Ex-ministro diz que está rezando para que não haja mortes em frente ao Congresso no domingo

quinta-feira, 14 de abril de 2016


Ex-ministro Ciro Gomes (PDT) disse que irá rezar pela pela população brasileira neste domingo (17), dia da votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff pela Câmara dos Deputados; segundo ele, existe um risco alto de que hajam mortes em frente ao Congresso Nacional por conta do acirramento político cada vez mais forte em torno do assunto; "Esse irresponsável, esse canalha do Cunha marcou pra um domingo e pode haver mortes na frente do Congresso", disparou



 


O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) disse temer pelo pior durante a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff pela Câmara dos Deputados neste domingo (17). Segundo Ciro, ele irá rezar pela população brasileira em função do risco de que hajam mortes em frente ao Congresso nacional em por conta do acirramento político cada vez mais forte. "Esse irresponsável, esse canalha do Cunha [presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)]marcou pra um domingo e pode haver mortes na frente  doCongresso", disparou

Em entrevista à Rádio Jornal, Ciro também defendeu o governo da presidente Dilma, mas atacou o seu antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O governo Dilma cometeu um grave erro de querer ser sério, conheço Dilma e ela é honrada, mas ela herdou uma gestão mestiça do Lula e este sim tem uma moral frouxa", afirmou. 

Ciro também criticou duramente a possibilidade de um futuro governo comandado pelo atual vice-presidente Michel Temer.  "Governo Temer é um desastre porque não tem legitimidade, a população não votou nele e não o reconhece. Michel Temer é o chefe da quadrilha e é aliado de Eduardo Cunha em tudo que não presta. Ele está enrolado até o gogó e é o responsável pelos presos do PMDB na Lava Jato", destacou.  

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