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Lava a Jato prepara ação para tirar Lula da eleição de 2018

segunda-feira, 7 de março de 2016


Reportagem da 'Folha de S. Paulo' aponta que integrantes da força-tarefa do Ministério Público Federal já consideram a possibilidade de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja alvo de uma ação civil de improbidade administrativa, que pode tirá-lo do jogo político de 2018; Lula pode ser acusado caso fique comprovado que empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção na Petrobras pagaram custos de obras do sítio frequentado por ele em Atibaia (SP) no final de 2010, quando ainda era presidente; após ação da PF nesta sexta-feira, com mandado de condução coercitiva pedido pelo juiz Sérgio Moro, ex-presidente disse em coletiva que "não vai baixar a cabeça" e que, a partir da semana que vem, está disposto a discursar pelo país: "O que fizeram com esse ato hoje foi fazer com que, a partir da semana que vem, me convidem, que eu estarei disposto a andar esse país"; presidente Dilma Rousseff já afirmou que o objetivo da oposição é conseguir o 'impeachment cautelar' de Lula, impedindo sua eventual volta

 


Integrantes da força-tarefa do Ministério Público Federal já consideram a possibilidade de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja alvo de uma ação civil de improbidade administrativa, que pode tirá-lo do jogo político de 2018.

Na Lava Jato, já estão em curso cinco ações de improbidade com pedidos de decretação de inelegibilidade por até dez anos contra acusados, segundo reportagem de Bela Megale e Flavio Ferreira.

Lula pode ser acusado caso fique comprovado que empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção na Petrobras pagaram custos de obras do sítio frequentado por ele em Atibaia (SP) no final de 2010, quando ainda era presidente.

Em petição ao Supremo Tribunal Federal, os advogados do ex-presidente alegaram que ele só soube da aquisição do imóvel em janeiro de 2011.

Dirigentes do PT e a própria presidente Dilma Rousseff tem declarado que o verdadeiro objetivo da ‘caçada’ a Lula é impedir sua candidatura. Após ação da PF nesta sexta-feira, com mandado de condução coercitiva pedido pelo juiz Sérgio Moro, ex-presidente disse em coletiva que "não vai baixar a cabeça" e que, a partir da semana que vem, está disposto a discursar pelo país: "O que fizeram com esse ato hoje foi fazer com que, a partir da semana que vem, me convidem, que eu estarei disposto a andar esse país"(leia aqui).

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