"Cunhada" de FHC que recebe de tucanos no Congresso sem trabalhar é uma das militantes coxinhas contra as forças populares do Brasil

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016




Margrit Dutra Schmidt, irmã da jornalista Mirian Dutra, que teve um romance de seis anos com o então senador Fernando Henrique Cardoso, recebe salário de assessora no Congresso há 15 anos mas nunca compareceu ao trabalho. Ela bate o ponto diariamente.


Sua primeira nomeação foi feita pelo próprio FHC, em 27 de março de 1995, para o cargo em comissão de diretora do Departamento de Classificação Indicativa, no Ministério da Justiça.

A essa altura a irmã, Mirian, já vivia no exílio na Europa com o filho que ela e FHC acreditavam ser do presidente da República.

A revelação de que Margrit é funcionária fantasma foi feita por Lauro Jardim, em O Globo.

O  jornalista foi quase um porta-voz da emissora quando atuava na Veja. Não é possível confirmar se foi retaliação por Mirian ter dado entrevista denunciando que a Globo tentou apagá-la da História da emissora.

Em sua página no Facebook, Margrit é uma discreta militante contra a corrupção. Refere-se ao ex-presidente Lula como Molusco e denuncia Dilma por “cultuar” Getúlio Vargas e Leonel Brizola. “O Brasil acabou. E tem gente que defende esta corja”, sentencia.

Margrit “trabalhou” nos gabinetes de Arthur Virgílio e Lúcia Vânia, antes de receber salário como assessora fake de José Serra. Isso demonstra que o PSDB teve papel ativo no acobertamento da existência de Mirian, ao lado da mídia e da empregadora da jornalista, a TV Globo.

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