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Para não ser preso, detrator do ex-presidente Lula pede Habeas Corpus

quinta-feira, 28 de julho de 2016




O historiador Marco Antonio Villa, militante antipetista, presepeiro ligado ao PSDB, entrou com pedido de Habeas Corpus para não enfrentar o ex-presidente Lula em ação de queixa-crime por ‘afirmações caluniosas proferidas no Jornal da Cultura’.

Em 20 de julho do ano passado, Villa disse que o ex-presidente “mente, mente”, que é culpado de “tráfico de influência internacional, sim”, além de “réu oculto do mensalão”, “chefe do petrolão”, “chefe da quadrilha” e teria organizado “todo o esquema de corrupção”.

Em seu pedido de HC, Villa afirma que "a intenção de Villa no programa de televisão transmitido ao vivo não foi a de “enxovalhar a reputação, boa imagem e honra do querelante”, como diz a inicial. Seu objetivo, movido pelo interesse público, era o de afirmar que Lula não tem imunidade e que seus atos merecem apuração. O futuro dirá, Egrégio Tribunal, se, além da clamorosa falta de ética, há ilícitos penais e administrativos a serem punidos."

Para o ex-presidente Lula houve clara ofensa à honra. “O historiador deixou claro ainda que ‘quem está dizendo sou eu, Marco Antonio Villa’, embora não tenha apresentado sequer uma evidência das graves acusações que fez”, diz o texto divulgado pelo Instituto Lula na época.
“Todas essas afirmações do historiador não condizem com a verdade e por isso a Justiça foi acionada contra o historiador e comentarista político.” Assim será com todos os detratores do ex-presidente Lula, todos nessa hora de se ver processados, ficam com monossílabo no ponto.

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