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SAÍ DO FACEBOOK, EIS A QUESTÃO

domingo, 22 de abril de 2018


Há poucos dias, compartilhei com meus amigos reais um artigo que li sobre tudo o que o Facebook sabe a nosso respeito e é estarrecedor: eles têm o mapa de nossos rostos, para reconhecimento facial; sabem em que lugares estivemos, mesmo quando estávamos desconectados do aplicativo; sabem tudo o que vimos na internet e quanto tempo ficamos em cada página; têm acesso a fotos de nossos celulares; conhecem nossos hábitos de consumo; conhecem todas nossas interações, comentários, curtidas, marcações e buscas; sabem tudo o que nossos amigos compartilharam a nosso respeito; sabem o que conversamos em salas privadas pelo Whatsapp, aplicativo comprado por eles em 2014.

Imaginem quantas outras informações devem ter e que tipo de controle exercem nas vidas de um bilhão de pessoas, com todo esse conhecimento. Aliás, não me surpreenderia nem um pouco saber que Mark Zuckerberg (um dos criadores do facebook)  é, na verdade, contratado por uma agência governamental norte-americana para controlar um sétimo do planeta. E não se trata de teoria da conspiração. Talvez George Orwell tenha sido até ingênuo com tudo o que imaginou e escreveu em "1984",  comparado com o que existe hoje.

Para quem nunca leu "1984" de Orwell, o livro fala de um mundo em que todos eram vigiados o tempo todo pelo Grande Irmão, uma "engenhoca" fabricada por um governo totalitário e que mantinha as pessoas isoladas e sob rígido controle. Da obra, vem o termo Big Brother. A situação descrita no livro, publicado em 1949, logo após os horrores da Segunda Guerra Mundial e do Nazismo, vem se tornando realidade nas últimas décadas. A tecnologia, que para alguns foi algum dia a esperança de liberdade e emancipação, hoje impõe-se como ferramenta de controle e aprisionamento de nossa consciência. Eis a questão porque saí do Facebook.


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