Cássio Conserino, do Ministério Público de São Paulo, contra o ex-presidente Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia por suposta ocultação de patrimônio; Conserino alega que Lula escondeu ser dono de um imóvel no Guarujá, mas o imóvel não é dele; "Lula poderia, perfeitamente, pela sua trajetória de vida e atividade profissional como palestrante, ter um apartamento comprado a prestações no Guarujá. Mas não tem", apontou o Instituto Lula, numa nota recente; em novembro do ano passado, Marisa desistiu de sua opção de compra; apesar disso, Conserino disse a Veja que 'Lula e Dona Marisa serão denunciados'; Veja, que já vestiu Lula como presidiário, se mantém em sua obsessão editorial, que é impedir a todo custo a eventual volta do ex-presidente em 2018

 Em outubro do ano passado, a revista Veja, numa de suas capas mais infames e indecorosas, vestiu o ex-presidente Lula como presidiário (leia aqui). Havia a expectativa, na Editora Abril, da família Civita, de que delatores implicassem Lula na Operação Lava Jato ou na Zelotes – o que não aconteceu.

Como Lula não foi preso, Veja mantém sua obsessão editorial, que é destruir a reputação do presidente que deixou o cargo com o maior índice de aprovação na história do País e tentar impedir sua eventual volta ao poder em 2018. Neste fim de semana, a revista acrescenta mais uma capa à sua coleção de insultos a Lula.

Intitulada "A hora da verdade", a reportagem trata da denúncia que será oferecida pelo procurador Cássio Conserino, que atua na Baixada Santista, contra Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia. Conserino alega que os dois praticaram o crime de lavagem de dinheiro por tentarem ocultar a propriedade de um imóvel de frente para o mar, no Guarujá, em São Paulo.

"Lula e Dona Marisa serão denunciados", disse Conserino a Veja. "Brevemente, eles serão chamados a depor". Segundo o promotor, o casal ocultou ser dono do imóvel que começou a ser construído pela Bancoop, uma cooperativa dos bancários, mas foi concluído pela OAS.

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