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FENÔMENOS ESTRANHOS NO DEPOIMENTO DE JOÃO DE DEUS

terça-feira, 18 de dezembro de 2018



Na delegacia, teclado quebrado, gritos e fio queimado

O depoimento de João de Deus, 76, na noite de domingo, em Goiânia, teve uma sequência de imprevistos que deixou os investigadores desconfiados. Na hora de o médium falar, segundo os presentes, o computador usado para registrar as alegações do preso parecia ter vida própria. “Você apertava uma tecla e ela OOOOOOOOO...”, descreveu a delegada Karla Fernandes, coordenadora da força-tarefa.

Estava calor, e a própria delegada resolveu usar uma extensão para ligar o ar-condicionado. Segundo relata a investigadora, o fio explodiu e, de quebra, queimou o frigobar. “Todo mundo gritou dentro da sala”.

A oitiva com o médium estava marcada para ocorrer em Anápolis, cidade próxima à capital goiana, mas um imprevisto tirou o escrivão de circulação. Ele foi atropelado na BR-060, a caminho da delegacia, e quebrou o braço. O depoimento foi transferido para Goiânia. Foi possível domar o teclado, todos se recuperaram do susto e o interrogatório fluiu por mais de duas horas. Para a delegada, os episódios podem não ser só obra do acaso. “Estamos diante de uma situação que envolve crenças e energias”, reconhece ela, que se diz “espiritualizada”. 

Questionada se estava com medo, disse: “Não, mas tenho respeito”. Ela classifica João de Deus como um homem que tem, de fato, “um poder”. “Mas houve um desvio no meio do caminho”, disse a delegada.

O líder espiritual está em uma cela de 16 metros quadrados no Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. Ele dormiu com outros três presos e comeu pão com manteiga e achocolatado na manhã de ontem. 

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