'Eu seria secretária da Cultura', diz Geisy Arruda

quinta-feira, 19 de maio de 2016




A loira revelou que em sua gestão as prioridades seriam a classe C, as mulheres e a comunidade LGBT




Após o comando da secretária da Cultura ser rejeitado por várias mulheres, Geisy Arruda se ofereceu para assumir o cargo e ainda contou suas propostas. 

"Eu seria secretária da Cultura e tenho minhas propostas, já que ninguém quer, eu assumiria sim!", anunciou.

A loira disse que em sua gestão as prioridades seriam a classe C, as mulheres e a comunidade LGBT: "Minha primeira promessa de campanha seriam shows de graça para a classe C. A gente já sofre demais e quer se divertir de vez em quando. Queremos Beyoncé, Inês Brasil e Joelma no mesmo palco já!".

"Eu liberaria verba para teatro, musicais e palestras para o povo LGBT brilhar e assim a população parar com a ignorância do preconceito. Todo mundo tem que ter os mesmos direitos. 'Viva as bi!' seria nosso grito de guerra", acrescentou.

Os aspectos culturais não seriam mais problema durante seu mandato:"Mulheres não podem ser obrigadas a se depilar e a usar absorvente se não quiserem. Viva a liberdade!".

O fim da gordofobia: "Roupas no Brás e na José Paulino (centros de comércio popular em São Paulo) têm de ter tamanhos P, M, G e GG,  tem de ter tamanho para todas, vamos parar de economizar pano?".

As medidas sócio-educativas para os homens acabariam com os assédios: "No Metrô, implementaria o uso de cintos de castidade com carga elétrica por parte das mulheres. Encouxou a mulher, cortou o piu-piu. Seria uma medida paliativa até eles aprenderem a se comportar, é uma medida educativa mesmo"

Apesar das prioridades, Geisy garante que toda a população seria atendida, inclusive as crianças:"Quero implementar aulas de etiqueta e bons modos para as crianças na escola. Criança educada não faz besteira quando cresce", opina. "Os livros seriam distribuídos gratuitamente nas escolas para todo mundo. Livros de graça para o povo, caderno, material escolar, para todo mundo que quisesse estudar".

E para finalizar, os tão aguardados Jogos Olímpicos seriam adiados: "O país em crise e o povo pulando vara? Venderia as obras superfaturadas e caras já feitas ou alugaria. E também tem de parar de fretar avião para buscar a tocha olímpica. Vamos usar o Sedex? A tocha não precisa fazer turismo na cidade, ela não é gente. É caro, é cafona e é esquisito um monte de gente atrás de uma tocha", concluiu

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